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Política

Projeto Eleições 2020: Delegado Federal Humberto levantou a bandeira da segurança

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O candidato tem várias propostas para a área de segurança pública e acredita que a prefeitura tem, também, responsabilidade de fornecer mecanismos para garantir segurança à população

RÁDIO IMPRENSA

Honrando suas raízes, que é a Polícia Federal, o candidato Humberto Evangelista (PSD), quer investir esforços para melhorar a segurança pública, caso eleito. Ele e seu vice, Amaury Esberard, também do PSD, foram os entrevistados do Programa O X da Questão nesta quarta-feira (11.11), durante o Projeto Eleições 2020, idealizado pela Rádio Imprensa.

O candidato explicou as ideias que registrou em seu Plano de Governo. Foram feitas oito propostas na área da Segurança Pública, como, por exemplo, criar uma Secretaria Municipal de Segurança Pública, Criar a Guarda Civil, trazer para Anápolis Comandos Especiais de Combate à Criminalidade (Bope, Giro, Rotam, Choque e Polícia Ambiental) e aumentar a quantidade de câmeras de videomonitoramento. Falou, também sobre a urgência de se questionar o Presídio Estadual de Anápolis e da Cadeia Pública (Recanto do Sol) que geram insegurança para a população. Disse também que as Polícias Civil e Federal precisam de um prédio digno para que os policiais executem melhor suas funções e que estaria disposto a doar o terreno para que os Governos Estadual e Federal construam essas unidades.

Outro assunto que os candidatos consideram urgente para a cidade é o Saneamento Básico. O vice Amaury Esberard falou sobre a possibilidade de reduzir o desperdício de água, como maneira de aumentar a oferta. Lembrou que há poucos anos o desperdício na cidade era de mais de 50% e a Saneago conseguiu reduzir para 30%. Os candidatos pretendem reduzir ainda mais esse índice. Disse, também, que é necessário enxergar o crescimento habitacional a longo prazo e pensar em alternativas para trazer água para a cidade. Uma de suas propostas é trazer água do Lago Corumbá, distante 30 quilômetros da cidade.

Para a Educação, os candidatos pensam em militarizar 50% das escolas municipais por meio de convênios com a Polícia Militar e convocando os militares da reserva para ministrar aulas. Pretendem, também, buscar parcerias para instalar um Colégio Militar Federal e outras unidade de educação militarizadas. Também pretendem construir uma creche no Daia para atender às mães trabalhadoras no distrito.

Na área da saúde pretende construir um novo Hospital Municipal, uma Maternidade, Unidades de Saúde em bairros que ainda não são contemplados com o serviço e um ambulatório no Daia.

Para a gestão econômica da máquina pública, os candidatos pretendem reduzir de 20 a 30% os gastos com água, energia, telefone e material de consumo motivando os servidores a colaborarem com essa meta, e em troca receberem reajustes salariais. Querem, também, criar o Banco Municipal de Anápolis (BMA) e fazer girar o dinheiro dentro do município, oferecendo crédito ao microempreendedor com juro de 3,5% ao ano.

Os candidatos apresentaram também algumas obras de infraestrutura para o município. Um novo prédio para a administração municipal é o principal deles. A ideia é construir uma grande unidade que abrigará todas as secretarias municipais, centralizando a oferta de serviços públicos em um só local. O candidato disse que pretende buscar verba junto ao Governo Federal para executar essa obra, a exemplo de cidades vizinhas que fizeram o mesmo.

Também pretende transformar as principais avenidas da cidade em um anel viário para dar mais fluidez ao trânsito, além, também, de dar sequência à construção do novo viaduto de acesso ao Recanto do Sol.

Para o transporte público, disse que pretende reduzir o preço da passagem pedindo ao Governo Estadual que zero o ICMS sobre o preço do combustível para o serviço. Vai exigir, também, que os coletivos estejam sempre em boas condições de tráfego.

Na área da moradia, os candidatos pretendem doar ou transferir a baixo custo, terrenos municipais a pessoas de baixa renda; e, para ajuda-las a construir sua casa, buscar parcerias com empresários do setor de construção civil e, assim, construir casas em regime de mutirão.

Ao ser perguntado sobre o que faria com o prédio da Câmara de Vereadores, obra polêmica na cidade, o candidato disse que demoliria e construiria outro em outro local.

Confira a entrevista na íntegra:

entrevista com humberto evangelista – 1ª parte
entrevista com humberto evangelista – 2ª parte

Para votar

Foto de Urna do Delegado Federal Humberto

Nome de Urna: Delegado Federal Humberto

Nome completo: Humberto Evangelista

Partido: PSD

Número: 55

Sobre o candidato

Humberto Evangelista é Delegado Federal aposentado. Sua participação na política começou na eleição passada, quando se candidatou para o cargo de Deputado Estadual. E agora, em 2020, pelo PSD, concorre ao cargo de prefeito. Tem como vice, o empresário Amaury Esberard, que também é filiado ao PSD.

Sobre o Projeto Eleições

O Projeto “Eleições 2020” é uma realização da Rádio Imprensa. Em duas rodadas de entrevistas, a equipe de jornalismo da Rádio Imprensa entrevista os nove candidatos à prefeitura de Anápolis. A primeira rodada foi do dia 28 de setembro a 08 de outubro. A segunda rodada começou no dia 30 de outubro e vai até o dia 12 de novembro.

As entrevistas serão realizadas no programa “O X da Questão”. Dessa vez os candidatos tem uma hora para apresentar suas propostas para a administração da cidade (o dobro do tempo da primeira rodada). As entrevistas também são transmitidas ao vivo nas redes sociais da Rádio Imprensa: YouTube, Facebook e Instagram.

O Projeto “Eleições 2020” tem a intenção de contribuir com o processo eleitoral, levando informação ao eleitor com ética e imparcialidade.

Confira o calendário de entrevistas

30.10 – Douglas Carvalho (PSOL)

03.11 – Márcio Corrêa (MDB)

04.11 – Roberto Naves (PP)

05.11 – João Gomes (PSDB)

06.11 – José de Lima (Patriota)

09.11 – Antônio Gomide (PT)

10.11 – Josmar da Moura Gás (PRTB)

11.11 – Delegado Federal Humberto (PSD)

12.11 – Valeriano (PSL)

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Política

Reforma tributária deve ser votada até a metade de 2021

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O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) também afirmou que o colegiado pretende apresentar o texto definitivo para apreciação no Congresso até o fim de fevereiro

DA REDAÇÃO

Presidente da comissão mista que analisa a reforma tributária no Congresso Nacional, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) acredita que a proposta que mudará o sistema de cobrança de impostos no Brasil será aprovada até a metade de 2021. Em seu perfil do Twitter, o parlamentar também afirmou que o colegiado pretende apresentar o texto definitivo para apreciação no Congresso até o fim de fevereiro.

“A nossa missão é juntar tudo em um texto só. Então, combinamos que, durante o mês de fevereiro, a comissão mista conclua o seu trabalho, apresentando o relatório que vai ser dado entrada em uma das casas do Congresso Nacional, com a Câmara ou Senado, para que a gente, ainda em 2021, se possível até o meio do ano, agosto no máximo, a gente consiga entregar para o Brasil um novo sistema tributário”, projeta.  

A expectativa de Rocha foi anunciada após encontro de membros da comissão mista com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). A reunião também contou com a presença do relator da matéria no colegiado, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Ainda, segundo Rocha, a proposta precisa ser aprovada para que o País consiga avançar no processo de retomada econômica. “A reforma tributária é fundamental para melhorar o ambiente de negócios, gerar mais empregos, aumentar a arrecadação tributária e o Brasil poder respirar melhor”, disse o parlamentar.

Para o presidente do senado, Rodrigo Pacheco, o Congresso Nacional precisa ter o compromisso de estabelecer um novo sistema tributário mais justo, no qual a população também saiba exatamente o paga de imposto. Segundo o parlamentar, o atual modelo é obscuro e também dá margens para sonegação de impostos.

“O que o mercado e a sociedade esperam de nós é uma reforma tributária mais justa possível, que entregue ao país um sistema de arrecadação mais simplificado, menos burocratizado, com mais justiça social, não inibindo o setor produtivo do Brasil. Esses serão os objetivos de mérito da reforma tributária, e nos cabe definir esse procedimento e entregar as pautas da reforma tributária no Brasil”, destaca.

Convergência das PECs

Atualmente, os parlamentares analisam duas Propostas de Emenda Constitucional. Uma delas é a PEC 45/2019, em tramitação na Câmara. A outra é a PEC 110/2019, apreciada pelos senadores. Com a semelhança das matérias, a ideia é criar um único texto de reforma tributária – trabalho que já começou a ser feito pela comissão mista.

A principal convergência entre os dois projetos é a extinção de tributos que incidem sobre bens e serviços. A princípio, eles seriam substituídos por um só imposto sobre valor agregado.

A PEC 45/2019 acaba com cinco tributos. Três deles são de competência da União (IPI, PIS e Cofins). Os demais são o ICMS, que pertence aos estados; e o ISS, arrecadado pelos municípios. Além desses, a PEC 110/2019 extingue outros quatro impostos federais. São eles: IOF, salário-educação, Cide-combustíveis e Pasep.

A comissão mista da reforma tributária foi criada em fevereiro de 2020 pelos então presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia. O colegiado é composto por 25 senadores e 25 deputados, que teriam 45 dias para “consolidar o texto” da mudança constitucional sobre a mudança na cobrança de tributos.
 

Fonte: Brasil 61

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Política

Reforma Tributária pode ser votada este ano

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Durante reunião, os presidentes da Câmara e do Senado trataram sobre o cronograma para votação da pauta

DA REDAÇÃO

Nesta quinta-feira (4), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), afirmou que a reforma tributária deve ser aprovada entre agosto e outubro deste ano. Essa previsão ocorreu após um café da manhã em que o parlamentar discutiu o assunto com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL). Na avaliação do senador, a pauta “é uma prioridade para o País”.

Por isso, a comissão mista criada no ano passado para discutir a reforma vai retomar as atividades. Na avaliação dos presidentes das Casas Legislativas, o trabalho será em conjunto para que as reformas tenham discussões claras e transparente. Apesar disso, ainda é preciso definir se a proposta começa a tramitar pelo Senado ou pela Câmara dos Deputados.

Fonte: Brasil 61

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Política

Câmara dos Deputados: confira as pautas prioritárias do novo presidente Arthur Lira

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Primeiro ato do parlamentar foi estabelecer nova eleição para Mesa Diretora

DA REDAÇÃO

Arthur Lira (PP-AL) é o novo presidente da Câmara dos Deputados. Com 302 votos, seu primeiro ato foi estabelecer nova eleição para Mesa Diretora.

Durante assinatura de ato simbólico, na manhã de quarta-feira (3), juntamente com o presidente eleito do Senado, Rodrigo Pacheco, Arthur Lira apontou a prioridade das pautas econômicas e agilidade na vacinação contra Covid-19.

“Nesse momento, o foco é união de forças no combate à maior pandemia em 100 anos; a busca de alternativas legislativas pela vacina e a consequente afirmação dos compromissos das pautas, que destravarão a economia e beneficiarão – no âmbito do Brasil – os negócios, a geração de emprego e de renda e favorecimento daqueles que mais precisam”, afirmou.

Pautas prioritárias

O novo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, destacou as pautas prioritárias no Congresso Nacional, dentre elas a PEC 186/2019 ou PEC Emergencial, que cria mecanismos de controle de despesas públicas para União, estados e municípios; a PEC 188/2019, que busca descentralizar o orçamento, prestigiando a autonomia dos estados e dos municípios e a PEC 187/2019 ou PEC dos Fundos Públicos Infraconstitucionais, que vai alocar um recurso muito significativo ao Tesouro Nacional para pagamento da dívida pública.

O senador também destacou a reforma tributária como proposta prioritária das duas Casas. “Entre elas estão a reforma tributária, que tramita através de duas propostas, na Câmara e no Senado Federal, e buscaremos estipular um prazo para apresentação de um relatório final da comissão que trata da reforma tributária”, afirmou.

O presidente da Fundação Liberdade Econômica e ex-diretor da Apex, Márcio Coimbra, avalia que a postura do presidente Arthur Lira será de menos enfrentamento ao Executivo e de mais pragmatismo, uma vez que o Centrão tem uma agenda que não segue o mesmo sentido que a do ministro Paulo Guedes. Ele também aponta a pauta do Auxílio Emergencial.

“Acredito que a agenda que veremos, esse ano, do Centrão, seja a da prorrogação do Auxílio Emergencial. Porque vai atender regiões que são importantes e caras para esses parlamentares, especialmente nas regiões menos assistidas, Norte e Nordeste. E provavelmente o Centrão deve ocupar o Ministério da Cidadania, que vai distribuir esses recursos”, comenta.

Mesa Diretora

A votação da nova Mesa Diretora, que comandará a Casa pelos próximos dois anos, estava marcada para segunda-feira (1°), juntamente com a eleição do novo presidente da Câmara. Inclusive, os deputados chegaram a escolher os candidatos para os cargos. Mas assim que Arthur Lira foi nomeado como presidente da instituição, sua primeira determinação foi anular a votação da Mesa Diretora. Segundo ele, o bloco partidário de Baleia Rossi (PT, MDB, PSDB, PSB, PDT, Solidariedade, PCdoB, Cidadania, PV e Rede) só foi formalizado após o prazo estipulado e, por isso, não deveria ser considerado.

Segundo o especialista Márcio Coimbra, Arthur Lira tinha legalmente o direito de tomar essa decisão, porque o bloco de fato não foi registrado em tempo hábil. Mas politicamente, ele conseguiu articular uma pacificação da situação com a proporcionalidade da Mesa.

Após a nova votação na manhã de quarta-feira (3), os seguintes parlamentares foram escolhidos, em primeiro turno: Marcelo Ramos (PL-AM) como 1º vice-presidente; André de Paula (PSD-PE), como 2º vice-presidente; Luciano Bivar (PSL-PE), como 1º secretário; Rose Modesto (PSDB-MS), como 3ª secretária; Rosângela Gomes (Republicanos-RJ), como 4ª secretária e os deputados Alexandre Leite (DEM-SP); Gilberto Nascimento (PSC-SP); Eduardo Bismark (PDT-CE) e Cássio Andrade (PSB-PA), como suplentes de secretários. Em segundo turno, a deputada Marília Arraes (PT-PE) foi eleita 2ª secretária.

A votação foi presencial e secreta, com 21 urnas eletrônicas distribuídas pelo Plenário Uysses Guimarães e pelos salões Verde e Nobre.

O especialista Márcio Coimbra explica como a decisão do presidente da Câmara impacta no cenário político do País. “Arthur Lira será um presidente da Câmara dos Deputados, que tem autoridade, e que saberá usar o seu poder de forma muito inteligente. Há uma divisão e um co-governo, onde Jair Bolsonaro terá em Arthur Lira um Primeiro-ministro indemissível”, avalia.


Fonte: Brasil 61

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