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Goiás

Operação para conter aglomerações durante feriado prolongado tem início nesta 5ª

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DA REDAÇÃO

Força-tarefa visa garantir cumprimento dos protocolos sanitários adotados para evitar propagação do coronavírus em face do feriado prolongado do Dia do Servidor Público e do Dia de Finados. Entrevista coletiva com integrantes da força-tarefa está programada para as 9h desta quinta-feira (29/10), na primeira barreira policial da GO-020, saída para Bela Vista.

O Governo de Goiás dá início, nesta quinta-feira (29/10), à operação para evitar aglomerações nos principais municípios turísticos do Estado durante o fim de semana prolongado pelo feriado do Dia do Servidor Público, transferido para esta sexta-feira (30/10), e pelo Dia de Finados, na segunda-feira (02/11). Uma entrevista coletiva com integrantes da força-tarefa está programada para as 9h, na primeira barreira da GO-020, saída para Bela Vista.

A força-tarefa visa garantir o cumprimento dos protocolos sanitários adotados para conter a propagação do coronavírus. A atividade envolve Goiás Turismo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Ministério Público do Estado de Goiás, Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) e prefeituras municipais.

A Polícia Militar anunciou que a fiscalização será reforçada pelo Comando Rodoviário nas vias estaduais, como já ocorre normalmente nos feriados prolongados. A previsão é de que sejam destinados mais 346 policiais militares, 100 Bombeiros e 139 viaturas para auxiliar o efetivo já existente em 12 destinos turísticos goianos: Aruanã, Britânia, Itacaiú, Buriti Alegre, distrito de Bandeirantes, Luiz Alves, Aragarças, Pirenópolis, Caldas Novas, Alto Paraíso, Três Ranchos e Abadiânia. A Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás anunciou o envolvimento de toda a tropa, inclusive das unidades especializadas, para reforço no policiamento ostensivo e apoio nas barreiras sanitárias. 

O Batalhão Ambiental irá destinar 8 embarcações para as operações especiais no Rio Araguaia, em lagos e cachoeiras. Os oficiais farão uma primeira abordagem no sentido de orientar e, em caso de descumprimento continuado das normas, serão tomadas as medidas legais cabíveis, em consonância com cada situação. Cada município terá a sua estratégia, como coibir a entrada de visitantes sem a comprovação de reservas em hotéis. Também haverá barreiras e fiscalização para evitar som automotivo e aglomeração nas principais ruas e avenidas das cidades, como já foi anunciado pela Prefeitura de Aruanã. A Polícia Militar estará de prontidão para apoiar as ações dos municípios. 

A Agência de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos Estaduais (AGR), por sua vez, manterá a fiscalização do transporte de passageiros em todo o Estado, inclusive nas rodovias de acesso às cidades turísticas, a fim de inibir o transporte irregular. A AGR é o órgão do Governo do Estado responsável pelo cadastro, licenciamento e fiscalização de empresas para o transporte intermunicipal de passageiros, sejam eles constantes, de fretamento para o turismo ou escolares.

A Agência disponibiliza, ainda, à população os canais de atendimento da Ouvidoria, onde podem ser registradas as denúncias e reclamações, caso haja suspeita de veículos transportando passageiros de forma irregular. Os usuários podem acessar a Ouvidoria da AGR pelo whatsapp 062-9.8480-7353, ou ligar para a central de atendimento, no 0800-704-3200. Os atendimentos estão disponíveis também no site da Agência: agr.go.gov.br.

Em reunião realizada pela Goiás Turismo, na segunda-feira (26/10), para discutir as ações, o Ministério Público informou que irá reforçar as recomendações às prefeituras para que adotem as medidas para conter aglomerações. A Goiás Turismo realiza a interlocução com os municípios, alertando sobre as responsabilidades dos gestores e a importância de se manter as ações preventivas neste feriado. O presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, lembrou que a força-tarefa realizada no feriado prolongado de 12 de outubro, obteve êxito graças ao envolvimento de todos os órgãos. “Mais uma vez contamos com a conscientização e a colaboração dos turistas”, afirmou. 

Além da força-tarefa, o Governo de Goiás trabalha para conscientizar a população da responsabilidade que cada um tem na luta contra o coronavírus. A Secretaria de Comunicação realiza a campanha “Quanto mais perto, mais longe”, com peças publicitárias que têm por objetivo alertar para a importância do respeito aos protocolos sanitários e de distanciamento social.

Serviço:

Assunto: Início da força-tarefa para conter aglomerações nas cidades turísticas de Goiás.
Entrevista coletiva de imprensa com os órgãos envolvidos.
Quando: Quinta-feira (29/10), às 9h.
Onde: Primeira barreira da GO-020/saída para Bela Vista

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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