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Brasil

Ministério da Saúde já viabilizou transferência de 261 pacientes do Amazonas

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A estratégia é feita em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que apoia a ação viabilizando leitos nos Hospitais Universitários Federais

DA REDAÇÃO

O plano de cooperação firmado entre os governos Federal e do Amazonas para transferência de 235 pacientes com Covid-19 para outros estados já ultrapassou a meta inicial. Até o momento, já foram transportados 261 pacientes de Manaus, Tabatinga e Parintins para 11 estados brasileiros e Distrito Federal.

Dos 261 pacientes transferidos do dia 15 de janeiro até o último domingo (24), 252 são de Manaus e nove são do interior do estado – três de Tabatinga, que foram para o Acre, e seis de Parintins, que seguiram para o Pará. Já receberam pacientes: Teresina (PI), São Luís (MA), João Pessoa (PB), Natal (RN), Goiânia (GO), Belém (PA), Maceió (AL), Vitória (ES), Recife (PE), Uberaba (MG) e Brasília (DF).

Os pacientes transferidos são selecionados atendendo à classificação de risco do protocolo de Manchester, adotado pelos médicos que atuam na Central Unificada de Regulação de Agendamento de Consultas e Exames (Cura) do governo do Amazonas.

Desde o início das transferências, mais de 20 pacientes já receberam alta hospitalar. Seis que estavam em São Luís (MA) retornaram para Manaus durante a madrugada dessa segunda-feira

(25).

Comitê de Enfrentamento da Covid-19

A estratégia é parte do trabalho do Comitê de Enfrentamento da Covid-19, coordenado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o governo do Amazonas; a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que apoia a ação viabilizando leitos nos Hospitais Universitários Federais; e o Ministério da Defesa, que presta apoio com aeronaves; além dos gestores dos estados que têm acolhido esses pacientes.

Fonte: www.gov.br

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Brasil

Faturamento do setor industrial cresce 8,7% em janeiro

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Levantamento foi feito pela Confederação Nacional da Indústria

DA REDAÇÃO

A atividade industrial brasileira terminou o mês de janeiro deste ano com um nível acima do verificado no mesmo mês de 2020, segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI). 

A pesquisa mostrou que o faturamento do setor cresceu 8,7% em janeiro deste ano em comparação a janeiro do ano passado. Também foi verificada uma alta de 6,7% nas horas trabalhadas na produção.

Entre outros pontos, o levantamento também constatou que a capacidade instalada em janeiro de 2021 ficou em 79%, 2,2 pontos percentuais acima do mês de 2020. A CNI afirma que “todos os índices de janeiro deste ano mostram alta na comparação com o mesmo mês de 2020”.

Fonte: Brasil 61

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Brasil

Modernização na colheita de cana-de-açúcar no Brasil ajuda a reduzir efeito estufa

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Essa mudança foi a principal responsável pela redução de 72,8% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) de 2016, em relação à 2010

DA REDAÇÃO

Nos últimos 30 anos o Brasil tem avançado na modernização do processo de colheita de cana-de-açúcar, com adoção de novas técnicas e tecnologias. E essa mudança foi a principal responsável pela redução de 72,8% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) de 2016, em relação à 2010. Antes dessa modernização, a colheita da cana-de-açúcar era realizada de forma manual e depois as áreas de cultivo eram queimadas.
Os dados fazem parte do Inventário Nacional de Emissões e Remoções de GEE, um dos componentes da Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), coordenou a elaboração do documento enviado à UNFCCC em dezembro de 2020.

De acordo com Luiz Carlos Dalben, que é diretor da Associação dos Plantadores de Cana do Médio Tietê (Ascana), a colheita mecanizada que está sendo inserida no Brasil há alguns anos ajudou a eliminar muitos problemas que existiam na colheita manual de cana queimada e trouxe benefícios aos trabalhadores.

“O trabalhador passou a operar máquinas ou colhedoras de cana. O benefício a nível de queima é que nós tivemos a não emissão de gases de efeito estufa com a eliminação da queima. O benefício a nível de custo, é que a colheita mecanizada é mais barata do que o custo da colheita manual”, explicou Dalben.

Além de ser engenheiro agrônomo, há mais de 40 anos o Luiz Carlos Dalben é produtor de cana em Lençóis Paulista, e com sua experiência na área ele cita que outro benefício importante trazido por essa mecanização foi “deixar entre 10 e 12 toneladas de palha pelas lavouras, o que contribui muito para a reciclagem de nutrientes, proteção e manutenção da umidade do solo”, afirmou o engenheiro.
Apesar dos benefícios da manutenção dessa palha da cana, é importante que os produtores tenham cuidado às misturas que se fazem, pois algumas podem gerar o efeito contrário. É o que explica a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, Paula Packer.

“A manutenção dessa palha, associada à adição de fertilizantes nitrogenados, pode aumentar as emissões de óxido nitroso, que é um dos gases que potencializa o efeito estufa. Porém, esses valores aumentados são substancialmente menores se comparados com as emissões anteriores, provenientes da queima do canavial”, destacou a pesquisadora.
De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) de 2019, o Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar no mundo, o que em 2018 representou aproximadamente 40% do volume mundial de colmos (tipo de caule) colhidos.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Ipea eleva em 3,7% a projeção de inflação em 2021

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Estimativa anterior era de 3,5%. Revisão ocorreu pela alta das commodities, queda cambial e segunda onda da Covid-19

DA REDAÇÃO

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para 3,7% a alta da inflação brasileira em 2021, divulgada na visão geral da Carta de Conjuntura n° 49. Em dezembro do ano passado, a inflação para este ano tinha sido projetada pela instituição em 3,5%. 

Com o avanço da pandemia, os preços internacionais das commodities aumentaram, a demanda pelo alimento domiciliar cresceu, o dólar ficou mais caro, houve alta internacional do valor do petróleo, que gerou aumento no preço dos combustíveis. Tudo isso fez com que a projeção dos preços administrados ficassem maiores para este ano.

Embora as expectativas para 2021 ainda sejam de desaceleração nos próximos meses, o elevado nível atual da inflação, combinado com o aumento do grau de imprecisão da economia brasileira devido às incertezas relacionadas à política fiscal, vem gerando revisões para cima das estimativas do IPCA para 2021.

De acordo com a técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea​, Maria Andreia Lameiras, nos últimos doze meses a taxa de alimentação em domicílio medida pelo IPCA subiu 19% no país. “A tendência é que essa alta vá desacelerando. Esperamos que 2021 seja o ano de uma alta tão forte de alimentos quanto foi em 2020. Teremos uma produção maior, as expectativas de safra não só do Brasil mas do mundo como um todo estão muito boas.”

Mas a especialista reforça que essa baixa não significa que os alimentos ficarão mais baratos, alguns terão custo benefício, mas no geral, a conta do supermercado ainda será alta.

Em contraste, a consumidora Beatriz Rodriguez, de Goiânia (GO), reclama que a alta no preço dos alimentos domésticos básicos levou a família a buscar alternativas, trocou a carne pelo frango e faz um comparativo do quanto gastava no supermercado. “Antigamente, quando era só eu e meu marido, uma compra de R$400 reais dava para passar quase dois meses. Hoje em dia esse valor ficou bem diferente, R$400 reais compramos só o ‘grosso’, não inclui carnes, ovos, leite”, disse. 

Inflação de serviços

É possível notar uma leve alta em relação aos serviços. No acumulado em doze meses, até janeiro, a inflação de serviços registrava variação de 1,5%, refletindo a queda de 5,7% dos serviços de transportes e alta de apenas 0,9% dos serviços pessoais e de recreação. Assim como o esperado, esses serviços foram os mais impactados pelo isolamento social, podendo ser visto nas deflações de passagens aéreas (-29%), hospedagem (-8,0%) e ingresso de cinema, teatro e show (-2,0%). 

A especialista Maria Andreia Lameiras ressalta que a pandemia da Covid-19 influenciou na revisão da projeção da inflação, mas de forma decrescente. “Esperávamos um primeiro trimestre mais forte para a economia brasileira como um todo, especialmente no setor de serviços. Já estávamos imaginando que não teria esse crescimento mais expressivo no primeiro trimestre”, conclui. 

Espera-se que o aumento da cobertura da imunização contra a Covid-19 contribua para a recuperação da demanda por serviços, principalmente os relacionados a cuidados pessoais e recreação, fazendo com que a inflação deste grupo encerre o ano de 2021 com alta de 3,6%, abaixo, portanto, da previsão anterior (4,0%).

Preços administrados

No caso dos preços administrados, a alta projetada agora de 4,4% superou a inflação estimada em dezembro de 2020, de 4%. Os preços administrados devem exercer maior pressão sobre a inflação neste ano. Parte dessa queda deve-se ao adiamento dos reajustes dos planos de saúde, dos medicamentos, adoção de home office, – que gerou a diminuição do uso de transporte público e queda nas receitas das empresas e reajustes maiores para 2021.


Fonte: Brasil 61

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