A pesquisa vem sendo desenvolvida há 10 anos e, atualmente, está em fase de testes

Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) têm utilizado a mama-cadela, planta típica do cerrado brasileiro, como base de estudo para o tratamento de vitiligo. A pesquisa é desenvolvida há 10 anos e, atualmente, está em fase de testes. Caso seja aprovada, a formulação vai ajudar a repigmentar as áreas esbranquiçadas, que foram afetadas pela doença.
A pesquisadora e doutora em ciências farmacêuticas Mariana Cristina de Morais explica que a mama-cadela está sendo usada para manipulação de cremes, géis e pomadas. A ideia é a de que os produtos ajudem os pacientes a reduzir manchas por meio de um tratamento correto.
“Escolhemos a mama-cadela pois já tínhamos um conhecimento tradicional. As pessoas usam o chá da planta, como um conhecimento popular, para ajudar a repigmentar a pele. Por meio desta informação, fizemos um estudo científico para entender melhor a planta e suas propriedades”, relata Mariana.