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Brasil

Lançado programa para incentivar permanência nos anos finais do ensino fundamental

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Serão atendidos colégios com baixos Índices de Desenvolvimento da Educação Básica e com alunos de famílias beneficiárias do Bolsa Família

DA REDAÇÃO

Melhorar a qualidade dos estudos, evitar a evasão escolar e ampliar o apoio técnico e financeiro às escolas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. É o que prevê o programa Brasil na Escola, lançado nesta quarta-feira (31).

Segundo o Ministério da Educação (MEC), o Brasil na Escola é um incentivo à permanência, aprendizagem e progressão escolar com equidade e na idade adequada dos estudantes matriculados nos anos finais do ensino fundamental.

“O MEC está lançando mais um programa de grande importância, de grande relevância para a educação brasileira. E não só para a educação, para toda a nação. Quando se fala em educação de jovens, de crianças, esse é um tema bastante importante para o MEC”, afirmou o secretário-executivo adjunto do Ministério da Educação, José Barreto Júnior.

O secretário explicou os objetivos principais do programa: “Tem como finalidade lançar luz aos aspectos específicos dos anos finais do ensino fundamental, ampliando uma possibilidade de discussão e aprofundamento na compreensão de indicadores referentes a este recorte específico do universo educacional brasileiro”.

Três eixos

O programa está estruturado em três eixos. No primeiro, que prevê apoio técnico e financeiro às escolas para fortalecimento da gestão escolar, o Ministério da Educação investirá R$ 200 milhões, a cada dois anos, beneficiando 1 milhão de estudantes em 5 mil escolas públicas de todo o país.

No segundo eixo, de valorização de boas práticas para melhorar a aprendizagem dos alunos, o Governo Federal destinará R$ 50 milhões, a cada dois anos, para 10 mil escolas.

Para o terceiro e último eixo, que é de inovação para implementar novos modelos pedagógicos, está prevista uma seleção de escolas por meio de edital. A ideia é atender, em princípio, 54 instituições de ensino que poderão receber, cada uma, R$ 100 mil por ano, durante cinco anos.

Adesão ao Programa

A adesão ao programa é voluntária e será feita mediante termo fornecido pela Secretaria de Educação Básica, do Ministério da Educação, assinado, conjuntamente, pelo chefe do Executivo e pelo secretário de educação do ente federado que aderir ao programa.

Objetivos

Estão entre os objetivos do programa Brasil na Escola:

– Elevar a frequência escolar nos anos finais do ensino fundamental;

– Diminuir os índices de evasão e abandono escolar;

– Reduzir os índices de reprovação;

– Diminuir a distorção idade-série nos anos finais do ensino fundamental; e

– Propor estratégias inovadoras de organização pedagógica.

Implantação do programa

O Brasil na Escola será implementado por meio da colaboração entre União, estados, municípios e Distrito Federal. O Ministério da Educação disponibilizará às Entidades Executoras e às escolas cronograma contendo os prazos de adesão, planejamento, implementação e avaliação das estratégias do programa. As instituições que aderirem à ação devem manter um canal de comunicação permanentemente aberto com o MEC.

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Brasil

Balanço comercial tem melhor saldo da história e bate recorde de exportações

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País exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou. Setores com maiores crescimentos foram da agropecuária e da indústria

DA REDAÇÃO

A balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou, tendo um saldo maior do que em abril de 2020 em 67,9%. As exportações no último mês somaram mais de US$ 26 bilhões e bateram recorde para todos os meses desde o início da série histórica em 1989.

No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020 as exportações caíram por causa das medidas de restrição social, portanto, além da recente alta no preço, outro motivo que levou ao aumento das exportações foi a base de comparação. Com o resultado de abril, a balança comercial acumula superávit de mais de US$ 18 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, um resultado 106,4% maior que o do mesmo período de 2020.

Os setores que mais registraram crescimento nas vendas para o exterior foram as exportações agropecuária, com 44,4%, e da indústria com aumento de 73,2% em relação ao ano passado.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Cresce o número de famílias com dívidas em atraso

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Resultado é o mais alto desde agosto de 2020. Segundo os dados da CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida

DA REDAÇÃO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira (4), dados que mostram que a parcela de famílias com dívidas em atraso cresceu para 67,5% em abril deste ano. Em março, o percentual foi de 67,3%. O resultado deste último abril é o mais alto desde agosto de 2020, quando também se registou o mesmo percentual atual.

Outro dado divulgado foi em relação à parcela de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas, atingindo 10,4%, valor abaixo do ponto totalizado no mês passado, mas acima dos 9,9% de abril de 2020. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de cerca de 6 meses, enquanto o tempo de atraso na quitação das mesmas atingiu quase 62 dias, o menor prazo desde julho de 2020.

Ainda segundo a CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida e o seu percentual de uso voltou a crescer, chegando a um novo recorde de 80,9% do total de famílias.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

IBGE: produção industrial sofre segunda queda consecutiva

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Pesquisa aponta que 15 das 26 atividades industriais tiveram queda na produção

DA REDAÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberou os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) referente à produção industrial brasileira. Os números mostram recuo de 2,4% na passagem de fevereiro para março, resultando na segunda queda consecutiva registrada neste ano.

Quinze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de fevereiro para março, sendo o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias o mais afetado, com queda de 8,4%. Também houve recuo expressivo no setor de confecção de artigos do vestuário e acessórios, caindo 14,1%.

Já entre os 11 setores com crescimento, os principais destaques foram as indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).


Fonte: Brasil 61

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