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Brasil

Senadores pedem votação do piso salarial de enfermeiros

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Projeto que institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras gerou grande movimento nas redes sociais, e pode ser incluído na pauta de votações do Senado

DA REDAÇÃO

O projeto de lei que institui o piso salarial de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras pode ser incluído na pauta de votações do Senado Federal. A defesa do PL 2.564/2020 ganhou grande movimento nas redes sociais nas últimas semanas, com apoio de um grupo de senadores ao texto de Fabiano Contarato (Rede-ES).

Caso seja aprovado, o projeto irá fixar o piso em R$ 7.315 para enfermeiros, com demais categorias tendo um piso proporcional a esse valor, sendo R$ 5.120 para os técnicos de enfermagem e R$3.657 para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

A relatora do PL, Zenaide Maia (Pros-RN), foi favorável à aprovação, na forma de um substitutivo. O texto alternativo altera pontos como a carga horária. O projeto original determinava que o valor do piso seria aumentado proporcionalmente para cargas horárias maiores, já a alteração prevê que a jornada normal de trabalho desses profissionais não será superior a 30 horas semanais. 

A data de vigência da lei também foi alterada, deixando de ser de seis meses após a data da publicação para entrar em vigor no primeiro dia do ano seguinte ao da publicação. Vários parlamentares se manifestaram em Plenário e pelas redes sociais a favor do projeto. 

Na última reunião de líderes, realizada quinta-feira (22), o líder da Minoria, Jean Paul Prates (PT-RN), solicitou ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que coloque a proposta em votação, ressaltando que, atualmente 65% da força de trabalho da saúde é da área de enfermagem, mas que esses profissionais não têm piso e nem carga mínima de trabalho.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Balanço comercial tem melhor saldo da história e bate recorde de exportações

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País exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou. Setores com maiores crescimentos foram da agropecuária e da indústria

DA REDAÇÃO

A balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou, tendo um saldo maior do que em abril de 2020 em 67,9%. As exportações no último mês somaram mais de US$ 26 bilhões e bateram recorde para todos os meses desde o início da série histórica em 1989.

No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020 as exportações caíram por causa das medidas de restrição social, portanto, além da recente alta no preço, outro motivo que levou ao aumento das exportações foi a base de comparação. Com o resultado de abril, a balança comercial acumula superávit de mais de US$ 18 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, um resultado 106,4% maior que o do mesmo período de 2020.

Os setores que mais registraram crescimento nas vendas para o exterior foram as exportações agropecuária, com 44,4%, e da indústria com aumento de 73,2% em relação ao ano passado.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Cresce o número de famílias com dívidas em atraso

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Resultado é o mais alto desde agosto de 2020. Segundo os dados da CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida

DA REDAÇÃO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira (4), dados que mostram que a parcela de famílias com dívidas em atraso cresceu para 67,5% em abril deste ano. Em março, o percentual foi de 67,3%. O resultado deste último abril é o mais alto desde agosto de 2020, quando também se registou o mesmo percentual atual.

Outro dado divulgado foi em relação à parcela de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas, atingindo 10,4%, valor abaixo do ponto totalizado no mês passado, mas acima dos 9,9% de abril de 2020. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de cerca de 6 meses, enquanto o tempo de atraso na quitação das mesmas atingiu quase 62 dias, o menor prazo desde julho de 2020.

Ainda segundo a CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida e o seu percentual de uso voltou a crescer, chegando a um novo recorde de 80,9% do total de famílias.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

IBGE: produção industrial sofre segunda queda consecutiva

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Pesquisa aponta que 15 das 26 atividades industriais tiveram queda na produção

DA REDAÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberou os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) referente à produção industrial brasileira. Os números mostram recuo de 2,4% na passagem de fevereiro para março, resultando na segunda queda consecutiva registrada neste ano.

Quinze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de fevereiro para março, sendo o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias o mais afetado, com queda de 8,4%. Também houve recuo expressivo no setor de confecção de artigos do vestuário e acessórios, caindo 14,1%.

Já entre os 11 setores com crescimento, os principais destaques foram as indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).


Fonte: Brasil 61

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