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Brasil

Programa Brasil Mais é retomado com objetivo de ampliar a produtividade de empresas brasileiras

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Iniciativa vai oferecer capacitação para melhorar a gestão e apoiar a adoção de tecnologias digitais a cerca de 120 mil empresas

DA REDAÇÃO

O Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), – em parceria com o Sebrae, o Senai e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) – retoma as ações do programa Brasil Mais, lançado em fevereiro deste ano e interrompido pela Covid-19.

O programa tem o objetivo de contribuir com a elevação do nível de produtividade e competitividade das empresas brasileiras em um cenário de transformação digital. A iniciativa está voltada especialmente aos pequenos negócios e empresas de médio porte, dos setores da indústria, comércio e serviços. A meta é atender cerca de 120 mil empresas até dezembro de 2022.

O Brasil Mais terá ações em dois eixos principais: melhores práticas produtivas (disponível para a indústria), e melhores práticas gerenciais (disponível para empresas de todos os setores, desde que sejam de micro ou de pequeno porte). Na plataforma, as empresas interessadas terão acesso a serviços e atendimentos assistidos, ferramentas de autodiagnóstico e conteúdos exclusivos que auxiliam na melhoria da gestão e produtividade do negócio.

Ao se cadastrar no programa, no site www.gov.br/brasilmais, a empresa escolhe em qual dos eixos tem interesse em ser atendida, responde a um questionário de autodiagnóstico para avaliar o seu grau de maturidade de produção ou gestão e é encaminhada para o atendimento, assistido por um dos parceiros do programa: Sebrae ou Senai.

O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, afirma que o programa foi desenhado para ter grande impacto no setor produtivo: “Desenvolvemos, com os parceiros, metodologias rápidas e de alto impacto para ajudar as empresas a melhorar a sua gestão e dar um salto em sua produtividade. A abordagem, inspirada nas melhores práticas e lições acadêmicas mundiais, envolve processos produtivos, operações, vendas, marketing e finanças, chegando até a adoção de tecnologias digitais”, destacou Da Costa.

O Sebrae promoverá o aperfeiçoamento das habilidades e práticas gerenciais das micro e pequenas empresas de todos os setores da economia envolvidos no programa, por meio da oferta de orientação técnica para inovação em temas gerenciais prioritários para cada empresa. Para isso, a instituição vai envolver 1 mil Agentes Locais de Inovação (ALI).

“Nesse momento, mais do que nunca, faturar mais e gastar menos é prioridade para os empresários. E em um cenário tão novo, é preciso pensar e agir diferente. O Sebrae vê, então, como prioridade, estimular a inovação para que as empresas se tornem mais produtivas”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O Senai irá ofertar serviços de melhoria da produtividade industrial, aplicando conceitos de manufatura enxuta, por meio da Mentoria Lean; e de digitalização da produção, por meio da Mentoria Digital, inserindo as empresas atendidas no rumo da quarta revolução industrial. Para tanto, serão envolvidos mais de 1,3 mil especialistas em todos os departamentos regionais do Senai. Com a aplicação dessas técnicas, planeja-se um ganho médio de 20% de produtividade do trabalho, nas linhas de fabricação que receberem o serviço.

Na plataforma do Brasil Mais, as empresas poderão encontrar de forma aberta e gratuita, diversos conteúdos digitais, tais como: manuais de melhores práticas produtivas e gerenciais, e-books, podcasts, links para cursos de capacitação, ferramentas de autodiagnóstico para avaliação de maturidade das empresas relacionadas a práticas produtivas, gerenciais e digitais.

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Brasil

Saúde negocia compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

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A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, disse o ministro da Comunicação, Fábio Faria

DA REDAÇÃO

O Ministério da Saúde negocia a compra de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer para imunizar a população contra a Covid-19. O governo já adquiriu o mesmo volume para a campanha contra o novo coronavírus. O primeiro lote, de 1 milhão de doses, deve chegar ao Brasil neste mês.

A nova negociação foi divulgada pela CNN Brasil. O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), confirmou a conversa com o laboratório em suas redes sociais. “A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, escreveu. A ideia é que as doses deste novo lote cheguem ao País no fim deste ano, com objetivo principal de reforçar a campanha de vacinação de 2022.

Em entrevista ao Estadão, no fim de março, a presidente da Pfizer no Brasil, Marta Díez, disse que havia espaço para o governo federal negociar a compra de mais vacinas com a empresa. Aplicada em duas doses, a vacina da Pfizer tem eficácia global de 95%. Na população acima de 65, alcança 94%, segundo avaliou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – o imunizante já conta com o registro de uso definitivo expedido pela agência reguladora.

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Governo federal negocia compra de 100 milhões de doses da Pfizer

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Ministério da Saúde conduz tratativas para aquisição dos imunizantes há cerca de 20 dias; vacina possui mais de 90% de eficácia contra a Covid-19

DA REDAÇÃO

O governo federal negocia a compra de um novo lote com mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, as tratativas entre membros do Ministério da Saúde e da farmacêutica já acontecem há aproximadamente 20 dias. Em postagem no Twitter nesta terça-feira, 20, Faria reforçou que o acordo sobre os imunizantes deve ser concluído rapidamente.”O Ministério da Saúde está negociando a compra de um novo lote com mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, publicou.

Além do lote em negociação, o governo federal já comprou 100 milhões de doses da Pfizer. A vacina, que tem mais de 90% de eficácia contra o coronavírus, possui o registro definitivo para uso no Brasil concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A nova remessa de imunizantes ajudará o país a atingir a meta anunciada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga: vacinar um milhão de pessoas por dia. Até esta segunda-feira, 19, 26.654.459 cidadãos foram imunizados com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil — o número equivale a 12,59% da população total.

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Brasil

Pandemia consolida vendas online e muda hábitos de consumo do brasileiro

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Se no início de 2020 consumidores respondiam por 12% da população com acesso a internet, hoje eles são mais de 18%

DA REDAÇÃO

Não só o volume de vendas cresceu, como também o de clientes — estendendo hábito pra quem nunca fez uma compra pela internet

A pandemia consolidou o e-commerce no Brasil. Segundo dados elaborados pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, com uma empresa de inteligência de mercado, o ano passado fechou com um acumulado de mais de 73% de aumento nas vendas online. Não só o volume de vendas cresceu, como também o de clientes — estendendo esse hábito pra quem nunca tinha feito uma compra pela internet antes. Se no início de 2020 consumidores respondiam por 12% da população com acesso a internet, hoje eles são mais de 18%.

Quem apostou no e-commerce entendeu: é o caminho do futuro. Essa é a certeza do Marcelo Marques, que é um dos fundadores de uma loja de móveis que nasceu na internet e hoje tem algumas unidades físicas. Ele também observa alguns movimentos específicos gerados pela pandemia: alta procura por objetos ligados ao home-office, por produtos para adaptação de mais pessoas em casa e, ainda, o impacto da perda de renda. “Você percebe que produtos de primeiro preço, produtos de primeira entrada, tiveram um crescimento mais significativo do que alta renda. Por causa desse problema de renda, de insegurança, fez com que as pessoas adotassem produtos com menor performance.”

A engenheira ambiental Joyce Bonacorsi acredita que a pandemia provocou reflexão sobre formas mais conscientes de consumo. Ela faz postagens nas redes sociais de alerta para os impactos ambientais. Tem dica para comprar usando menos embalagens, dar a destinação correta pro lixo… O número de seguidores vem aumentando muito. “Acho que as pessoas pararam para ver, porque a gente, nessa loucura do dia a dia, eu mesma, sendo engenheira ambiental, não ficava nessa loucura. Hoje as pessoas conseguem ter tempo, estar em casa, ver o que precisa fazer. Principalmente reciclar e reutilizar. Eu falo hoje, mais do que reciclar, precisamos gerar menos resíduo. Tudo isso: roupas, móveis. Você reutilizar.”

Há tempos a temática das consequências do nosso estilo de vida no meio ambiente está na agenda politica das principais potencias mundiais. Na tentativa de fazer com que as intenções saiam do papel, tratados internacionais foram firmados como o Protocolo de Kyoto e, mais recentemente, o Acordo de Paris. A questão climática é bandeira do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que inclusive essa semana irá receber 40 chefes de estado na Cúpula do Clima. Entre eles, o presidente Jair Bolsonaro.

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