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Brasil

Campanha Nacional de Multivacinação começa no dia 5 de outubro

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O foco é atualizar a caderneta de vacina e imunizar 11,2 milhões de crianças contra a poliomielite

DA REDAÇÃO

O Ministério da Saúde lançou, nesta sexta-feira (2), a Campanha Nacional de Multivacinação, com foco na atualização das cadernetas infantis, especialmente para a prevenção da poliomielite e do sarampo. A campanha será realizada de 5 a 30 de outubro.

Cerca de 11,2 milhões de crianças de um ano a menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas contra a poliomielite. A meta do ministério é atingir, no mínimo, 95% desse público-alvo. Desde 1990, não há casos da doença no Brasil e o objetivo é manter essa marca.

A atualização da caderneta vacinal é para crianças a adolescentes menores de 15 anos que não tenham sido imunizados ou estejam com os esquemas incompletos de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação.

Será lançada uma campanha publicitária nacional veiculada nos meios de comunicação no período de 5 a 30 de outubro para alertar sobre a necessidade de vacinar as crianças e os jovens.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o Brasil tem o maior programa público de imunização do mundo em quantitativo e área abrangida. E disse aos pais e à população que confiem nas vacinas e na importância da imunização contra doenças.

“É muito importante que a gente confie na vacina, confie que temos especialistas por trás disso tomando todos os cuidados, todas as precauções e, quando oferecemos uma vacina, a mãe e o pai têm que ter confiança para levar seu filho para tomar a vacina. Confie, porque são especialistas muito qualificados que estão assinando embaixo dessa vacina”, disse Eduardo Pazuello.

Unidades de saúde preparadas para a vacinação


Neste ano, o Zé Gotinha, personagem símbolo da campanha de vacinação, compareceu ao lançamento da campanha de multivacinação usando máscara como medida de prevenção à Covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, os postos de vacinação da rede pública estão preparados para o trabalho de forma segura.

A orientação é para que apenas um familiar acompanhe a pessoa que vai ser vacinada. Que as vacinas sejam aplicadas em locais abertos e ventilados e seja feita a triagem de pessoas com problemas respiratórios antes da entrada nos locais de vacinação para evitar a propagação da Covid-19.

Caderneta atualizada


A moradora de São Luís (MA), Leiliane Frazão, é mãe do Joaquim, de 1 ano e 2 meses, e da Maria Alice, de 7 anos, e contou que se preocupa em manter as vacinas dos filhos sempre em dia. E disse que está sempre de olho nas datas para evitar atrasos.

“Hoje, a Maria Alice, com 7 anos, tem a caderneta dela completa. O Joaquim, por ter um ano, acompanhamos as datas que são anotadas na caderneta para nos organizarmos e levarmos ele para tomar as vacinas naquele período”, relatou.

“A vacina tem importância para todos, para as crianças que estão nesse período de desenvolvimento para que sejam evitados certos tipos de doenças. É importante levar as crianças para tomar as vacinas e manter o cartão em dia”, destacou Leiliane Frazão.

Vacina contra a Covid-19


Durante a coletiva de lançamento da Campanha Nacional de Multivacinação, o ministro Pazuello disse que o Governo trabalha para que a vacina para combater a Covid-19 seja a próxima a ser incluída no calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Trabalhamos muito para acrescentar nesse rol a vacina para combater a Covid-19. Essa é outra grande tarefa do SUS, do nosso programa de imunização, da Secretaria de Vigilância em Saúde. Em breve, vamos ter mais uma vacina aqui, talvez vários tipos, mas a vacina da Covid-19 vai estar liberada para que a gente possa vacinar nossa população também nesse programa”, afirmou.

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Fonte: www.gov.br

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Brasil

Fiocruz deve liberar mais 4,7 milhões de vacinas nesta semana

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A previsão faz parte de um total de 18,4 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca previsto para até o dia 1º de maio

DA REDAÇÃO

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) deve liberar nesta semana mais 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde. A previsão faz parte de um total de 18,4 milhões de doses previsto para até o dia 1º de maio.

Na semana passada, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos entregou 2,2 milhões de vacinas na quarta-feira (14) e 2,8 milhões na sexta-feira (16), totalizando 5 milhões de vacinas entregues na semana. “O cronograma de entregas pactuado com o Ministério da Saúde continua seguindo o esquema de entregas semanais e está sujeito à logística de distribuição definido pela pasta”, afirma o instituto.

Na próxima semana, serão entregues 6,7 milhões, de 26 de abril a 1º de maio.

O cronograma da Fiocruz prevê que 100,4 milhões de doses serão produzidas em Bio-Manguinhos até julho, a partir de IFA (ingrediente farmacêutico ativo) importado da China. Mas a partir de agosto, a Fiocruz também deve começar a produzir de IFA para vacinas contra covid-19.

A produção da vacina em Bio-Manguinhos ocorre graças a um contrato de encomenda tecnológica assinado no ano passado com os desenvolvedores da vacina: a farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Para os próximos meses, a Fiocruz prevê entregar 21,5 milhões de doses em maio, 34,2 milhões em junho e 22 milhões em julho. Para produzir essas vacinas, Bio-Manguinhos conta com a chegada de carregamentos de IFA vindos da China.

A Fiocruz também trabalha para incorporar a tecnologia de produção do IFA à planta industrial de Bio-Manguinhos e prevê que, no segundo semestre, será possível entregar 110 milhões de doses a partir de ingrediente farmacêutico ativo produzido na própria instituição.

Dessa forma, o Programa Nacional de Imunizações deve receber, até o fim do ano, 210,4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca produzidas no Brasil, além de 12 milhões de doses importadas da Índia.

Distribuição

O Ministério da Saúde distribuiu mais 6,3 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal neste fim de semana. A remessa será utilizada para a vacinação de idosos entre 60 a 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança, além de aplicação da segunda dose em quem já recebeu a primeira.

Dos 6,3 milhões de imunizantes, 3,8 milhões doses são da vacina de Oxford/AstraZeneca, produzida pela Fiocruz, e 2,5 milhões são da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan. Todas as doses foram produzidas com matéria-prima importada.

Segundo o ministério, o governo federal já disponibilizou aos estados cerca de 53,4 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação contra covid-19, em 18 de janeiro. Até agora o Brasil registrou 32,4 milhões de doses aplicadas.

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Brasil

Butantan recebe insumo para produção de mais 5 milhões de doses da CoronaVac

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Com esse lote de matéria-prima, o instituto deve completar 46 milhões de doses da vacina negociadas com o governo federal até o fim de abril

DA REDAÇÃO

O Instituto Butantan recebeu, na manhã desta segunda-feira, 19, mais três mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), a matéria-prima da vacina CoronaVac. A quantidade do material fornecido pela farmacêutica Sinovac é necessária para produção de mais cinco milhões de doses do imunizante. O voo com o insumo chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos vindo de Pequim, na China, às 6h15. Com esse lote, que estava previsto inicialmente para o dia 8 de abril, o Butantan deve completar 46 milhões de doses da vacina negociadas com o governo federal até o fim de abril. Após o atraso, o envase do imunizante tinha sido suspenso.

Mais um lote de IFA deve chegar nos próximos dias para iniciar a produção dos outros 54 milhões de doses já acordados com o Ministério da Saúde até setembro. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, as vacinas a partir do IFA que chegou hoje vão começar a ser produzidas imediatamente. “Estamos trabalhando com o governo chinês para agilizar a chegada de matéria-prima. O ciclo de produção é de 15 dias e hoje já entra em produção. A partir do dia 3 de maio, voltamos a entregar vacinas novamente.” Até o momento já foram entregues 41,4 milhões de doses da CoronaVac. A previsão, em contrato, é de 100 milhões de doses neste ano.

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Brasil

Bolsonaro diz que cronograma da Fiocruz prevê entrega de 18 milhões de doses de vacinas em abril

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Governo federal projeta aumento no volume de repasses nos próximos meses: 21,5 milhões em maio, 34,2 milhões em junho e 22 milhões em julho

DA REDAÇÃO

Por meio de sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou que, até o final deste mês, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) terá entregue 18 milhões de doses da vacina de Oxford. Essa conta contempla as 7 milhões de doses recebidas entre o dia 1º de abril e este domingo, 17. “Ao longo do mês de abril, o cronograma da Fiocruz prevê a entrega de 18 milhões de vacinas. Na próxima semana, serão mais 4,7 milhões. Entre 26 de abril e 1º de maio, 6,7 milhões de doses devem chegar ao PNI [Plano Nacional de Imunização]”, disse Bolsonaro. O governo federal projeta aumento no volume de entregas da fundação de vacinas contra a Covid-19 nos próximos meses: 21,5 milhões em maio, 34,2 milhões em junho e 22 milhões em julho.

A partir do segundo semestre, a Fiocruz começará a produzir a vacina de Oxford com o IFA (ingrediente farmacêutico ativo) fabricado no Brasil. Trata-se da matéria-prima da vacina, responsável pela defesa do organismo contra o vírus. Para produzi-lo, é necessário multiplicar uma cepa do coronavírus (ou do adenovírus, oriundo de chimpanzé) em quantidade suficiente para a fabricação de um lote de imunizante. De acordo com o Ministério da Saúde, o país já recebeu 53 milhões de doses e aplicou 35 milhões.

“O governo federal tem se empenhando muito. Recentemente, nós conseguimos a antecipação de 15 milhões de doses da vacina da Pfizer, que chegarão até junho. Agora para maio, conseguimos, por meio do consórcio internacional Covax Facility, mais 4 milhões de doses. Estamos avançando, mas precisamos da união de todos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. “O objetivo é trazer vacinas. Seja da Pfizer, seja da Astrazeneca, seja da Coronavac. Enfim, vacinas para vacinar a população brasileira.”

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