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Brasil

Inscrições para o Fies terminam hoje, dia 3

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Interessados podem se inscrever para concorrer a uma das vagas remanescentes em instituição de educação superior para o 2º semestre de 2020

DA REDAÇÃO

Candidatos não matriculados em instituição de educação superior podem se inscrever para concorrer às vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), do Ministério da Educação, para o segundo semestre de 2020 até as 23h59 da próxima terça-feira (3).

Já para os estudantes que estão matriculados em instituições particulares, o prazo de inscrição às vagas remanescentes do Fies termina às 23h59 do dia 27 de novembro.

As inscrições são realizadas pela internet, exclusivamente na página do Fies.

Todos os candidatos devem ficar atentos aos prazos e lembrar que a ocupação de vagas ocorre por ordem de conclusão de inscrição.

Segundo o Ministério da Educação, neste processo, a oferta de vagas remanescentes engloba 4.213 cursos de 881 instituições privadas de educação superior do país.

Até a última quinta-feira (29), o sistema eletrônico do Fundo de Financiamento Estudantil registrou mais de 13 mil inscrições concluídas. As vagas remanescentes são aquelas não preenchidas durante os processos seletivos regulares do Fies de 2020.

O Fies beneficia estudantes em todo o país a cursar o ensino superior. É o caso de Carine Sousa, de 22 anos, estudante de Jornalismo, em Brasília. Desde o ano passado, ele depende do Fies para pagar a faculdade e concluir o curso. 

“Acabei recorrendo ao Fies, porque estava puxado pagar a mensalidade com o salário de estagiária”, contou. “Ele [Fies] tem me ajudado bastante. Sem ele, eu não estaria fazendo faculdade”, disse.

Com o curso concluído, Carine não pensa em parar de estudar. “Depois que eu sair da faculdade eu pretendo me especializar mais e talvez recorra ao Fies novamente para poder me auxiliar até eu estiver estabilizada financeiramente”

Fies para bolsista parcial do Prouni

As vagas remanescentes do Fies também podem ser ocupadas por quem já estuda com bolsa parcial (50%) do Programa Universidade para Todos (Prouni) e deseja financiar a outra metade da mensalidade do curso com subsídios do Governo. Para esses alunos, o prazo final de inscrição também é 27 de novembro.

O Prouni oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições particulares de educação superior. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até 3 salários mínimos por pessoa.

Fies

O Fundo de Financiamento Estudantil foi criado por lei em 2001 e tem como objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos. A ideia, por meio do Fies, é o estudante cursar a faculdade e só começar a pagar depois, quando conseguir um emprego.

O Fies conta com uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. Para participar do programa, o estudante deve comprovar renda familiar de até 3 salários mínimos por pessoa. Outro critério para solicitar o programa, é o estudante ter participado do Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, e ter tirado média igual ou maior do que 450 pontos, e nota maior ou igual a 400 na redação.

Fonte: www.gov.br

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Brasil

Saúde negocia compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

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A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, disse o ministro da Comunicação, Fábio Faria

DA REDAÇÃO

O Ministério da Saúde negocia a compra de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer para imunizar a população contra a Covid-19. O governo já adquiriu o mesmo volume para a campanha contra o novo coronavírus. O primeiro lote, de 1 milhão de doses, deve chegar ao Brasil neste mês.

A nova negociação foi divulgada pela CNN Brasil. O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), confirmou a conversa com o laboratório em suas redes sociais. “A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, escreveu. A ideia é que as doses deste novo lote cheguem ao País no fim deste ano, com objetivo principal de reforçar a campanha de vacinação de 2022.

Em entrevista ao Estadão, no fim de março, a presidente da Pfizer no Brasil, Marta Díez, disse que havia espaço para o governo federal negociar a compra de mais vacinas com a empresa. Aplicada em duas doses, a vacina da Pfizer tem eficácia global de 95%. Na população acima de 65, alcança 94%, segundo avaliou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – o imunizante já conta com o registro de uso definitivo expedido pela agência reguladora.

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Governo federal negocia compra de 100 milhões de doses da Pfizer

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Ministério da Saúde conduz tratativas para aquisição dos imunizantes há cerca de 20 dias; vacina possui mais de 90% de eficácia contra a Covid-19

DA REDAÇÃO

O governo federal negocia a compra de um novo lote com mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, as tratativas entre membros do Ministério da Saúde e da farmacêutica já acontecem há aproximadamente 20 dias. Em postagem no Twitter nesta terça-feira, 20, Faria reforçou que o acordo sobre os imunizantes deve ser concluído rapidamente.”O Ministério da Saúde está negociando a compra de um novo lote com mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. A negociação começou há cerca de 20 dias e a pasta busca dar celeridade ao processo”, publicou.

Além do lote em negociação, o governo federal já comprou 100 milhões de doses da Pfizer. A vacina, que tem mais de 90% de eficácia contra o coronavírus, possui o registro definitivo para uso no Brasil concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A nova remessa de imunizantes ajudará o país a atingir a meta anunciada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga: vacinar um milhão de pessoas por dia. Até esta segunda-feira, 19, 26.654.459 cidadãos foram imunizados com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil — o número equivale a 12,59% da população total.

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Brasil

Pandemia consolida vendas online e muda hábitos de consumo do brasileiro

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Se no início de 2020 consumidores respondiam por 12% da população com acesso a internet, hoje eles são mais de 18%

DA REDAÇÃO

Não só o volume de vendas cresceu, como também o de clientes — estendendo hábito pra quem nunca fez uma compra pela internet

A pandemia consolidou o e-commerce no Brasil. Segundo dados elaborados pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, com uma empresa de inteligência de mercado, o ano passado fechou com um acumulado de mais de 73% de aumento nas vendas online. Não só o volume de vendas cresceu, como também o de clientes — estendendo esse hábito pra quem nunca tinha feito uma compra pela internet antes. Se no início de 2020 consumidores respondiam por 12% da população com acesso a internet, hoje eles são mais de 18%.

Quem apostou no e-commerce entendeu: é o caminho do futuro. Essa é a certeza do Marcelo Marques, que é um dos fundadores de uma loja de móveis que nasceu na internet e hoje tem algumas unidades físicas. Ele também observa alguns movimentos específicos gerados pela pandemia: alta procura por objetos ligados ao home-office, por produtos para adaptação de mais pessoas em casa e, ainda, o impacto da perda de renda. “Você percebe que produtos de primeiro preço, produtos de primeira entrada, tiveram um crescimento mais significativo do que alta renda. Por causa desse problema de renda, de insegurança, fez com que as pessoas adotassem produtos com menor performance.”

A engenheira ambiental Joyce Bonacorsi acredita que a pandemia provocou reflexão sobre formas mais conscientes de consumo. Ela faz postagens nas redes sociais de alerta para os impactos ambientais. Tem dica para comprar usando menos embalagens, dar a destinação correta pro lixo… O número de seguidores vem aumentando muito. “Acho que as pessoas pararam para ver, porque a gente, nessa loucura do dia a dia, eu mesma, sendo engenheira ambiental, não ficava nessa loucura. Hoje as pessoas conseguem ter tempo, estar em casa, ver o que precisa fazer. Principalmente reciclar e reutilizar. Eu falo hoje, mais do que reciclar, precisamos gerar menos resíduo. Tudo isso: roupas, móveis. Você reutilizar.”

Há tempos a temática das consequências do nosso estilo de vida no meio ambiente está na agenda politica das principais potencias mundiais. Na tentativa de fazer com que as intenções saiam do papel, tratados internacionais foram firmados como o Protocolo de Kyoto e, mais recentemente, o Acordo de Paris. A questão climática é bandeira do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que inclusive essa semana irá receber 40 chefes de estado na Cúpula do Clima. Entre eles, o presidente Jair Bolsonaro.

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