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Goiás

Mais de 26 mil empresas foram abertas em Goiás em 2020, o maior nº dos últimos cinco anos

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 Quantidade de novos negócios registrada pela Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) ano passado supera médias verificadas desde 2016

DA REDAÇÃO

Balanço divulgado pela Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) aponta que 2020 teve o maior número de abertura de empresas desde 2016. Foram constituídos 26.121 mil CNPJs em Goiás no ano passado, ante 24 mil em 2019. No ano anterior, o quantitativo chegou a 21 mil. Em 2017 e 2016, foram, respectivamente, 20 mil e 18 mil. 

Por outro lado, a quantidade de extinções diminuiu de 12,8 mil, em 2019, para 12,5 mil, em 2020. Outro dado significativo é que a partir do final do primeiro semestre do ano passado, apesar da pandemia da Covid-19, as aberturas de empresas superaram os anos anteriores. Em junho foram constituídas 2.112 empresas; em julho, 2.528; em agosto, 2.565; em setembro, 2.620; em outubro, 2.379; em novembro, 2.350 e, em dezembro, 2.175. 

No último dia 23, durante visita à Juceg para anunciar a redução de taxas, o governador Ronaldo Caiado reforçou a importância de reduzir a burocracia e incentivar que o empresário invista cada vez mais no Estado. “Era tida como a pior Junta Comercial do país e, hoje, em tão pouco tempo, já é a primeira. Isso é devolver Goiás aos goianos. Agora, a melhoria vai para o bolso do cidadão.”

Segundo o presidente da Juceg, as expectativas da entidade eram baixas devido à pandemia do coronavírus, mas os goianos conseguiram dar a volta por cima e superar as dificuldades. “Foi um ano bem atípico, mas acabou sendo um dos melhores nos últimos anos. Isso demonstra a capacidade que o goiano tem de empreender, de buscar caminhos diferentes para sobreviver”, destacou. 

Em 2020, o número registrado de sociedade empresária limitada, instituição de natureza jurídica que permite mais de um sócio, chegou a 14.432. Em 2019 foram 8.836. Outro destaque é que, do total de empresas abertas no último ano, 10.065 possuem mulheres no quadro societário. 

Segundo o presidente da Juceg, Euclides Barbo, o percentual de mulheres à frente das empresas era de 19%. O número subiu para 38% em 2020. “A vantagem das mulheres é que elas estudam mais, se especializam mais e se preocupam mais com o próximo. Então, as empresas comandadas por mulheres têm estruturas diferenciadas. Elas vão atrás do conhecimento primeiro para depois fazer o investimento”, destaca.

Dezembro

O último mês de 2020 alcançou a marca de 2.175 aberturas de empresas e 1.019 fechamentos. Os municípios que possuem maior número de empresas ativas são Goiânia (258.081), Aparecida de Goiânia (56.435), Anápolis (46.964), Rio Verde (24.843) e Valparaíso de Goiás (18.515). 

As atividades que tiveram maior crescimento em 2020 são as de prestação de serviços. Só em dezembro, foram abertas 183 empresas que fornecem serviços combinados de escritório e apoio administrativo; 159 relacionadas a comércio varejista de bebidas; 148 que atuam na consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica; 135 do tipo lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares; e 129 referentes à construção de edifícios. 

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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