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Goiás

Ipasgo abre auditorias periciais para cirurgias bariátricas

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Para o agendamento, os usuários deverão ligar no telefone (62) 3238-2416 e comparecer à Central de Multiatendimento, na sede do Ipasgo.

DA REDAÇÃO

O Instituto de Assistência aos Servidores Públicos de Goiás (Ipasgo) está com a agenda aberta para a realização de novas auditorias periciais para cirurgias bariátricas. O procedimento, que estava suspenso devido à pandemia do novo coronavírus, foi liberado em agosto para as pessoas que já estavam marcadas desde março e, agora, foi retomado para os demais usuários.

O presidente do Ipasgo, Hélio José Lopes, afirma que os esforços do Governo de Goiás visam oferecer atendimento de saúde com qualidade e segurança. “Estamos respeitando todas as medidas de segurança e as cotas de procedimentos de obesidade mórbida de cada unidade hospitalar. A nossa prioridade é garantir a saúde e o bem-estar do usuário”, explica.

As cirurgias foram suspensas temporariamente, cumprindo determinações do Ministério da Saúde e do Governo de Goiás, com o objetivo de aumentar a disponibilidade de leitos nos hospitais da rede Ipasgo para atender aos casos de internação em função da pandemia do novo coronavírus e casos gerais de urgência e emergência.

Para o agendamento, os usuários deverão ligar no telefone (62) 3238-2416 e comparecer à Central de Multiatendimento, na sede do Ipasgo, com os seguintes documentos: cartão do Ipasgo, identidade, Termo de Consentimento, pedido do médico assistente da cirurgia, relatórios dos profissionais de saúde (médico, endocrinologista, nutricionista, psicólogo, fisioterapia, pneumologista – opcional –, entre outros). 

Caso necessário, devem levar também exames que comprovem comorbidades. Os relatórios e exames deverão ter até um ano de validade e estar em papel timbrado, com assinatura e carimbo do profissional, de forma legível e com data.

Pensando na segurança dos beneficiários e dos colaboradores, ambos deverão usar máscara durante a perícia, que acontecerá com intervalo de uma para outra. Os assentos da recepção são espaçados e será disponibilizado álcool em gel 70%. Todos os auditores usarão equipamentos de proteção individual (EPI’s). É importante que o usuário esteja com vestimentas leves e calçado fácil de retirar.

Documentos necessários
– Cartão do Ipasgo;
– Identidade;
– Termo de Consentimento;- Pedido do médico assistente da cirurgia, relatórios dos profissionais de saúde (médico, endocrinologista, nutricionista, psicólogo, fisioterapia, pneumologista – opcional -, entre outros);
– E, caso necessário, exames que comprovem comorbidades.

Serviço
Agendamento: (62) 3238-2416
Local: Central de Multiatendimento do Ipasgo – Avenida 1ª Radial, nº 586, Setor Pedro Ludovico, Goiânia.

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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