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Brasil

Quase R$ 10 milhões são investidos em políticas para pessoas com deficiência

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Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência investe em capacitação, pesquisas e estudos

DA REDAÇÃO

O Governo Federal encerrou o ano de 2020 com quase R$ 10 milhões investidos em políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência. O orçamento é oriundo da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

“Nós trabalhamos arduamente pelo nosso público. Estamos cumprindo a promessa do nosso Presidente Jair Bolsonaro e da nossa ministra Damares Alves de que ninguém fica para trás neste Governo. Investimos em capacitação, pesquisa, estudos e não vamos parar por aqui”, enfatizou a titular da secretaria, Priscilla Gaspar.

Em parceria com organismos internacionais, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) recebeu R$ 1,1 milhão para despesas relativas à elaboração de estudos e pesquisas voltadas à pessoa com deficiência e com doenças raras. Exemplo disso é a análise do impacto da implantação do Modelo Único de Avaliação Biopsicossocial da Deficiência no país.

Ainda em parceria com o Pnud, estão em desenvolvimento estudos que serão finalizados neste ano e que proporão mecanismos independentes de monitoramento da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência; mecanismo de participação de entes federados, entidades representativas da pessoa com deficiência e conselhos na elaboração e monitoramento de políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência; e diagnósticos, levantamentos e proposição de práticas de inovação relativos às pessoas com doenças raras, bem como elaboração de propostas de metodologia de participação e sistematização de demandas com relação ao tema.

Convênios

Com o montante de R$ 3,6 milhões, foram formalizados 12 termos de convênios, que são destinados aos estados de Alagoas, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins, e três termos de fomento que são destinados a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) em cinco estados e no Distrito Federal (DF).

Os principais eixos de atuação dessas colaborações estão relacionados à acessibilidade da pessoa com deficiência, com formação para 480 tradutores intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com foco em terminologias das áreas jurídica e de saúde; capacitação de 670 conselheiros da pessoa com deficiência para a promoção e defesa dos direitos e estudo sobre o efeito da equoterapia na reabilitação de pessoas com Transtorno do Espectro Autista.

Fonte: www.gov.br

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Brasil

Governo federal negocia compra de 100 milhões de doses da Pfizer

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Ministério da Saúde conduz tratativas para aquisição dos imunizantes há cerca de 20 dias; vacina possui mais de 90% de eficácia contra a Covid-19

DA REDAÇÃO

O governo federal negocia a compra de um novo lote com mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, as tratativas entre membros do Ministério da Saúde e da farmacêutica já acontecem há aproximadamente 20 dias. Em postagem no Twitter nesta terça-feira, 20, Faria reforçou que o acordo sobre os imunizantes deve ser concluído rapidamente.”O Ministério da Saúde está negociando a compra de um novo lote com mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, publicou.

Além do lote em negociação, o governo federal já comprou 100 milhões de doses da Pfizer. A vacina, que tem mais de 90% de eficácia contra o coronavírus, possui o registro definitivo para uso no Brasil concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A nova remessa de imunizantes ajudará o país a atingir a meta anunciada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga: vacinar um milhão de pessoas por dia. Até esta segunda-feira, 19, 26.654.459 cidadãos foram imunizados com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil — o número equivale a 12,59% da população total.

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Brasil

Pandemia consolida vendas online e muda hábitos de consumo do brasileiro

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Se no início de 2020 consumidores respondiam por 12% da população com acesso a internet, hoje eles são mais de 18%

DA REDAÇÃO

Não só o volume de vendas cresceu, como também o de clientes — estendendo hábito pra quem nunca fez uma compra pela internet

A pandemia consolidou o e-commerce no Brasil. Segundo dados elaborados pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, com uma empresa de inteligência de mercado, o ano passado fechou com um acumulado de mais de 73% de aumento nas vendas online. Não só o volume de vendas cresceu, como também o de clientes — estendendo esse hábito pra quem nunca tinha feito uma compra pela internet antes. Se no início de 2020 consumidores respondiam por 12% da população com acesso a internet, hoje eles são mais de 18%.

Quem apostou no e-commerce entendeu: é o caminho do futuro. Essa é a certeza do Marcelo Marques, que é um dos fundadores de uma loja de móveis que nasceu na internet e hoje tem algumas unidades físicas. Ele também observa alguns movimentos específicos gerados pela pandemia: alta procura por objetos ligados ao home-office, por produtos para adaptação de mais pessoas em casa e, ainda, o impacto da perda de renda. “Você percebe que produtos de primeiro preço, produtos de primeira entrada, tiveram um crescimento mais significativo do que alta renda. Por causa desse problema de renda, de insegurança, fez com que as pessoas adotassem produtos com menor performance.”

A engenheira ambiental Joyce Bonacorsi acredita que a pandemia provocou reflexão sobre formas mais conscientes de consumo. Ela faz postagens nas redes sociais de alerta para os impactos ambientais. Tem dica para comprar usando menos embalagens, dar a destinação correta pro lixo… O número de seguidores vem aumentando muito. “Acho que as pessoas pararam para ver, porque a gente, nessa loucura do dia a dia, eu mesma, sendo engenheira ambiental, não ficava nessa loucura. Hoje as pessoas conseguem ter tempo, estar em casa, ver o que precisa fazer. Principalmente reciclar e reutilizar. Eu falo hoje, mais do que reciclar, precisamos gerar menos resíduo. Tudo isso: roupas, móveis. Você reutilizar.”

Há tempos a temática das consequências do nosso estilo de vida no meio ambiente está na agenda politica das principais potencias mundiais. Na tentativa de fazer com que as intenções saiam do papel, tratados internacionais foram firmados como o Protocolo de Kyoto e, mais recentemente, o Acordo de Paris. A questão climática é bandeira do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que inclusive essa semana irá receber 40 chefes de estado na Cúpula do Clima. Entre eles, o presidente Jair Bolsonaro.

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Brasil

Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra Covid-19

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Medicamentos casirivimabe e imdevimabe são indicados para pacientes acima de 12 anos que não desenvolveram a forma grave da doença

DA REDAÇÃO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou, nesta terça-feira, 20, o uso emergencial de um coquetel para tratamento da Covid-19 formado pelos medicamentos casirivimabe e imdevimabe, da farmacêutica Roche. A reunião da Diretoria Colegiada aconteceu na manhã de hoje. A aplicação é intravenosa, dose única e de uso restrito aos hospitais. A indicação é para pacientes adultos e pediátricos (acima de 12 anos ou com mais de 40kg), que não precisam de suplementação de oxigênio e não desenvolveram a forma grave da doença. Apesar da eficácia, o coquetel não é indicado para tratamento precoce. Esses mesmos medicamentos já foram aprovados para uso emergencial nos Estados Unidos, no Canadá e na Suíça — além da recomendação por parte da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

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