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Goiás

Procon alerta para os golpes mais comuns contra o consumidor

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Maior circulação de dinheiro aumenta preocupação com a ação de golpistas. Saiba como evitar e agir

DA REDAÇÃO

Com a injeção de dinheiro no mercado, motivada pelo 13º salário e as compras de final de ano, a preocupação com golpes aumenta consideravelmente. Pensando em meios de conscientizar e alertar o consumidor, o Procon Goiás, superintendência integrada à Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-GO), apresenta as principais modalidades criminosas, comuns nesta época do ano.

Confira abaixo quais são os golpes mais populares, como identificá-los e como agir:

Golpe do Motoboy

Este golpe se tornou notícia nas últimas semanas com a prisão de uma quadrilha que atuava em todo o país. A vítima recebe uma ligação ou mensagem de uma pessoa que se apresenta como representante de um banco, a fim de convencê-la a entregar os cartões e dados pessoais.

Uma das táticas é informar que o cartão de crédito foi clonado e que, para resolver a questão, o banco enviará um motoboy para recolher e bloquear o cartão. A pessoa entrega e pronto: caiu no golpe do motoboy.

É criada uma atmosfera que leva a vítima ao erro, sendo incluídas, inclusive, a música de espera e a mensagem institucional de segurança. Em seguida, o golpista diz que o cartão foi bloqueado e que um entregador irá passar em breve para recolhê-lo.

Às vezes, o estelionatário solicita a senha e orienta o “cliente” a cortar seu cartão no meio, como suposta prova de que ele não poderá ser usado. Ao obedecer, a pessoa está, na verdade, entregando todas as ferramentas necessárias para que os criminosos façam compras em seu nome.

É importante ficar atento e manter a calma nessas horas, pois é graças à sensação de urgência gerada pelos golpistas que este crime dá certo. Essa persuasão faz parte de uma técnica chamada ‘engenharia social’, que consiste em atacar as barreiras de defesa da vítima, não dando tempo para que ela se lembre de medidas de segurança básicas. Vale ressaltar que os bancos e instituições financeiras jamais pedirão um dado confidencial (como o número completo do cartão ou a senha), nem solicitará que você entregue seu cartão.

Caso o consumidor tenha se tornado vítima do golpe, ele deverá solicitar ao banco o cancelamento imediato do cartão e a alteração das senhas. Posteriormente, entre em contato com a Polícia Civil e registre um boletim de ocorrência.

Golpe do Boleto Falso

Consiste na falsificação de cobranças para fazer com que o pagamento vá para a conta bancária do golpista. Os estelionatários se utilizam de diversas artimanhas para atrair a vítima, que vão desde a manipulação do código de barras do documento até a criação de páginas falsas que oferecem o download da fatura forjada.

Os boletos falsos possuem características identificáveis, como erros de português e de formatação. Os dígitos finais da fatura representam o valor do boleto, se há divergência entre eles, possivelmente se tratará de um golpe.

Baixe, sempre que possível, o boleto diretamente do site do banco ou da empresa que está fazendo a cobrança. Duvide sempre de boletos que chegam por e-mail, especialmente quando a mensagem traz um assunto como “Urgente” ou “Seu nome está no Serasa”.

Em caso de compras online, evite, sempre que possível, os pagamentos por boletos. Existem plataformas que proporcionam uma maior segurança nas transações, já que elas atuam como intermediárias e podem ser acionadas se algo der errado na transação.

Caso haja algum problema com o recebimento do produto comprado, entre em contato com o Procon Goiás.

Nos demais casos, as vítimas deste golpe deverão entrar em contato com a Polícia Civil e registrar um boletim de ocorrência.

Golpe da falsa quitação de dívida

Popularmente conhecido como golpe do ‘nome limpo’, ele consiste na ação de golpistas que se apresentam, geralmente por meio das redes sociais ou ligações telefônicas, como representantes de empresas, agentes públicos ou conciliadores de dívidas.

Através de publicações atraentes, os estelionatários chamam atenção das vítimas, que têm pendências no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. Deste modo, eles ludibriam as vítimas ao ofertarem uma negociação muito inferior à dívida real.

Confiante, a vítima acaba seguindo as instruções do que acredita ser uma negociação das dívidas e faz o depósito em dinheiro. Depois do envio do comprovante de pagamento, o golpista desaparece.

Vale frisar que a Serasa tem uma plataforma chamada “Limpa Nome”, por meio da qual, os interessados podem entrar e negociar as dívidas. Muitos sites falsos aparecem com o mesmo intuito. Por isso é importante se certificar que está acessando o  site correto do órgão.

O consumidor que se tornar vítima deste crime deverá registrar um boletim ocorrência junto à Polícia Civil. Mas caso o delito tenha sido praticado por uma financeira, ela poderá, também, abrir um processo administrativo junto ao Procon Goiás pelo não cumprimento da oferta.

Golpe da lista telefônica

Desenvolvido para enganar empresários, o antigo golpe da lista telefônica se modernizou e continua fazendo vítimas em todo o país. Em um primeiro momento, os empresários recebem o pedido de atualização dos dados cadastrais com o intuito de renovar os cadastros das empresas em sites de busca ou nas listas telefônicas online. Os interlocutores se apresentam como representantes de editoras de listas telefônicas ou empresas de publicidade. Neste primeiro contato, é informado que o serviço será gratuito.

Após o envio dos dados, os criminosos enviam um documento por e-mail pedindo para que o funcionário ou o empresário assine, carimbe e reenvie. O documento destaca os dados da empresa, mas, logo abaixo, em letras bem pequenas, aparece o valor do contrato, que geralmente é dividido em 12 vezes.

Eles têm a ciência que os contratos serão cancelados e têm como foco o valor da multa de rescisão contratual que deverá ser paga para a efetivação da anulação do serviço.

É preciso redobrar a atenção sempre que assinar um documento. Encaminhe o contrato para um advogado de confiança e, na dúvida, não assine.

Depois de encerrado o prazo de arrependimento (7 dias), os golpistas passam a cobrar insistentemente a vítima, apresentando-se como funcionários de cartório. Eles alegam que irão protestar a empresa caso o título não seja pago. Vale ressaltar que os cartórios de protesto não costumam entrar em contato com as pessoas e tampouco prestam esse serviço de cobrança.

O Procon Goiás orienta as pessoas que forem lesadas pelo golpe que reúnam o maior número provas e que registrem a sua demanda junto ao Procon Goiás.

Denúncias e Reclamações

Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Goiás:
Disque Denúncia: 151
Telefone: (62) 3201-7124
Site: proconweb.ssp.go.gov.br ( pelo site também será possível agendar o atendimento presencial)
Endereço: Rua 8, 242 – Setor Central, Goiânia

Decon – Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor do Estado de Goiás:
Disque Denúncia Polícia Civil: 197
Telefone: (62) 3201-1529
Boletim de Ocorrência Virtual: raivirtual.ssp.go.gov.br
Endereço: Av. Independência, 2716 – Setor Leste Vila Nova, Goiânia

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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