Greve de servidores do Banco Central atrasa segunda fase da ferramenta que mostra dinheiro “esquecido”

Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967
Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967

Em nota o Banco Central informou que a greve dos servidores do BC prejudicou o cronograma de desenvolvimento das melhorias do Sistema de Valores a Receber (SVR)

DA REDAÇÃO

A greve dos servidores do Banco Central (BC), suspensa no último dia 19, atrasou a implementação da segunda fase da ferramenta que mostra dinheiro “esquecido” em instituições financeiras. O retorno das consultas estava previsto para 2 de maio.

Em nota o Banco Central informou que a greve dos servidores do BC prejudicou o cronograma de desenvolvimento das melhorias do Sistema de Valores a Receber (SVR). O prazo de retorno do SVR, inicialmente previsto para 2 de maio, será adiado. A nova data será comunicada com antecedência.

Os valores a receber podem ser de recursos remanescentes de contas que foram fechadas ou restituição de cobranças indevidas, por exemplo. Na ferramenta, o consumidor pode também solicitar o pagamento dos recursos. O BC estima que há cerca de R$ 8 bilhões em valores esquecidos, mas na primeira fase do serviço ficaram disponíveis cerca de R$ 4 bilhões para devolução.

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