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Goiás

Ipasgo divulga telefones para atendimento em cidades com novas regras de restrição

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Suporte a usuários é dado pelos telefones (64) 3462-1636 (Goiandira), (64) 3441-2148 (Catalão), (62) 3323-1621 (Ceres) e (62) 3312-1739 (Itapuranga)

DA REDAÇÃO

As cidades de Goiandira, Catalão, Ceres e Itapuranga decretaram estado de calamidade pública e interromperam as atividades não essenciais, em virtude da pandemia de Covid-19, e em alinhamento à Nota Técnica nº 01/2021, emitida pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO). Nessas localidades, portanto, o atendimento presencial em unidades do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos de Goiás (Ipasgo) está suspenso temporariamente.

Beneficiários do plano que precisam de qualquer tipo de suporte nesses municípios deverão entrar em contato com as equipes pelos telefones (64) 3462-1636 (Goiandira), (64) 3441-2148 (Catalão), (62) 3323-1621 (Ceres) e (62) 3312-1739 (Itapuranga). Apenas em casos de extrema necessidade, a colaboradora do posto agendará atendimento presencial.

Vale lembrar, ainda, que é possível resolver demandas sem sair de casa. Os beneficiários do Ipasgo contam com 24 serviços on-line que estão disponíveis no site www.ipasgo.go.gov.br ou no aplicativo Ipasgo Fácil, disponível para download gratuito na Play Store e na Apple Store. Por meio deles, é possível fazer a troca da senha, o bloqueio e a solicitação de um novo cartão, visualizar o status do plano, bem como ter acesso ao Cartão Virtual.

Caso o usuário ainda não tenha senha cadastrada para utilizar o aplicativo Ipasgo Fácil, basta ligar no 0800 62 1919 e solicitar uma senha, ou então pelo site do Ipasgo www.ipasgo.go.gov.br em “Usuário” – “Portal do usuário” – “Primeiro acesso”.

O presidente do Ipasgo, Hélio José Lopes, reforça as medidas de proteção contra a Covid-19 estabelecidas pelo Governo de Goiás. “Estamos passando por um momento muito delicado. Atualmente, há três variantes do vírus circulando no Estado e não podemos nos descuidar. Faremos o que for necessário para conter a transmissão”, salientou.

Restrições

No dia 16 de janeiro, o Ipasgo publicou a Portaria Normativa nº 003/2021, que suspendeu, por 21 dias, as cirurgias de caráter eletivo. A decisão cumpriu uma determinação doj Governo de Goiás e teve como objetivo aumentar a disponibilidade de leitos nos hospitais da rede credenciada para atender aos casos de internação de pessoas com Covid-19.

Neste período, somente serão efetivados procedimentos e cirurgias de urgência e emergência que tenham riscos e necessidades comprovados pela auditoria do Instituto. “Agora, a prioridade é garantir que os beneficiários porventura vítimas de contaminação pelo novo coronavírus recebam o atendimento adequado”, afirmou.

Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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