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Goiás

Goiás é terceiro lugar nacional na geração de empregos

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Resultado do Caged, divulgado nesta quinta-feira (29/10), revela saldo positivo nas contratações com carteira assinada no Estado pela quarta vez consecutiva, com criação de 8.158 vagas no último mês. No acumulado do ano já são 14.868 novos postos.

DA REDAÇÃO

Goiás registra, pelo quarto mês consecutivo, resultado positivo na geração de emprego formal: o saldo em setembro foi de 8.158 novos postos de trabalho

Goiás registra saldo positivo de empregos com carteira assinada em setembro. É o que informa o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério da Economia, em balanço divulgado nesta quinta-feira (29/10).

Os números colocam o Estado na terceira colocação geral entre as demais unidades da Federação e o Distrito Federal com saldo de 14.868 contratações no período entre janeiro e setembro, resultado de 377.146 admissões contra 362.278 desligamentos registrados no período.

Em setembro, de acordo com o Caged, Goiás registrou saldo positivo de 8.158 empregos gerados. Esse número é a diferença entre trabalhadores admitidos (45.187) e desligados (37.029) no mercado de trabalho.

Os dados evidenciam o esforço investido pelo Governo de Goiás para a retomada da economia, principalmente após as consequências econômicas provocadas pela pandemia do coronavírus. “Nossa atenção hoje é exatamente gerar empregos. Tenho dito isso a todos os meus secretários. A função do Estado é poder cuidar para que toda nossa população se sinta confortável em Goiás”, destacou o governador Ronaldo Caiado.

O governador relembrou, ainda, que a melhor política social é o emprego. “Sempre defendi a tese de que não existe melhor política social no mundo que não seja o emprego. É a única que resolve todos os problemas”, enfatizou.

Esse é o quarto mês consecutivo de resultados positivos em Goiás nesse período de pandemia, que se iniciou em março. Em junho o saldo foi de 3.749 vagas; julho, 6.172; julho, 7.328 e agora em setembro, 8.158. Já no mês de janeiro o saldo foi de 7.917 e em fevereiro, 11.502. Nos demais meses o resultado foi negativo: março (-2.190), abril (-22.038) e maio (-5.730).

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Adonídio Neto, avalia os números e reafirma a sua posição de que Goiás será o primeiro Estado a sair da crise econômica provocada pela Covid-19 e isso deve ocorrer ainda este ano. “Estamos no caminho certo. As ações adotadas pelo Governo goiano, através da SIC, estão surtindo os efeitos. Esses dados são relativos a setembro. Ainda temos mais três meses para crescer”, disse o secretário.

Setembro também marca o segundo mês consecutivo em que Goiás aparece em primeiro lugar no saldo de empregos gerados em toda a Região Centro-Oeste. “Temos quarto meses consecutivos de índices positivos em plena pandemia, com destaque para a nossa indústria, que é o setor que mais gerou empregos em Goiás em todo ano de 2020. O resultado é sinal do esforço do Governo do Estado para incentivar a abertura de novas vagas, resultado de uma política ativa de estímulos adotada pela SIC”, disse o secretário Adonídio Neto.

Nacional

Os números nacionais também mostram reação na geração de empregos no Brasil. De acordo com o Caged, no mês de setembro o País apresentou saldo de 313.564 novas vagas.

Agosto também fechou com saldo positivo de 244.020 postos, assim como julho, com 139.712 vagas. Já o resultado de junho foi negativo (-24.541).

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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