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Vacina contra a Covid-19 será distribuída pela Azul Linhas Aéreas

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Segundo o governo federal, parceria com a companhia aérea vai garantir mais celeridade e segurança ao processo logístico de imunização da população

DA REDAÇÃO

O Ministério da Saúde anunciou uma parceria com a Azul Linhas Aéreas para distribuição da vacina contra a Covid-19 em todo o país. Com o acordo entre as partes, o governo federal espera garantir celeridade e segurança ao processo logístico de imunização da população.

A Azul informou que colocará à disposição do governo toda sua capacidade de distribuição. A companhia já trabalha em conjunto com o Executivo em outras ações, como a Operação Acolhida, que visa a interiorização de imigrantes venezuelanos que chegam ao Brasil pelo estado de Roraima.

No plano de vacinação contra a Covid-19, divulgado pelo governo federal nesta semana, há quatro fases previstas. Na primeira, serão imunizados trabalhadores da saúde, idosos acima de 75 anos e população indígena.

Na segunda etapa, está prevista a vacinação de pessoas entre 60 e 74 anos. A terceira fase prevê imunização de pessoas com comorbidades e, por fim, professores, trabalhadores das forças de segurança e funcionários do sistema prisional na quarta fase.


Fonte: Brasil 61

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Brasil completa um ano desde o primeiro caso de Covid-19

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Em um ano, são mais de 10 milhões de infectados e 250 mil mortes. Rádio Imprensa prepara uma retrospectiva dos principais fatos relacionados à Covid neste período

DA REDAÇÃO

A Rádio Imprensa preparou uma reportagem relembrando os principais fatos relacionados à Covid-19 para lembrar a data em que se completa 1 ano desde o primeiro caso confirmado da doença no país. Confira:

Brasil completa um ano desde o primeiro caso confirmado de covid-19

Produção e texto: Priscila Marçal; Edição: Reginaldo Simplício

No dia 26 de janeiro de 2020, uma notícia que colocou o Brasil em alerta: um homem de 61 anos foi internado em um hospital em São Paulo, após ter passado os dias do carnaval na Lombardia, na Itália, país que na época era o epicentro da doença no mundo. O anúncio foi feito, pelo então Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandeta.

A primeira morte por Covid-19 aqui no país foi no dia 12 de março. Nessa altura o contágio pelo novo Coronavírus já tinha perdido o controle e cada vez mais pessoas perdiam suas vidas para o vírus. No final de março, o ex-ministro Mandetta, previu que até abril haveria um colapso do sistema brasileiro de saúde, que seria incapaz de lidar com as hospitalizações em massa. No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro se referiu ao coronavírus como “uma gripezinha”.

Foi quando começou a polarização de opiniões a respeito de medidas de isolamento. Alguns a favor do lockdown, outros dizendo que as atividades econômicas não poderiam parar. Estados e municípios definiram protocolos próprios, muitos deles paralisando as atividades por longos dias, o que de fato afetou a economia.

Para ajudar as famílias dos mais afetados, o Governo Federal estruturou o Auxílio Emergencial, anunciado por Paulo Guedes em meado de março. O valor inicial previsto em R$ 200,00 reais aumentou para R$ 600,00 e depois foi prorrogado por mais quatro meses no valor de R$ 300,00, o que ajudou na crise financeira agravada pela pandemia, com a circulação da moeda no comércio e demais áreas da economia.

A pandemia do novo coronavírus foi marcada, também, pela epidemia de Fake News. Nunca se disseminou tantas notícias falsas como durante o período de enfrentamento do vírus, apesar de todo o trabalho de conscientização feita pela grande imprensa. Uma das notícias que mais marcaram o período foi a de que haveria escassez de produtos de higiene, como o papel higiênico, o que causou uma grande procura pelo produto nos supermercados, resultando, realmente, na falta deste, não porque não estava disponível no mercado, mas porque os supermercados não tinham tempo suficiente para repor o produto nas prateleiras, que logo eram esvaziadas novamente.

Durante a pandemia no Brasil, dois ministros da Saúde. Primeiro o Henrique Mandetta, menos de um mês depois, o Nelson Teich, que ficou poucos dias no cargo também anunciou sua saída. O motivo das demissões foi, principalmente, por discordâncias sobre protocolo do uso da cloroquina e hidroxicloroquina para tratamento da doença. O general de divisão Eduardo Pazuello, ficou como ministro interino por alguns meses até que fosse efetivado no cargo.

Em meio às polêmicas, polarização de diversas opiniões, aperto e afrouxamento das medidas de restrição, altas e baixas na economia… o país continua a registrar cada vez mais casos de Covid-19. Em 29 de junho, no dia pior dia da pandemia, o país registrou 1.554 mortes em apenas um dia. Em agosto os casos começaram a diminuir, dando à população uma falsa sensação de que a pandemia estava chegando ao fim. Com o relaxamento dos cuidados pessoais, uma nova onda da doença atingiu o país em novembro e de lá pra cá os casos voltaram a subir, principalmente no Estado do Amazonas, que sofreu com superlotação de hospitais e cemitérios, falta de oxigênio e falta de leitos para internar novos doentes.

Paralelamente à chegada da segunda onda, chegou a notícia da aprovação para uso das primeiras vacinas no mundo. O Brasil ainda demorou para iniciar a campanha de vacinação, ficando atrás de mais de 50 países até aplicar a primeira dose, em 17 de janeiro.

A vacina trouxe esperança sim, mas chegou junto com uma nova variante do vírus, ainda mais contagiosa e mais mortal. Este é o novo desafio que o país enfrenta agora.

Hoje, um ano após o primeiro caso confirmado da doença, o Brasil ainda está muito longe de vencer a Covid-19. Pouco mais de 2% da população está imunizada; os números de novos diagnósticos e novas mortes continuam crescendo; a população ainda não aprendeu com os erros do ano passado, quando abandonou os cuidados pessoais para evitar o contágio; e mais e mais vítimas são acrescentadas diariamente às estatísticas.

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Brasil

Brasil atinge a marca de 250 mil mortes por Covid-19, foram 50 mil em 48 dias

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Se o ritmo do contágio continuar aumentando, o país pode chegar a 300 mil mortes ainda no mês de março

DA REDAÇÃO

Amanhã completa-se um ano desde o início da pandemia no Brasil e foi às vésperas dessa data marcante que, ontem (24), o país ultrapassou a marca de 250 mil mortes devido à Covid-19. Especialistas atribuem esse número às novas variantes que são mais contagiosas e também à campanha de vacinação que ainda não conseguiu avançar no país.

Só para se ter uma ideia de como o ritmo de mortes voltou a se acelerar, vamos relembrar outras datas marcantes: a primeira morte por Covid-19 foi confirmada no país no dia 12 de março, e foram necessários 100 dias para que o número chegasse a 50 mil, em 20 de junho do ano passado. A marca dos 200 mil óbitos foi atingida em 7 de janeiro, bastaram-se mais 48 dias para chegarmos aos 250 mil, ontem (24). Ou seja, se o ritmo das mortes continuar acelerado, segundo os especialistas, o país pode atingir 300 mil mortes ainda no mês de março.

Números da Covid

Em 24h aqui no Brasil foram registrados 1.433 novas mortes, totalizando 250.079 óbitos desde o início da pandemia. Foram também 65.387 novos casos diagnosticados, totalizando 10.326.008 brasileiros que já tiveram ou tem a Covid-19.

A média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.129, a maior registrada desde o início da pandemia. Das seis maiores médias da série histórica, cinco delas foram anotadas ao longo das últimas duas semanas. Já são 35 dias seguidos registrando média móvel acima de mil aqui no país. 

Números da Covid em Goiás

Em Goiás são 388.106 casos confirmados, 8.411  mortes. O Estado permanece na fase vermelha no mapa de contaminação, o que indica alta no número de mortes. A variação da última semana apresenta o acréscimo de 16% no número de mortes.

Em Anápolis são 22.827 casos confirmados, 484 mortes.

Vacinação

Segundo o consórcio de veículos da imprensa 6.179.900 pessoas receberam pelo menos a primeira dose da vacina no Brasil, o que representa 2,92% da população brasileira.

Goiás vacinou 187.456 pessoas, o que representa 2,64% da população do Estado, esse número está estagnado desde o início da semana por falta de doses para dar sequência à campanha de vacinação. Já a aplicação da segunda dose da vacina continua avançando aqui no Estado. A segunda dose já foi aplicada em 30.583 goianos.

Mais doses da Vacina

Ontem (24) Goiás recebeu mais dois lotes de vacinas contra Covid-19. São 53 mil doses da AstraZeneca e 28,8 mil unidades da CoronaVac; ao todo 81,8 mil doses das duas vacinas. Segundo o governo do Estado, essas doses serão destinadas para idosos com mais de 80 anos.

A equipe de jornalismo da Rádio Imprensa solicitou à secretaria municipal de Saúde de Anápolis informações sobre quantas doses virão para a cidade e quais são as orientações para as pessoas que fazem parte do grupo prioritário para receber os imunizantes. A assessoria informou que ainda hoje (25) fará a divulgação dessas informações.

Compra de vacinas

O governador Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa um projeto autorizativo para destinar R$ 60 milhões de reais para comprar 1 milhão de imunizantes ao custo de R$ 60 reais cada. O projeto já foi aprovado.

Caiado também disse que vai remanejar outros R$ 60 milhões no orçamento da Secretaria Estadual de Saúde para comprar mais 1 milhão de doses, totalizando dois milhões de doses nesta primeira compra após a autonomia dada pelo STF a Estados e Municípios para comprar doses dos imunizantes.

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Fevereiro contou com 19 leilões de bens apreendidos de criminosos

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A venda já gerou cerca de R$ 2 milhões neste ano, que retornarão à sociedade por meio de investimentos em políticas de segurança pública e de combate às drogas

DA REDAÇÃO

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), encerra o mês de fevereiro de 2021 com 19 leilões. A venda de bens apreendidos de criminosos já gerou cerca de R$ 2 milhões neste ano. A expectativa é superar o valor registrado em 2020, que foi de mais de R$ 134 milhões. No mês de janeiro foram promovidos 15 leilões. Os números apontam um avanço expressivo comparado ao mesmo período do ano anterior. Ocorreram 3 leilões em janeiro e 3 em fevereiro de 2020.

Neste mês, veículos, imóveis e até um avião foram disponibilizados para lances, a partir de 50% do valor avaliado. Nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, imóveis confiscados de traficantes também foram disponibilizados para venda.

O valor arrecadado com a descapitalização de criminosos retorna à sociedade por meio de investimentos em políticas de segurança pública e de combate às drogas, como a capacitação de profissionais, reaparelhamentos das polícias e projetos em âmbito nacional.

Centenas de bens já estão em processo de venda em todo o Brasil e devem ser disponibilizados a leilão nos próximos meses. A Senad trabalha para acelerar a venda do passivo que ficou parado durante anos nos pátios das polícias, gerando custos para o poder público com aluguéis de depósitos para guardá-los.

Fonte: www.gov.br

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