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Goiás

Governo divulga recomendações para festas de fim de ano

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Nota Informativa destaca medidas de biossegurança que são fundamentais para reduzir o risco de contaminação da Covid-19 e possibilidade da segunda onda da doença

DA REDAÇÃO

As festas de final de ano podem causar “eventos superdisseminadores”, propagando a transmissão da Covid-19, o que pode contribuir para uma segunda onda da doença em Goiás. Para alertar sobre essa situação, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), lançou a Nota Informativa Conjunta nº 13, com medidas de prevenção e controle do coronavírus durante as comemorações de Natal. 

A superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim, apela para que a população tome as medidas necessárias para minimizar o risco de transmissão da doença. “Estudos mostram que o que mais interfere no aumento ou na redução de casos é o comportamento humano, e, nessas festas de final de ano, essa é uma grande preocupação. Por isso, a orientação é que, principalmente, as festas familiares aconteçam em grupos nos quais as pessoas já convivam e já morem juntas”, orienta. 

A gerente de Vigilância Sanitária de Produtos e Serviços de Saúde, Eliane Rodrigues da Cruz, alerta que mesmo pessoas sem sintomas podem transmitir o vírus para outras pessoas, a depender do tipo e do tempo do contato. “Quanto mais próximo, desprotegido e demorado esse contato, maior a possibilidade de transmissão”, afirma.

Como ainda não há medicamento para tratamento e nem vacina para prevenção da infecção pelo coronavírus, as medidas de biossegurança recomendadas pelas autoridades sanitárias são a única forma de minimizar o risco de adoecimento, bem como reduzir a possibilidade de uma segunda onda, assegurando uma resposta satisfatória pelos serviços de saúde.

Orientações

São medidas fundamentais para se evitar o contágio: o uso de máscara por todos os participantes da reunião, retirando-a apenas na hora da alimentação; manter o distanciamento de dois metros; higienizar constantemente as mãos; promover as reuniões, preferencialmente, com o núcleo familiar e com quantitativo máximo de 15 pessoas; optar, preferencialmente, por locais amplos, com ventilação natural. 

Outro alerta importante é para que as pessoas do grupo de risco evitem participar de qualquer reunião, mesmo com número pequeno de pessoas. Nesse grupo estão maiores de 60 anos, cardiopatas, hipertensos, diabéticos, imunossuprimidos, portadores de doenças crônicas, gestantes, crianças menores de um ano.

Também é importante que não participem das festividades de final de ano pessoas com exame positivo ou com suspeita para Covid-19 que apresentem sintomas como febre, tosse, coriza, dor de cabeça, dor no corpo, fraqueza e outros. Nesses casos, deve-se permanecer isolado em casa, não colocando em risco a saúde de outras pessoas. Por fim, as viagens também devem ser evitadas.

Evento superdisseminador 

Quando uma ou mais pessoas – sabidamente ou não – estão com Covid-19 e transmitem o vírus a um grande número de outras pessoas, ocorre o que se conhece por evento superdisseminador. Essa transmissão se dá por meio da proximidade das pessoas ao dançarem, se abraçarem e se beijarem, bem como pelo compartilhamento de copos e outros objetos. Essas condições são próprias de festividades, nas quais as pessoas estão com o espírito desarmado e querem confraternizar, cear juntas, brindar e estar mais próximas umas das outras.

Quando as festas ocorrem nas residências, como é o caso das festas de final de ano, há uma maior sensação de segurança, o que pode acarretar em uma diminuição da adesão às medidas de cuidados  (biossegurança). Assim sendo, é importante considerar estratégias preventivas na hora de planejar a reunião familiar. 

Para as festas de Natal a serem realizadas por empresas privadas e pelo poder público, recomenda-se que as Secretarias Municipais de Saúde indiquem mecanismos para evitar aglomerações de pessoas e que os participantes respeitem e cumpram as normas de biossegurança estabelecidas em protocolos vigentes.

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Goiás deverá comprar 2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19

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Metade das doses será comprada por meio do uso de R$ 60 milhões autorizados ontem na Assembleia Legislativa; outra metade será adquirida com recursos da SES, que serão remanejados no orçamento

DA REDAÇÃO

O Governo do Estado deverá adquirir dois milhões de vacinas contra a Covid-19. A compra será fracionada. Metade das doses será adquirida graças a aprovação e um projeto enviado pelo governador Ronaldo Caiado, ontem (24), à Assembleia Legislativa, onde foi solicitado o uso de R$ 60 milhões para adquirir 1 milhão de imunizantes ao custo de R$ 60,00 reais cada. O projeto já foi aprovado pelos deputados.

Caiado também disse que vai remanejar outros R$ 60 milhões no orçamento da Secretaria Estadual de Saúde para comprar mais 1 milhão de doses, totalizando dois milhões de doses nesta primeira compra após a autonomia concedida pelo STF a Estados e Municípios para comprar doses dos imunizantes.

O anúncio de novas vacinas foi feito logo após a formação de maioria no Supremo Tribunal Federal (STF) para permitir a compra dos imunobiológicos por Estados e municípios, caso a União descumpra o Plano Nacional de Imunização. A entrevista coletiva aconteceu após reunião com prefeitos, vereadores e lideranças da Região Metropolitana de Goiânia (RMG), na manhã desta quarta-feira (24/2), na antiga sede da prefeitura de Goianira, hoje Secretaria Municipal de Educação.

“Trabalho no sentido de recuperar o tempo perdido. Se essa alternativa foi dada pelo Supremo [STF], vamos atrás dela. Vamos usar todo nosso prestígio internacional, com embaixadas e contatos que temos”, pontuou Caiado.

Outros investimentos

Ontem (24), em Goianira, durante entrevista coletiva, o governador Ronaldo Caiado informou também anunciou a abertura, em março, do Hospital de Uruaçu, que pode chegar a 60 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes vítimas da doença. Outra novidade é a abertura de mais 10, em Iporá. Caiado afirmou que equipamentos já estão a caminho do município. São “10 monitores, 10 ventiladores, 40 bombas de infusão. Estamos abrindo mais leitos no Oeste goiano pela sobrecarga que lá está. São Luís de Montes Belos não deu conta de suportar”, explicou o governado, que ressaltou: “Sem o gesto egoísta de achar que qualquer aquisição será feita pensando única e exclusivamente em nós. Vocês jamais verão em mim um comportamento semelhante ao do governador do Distrito Federal”, criticou, em menção às declarações recentes do governador Ibaneis Rocha, de que vai fechar as fronteiras do DF com Goiás.

Segundo detalhou, já foi adquirido um tomógrafo de 64 canais, “o mais sofisticado que existe, da Siemens”. Ele pontuou que esse esforço vem sendo uma constante e que houve um avanço significativo, que ficará como legado para a Saúde do Estado. Foram abertos, citou, leitos em Formosa, Luziânia, Itumbiara, Jaraguá, Porangatu, entre outros. “Eu duvido que haja outra estrutura, criada em apenas um ano e meio de governo, comparável à que instalamos. Estamos dando uma resposta, em termos de musculatura, que nenhum outro governo deu. São mais de 800 leitos em Goiás, 390 de UTI só para Covid”, frisou o governador.

Conscientização

Apesar da ampliação da infraestrutura, o governador reiterou que é preciso que a sociedade se conscientize. “Precisamos entender que não temos médicos, enfermeiras, radiologistas, todo o pessoal da área de manutenção dos hospitais na mesma proporção que se tem a contaminação das pessoas hoje.”

Caiado também afirmou que, nesta semana, será repassada uma verba na ordem de R$ 24 milhões para a área de assistência social dos municípios, “ampliando a capacidade dos prefeitos de atender necessidades emergenciais”.

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Goiás

Goiás recebeu mais 81,8 mil doses de vacinas contra a Covid-19

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Doses da Coronavac e da Astrazeneca/Oxford chegaram ontem (24) ao estado

DA REDAÇÃO

Dois lotes de vacinas contra Covid-19 chegaram ontem (24) a Goiás. São 53 mil doses da AstraZeneca, suficientes para imunizar todos os idosos acima de 80 anos, e 28,8 mil unidades da CoronaVac. O anúncio foi feito ainda ontem nas redes sociais do governador Ronaldo Caiado.

A equipe de jornalismo da Rádio Imprensa solicitou à secretaria municipal de Saúde de Anápolis informações sobre quantas doses virão para a cidade e quais são as orientações para as pessoas que fazem parte do grupo prioritário para receber os imunizantes. A assessoria informou que ainda hoje (25) fará a divulgação dessas informações.

Vacinação

Goiás vacinou 187.456 pessoas, o que representa 2,64% da população do Estado, esse número está estagnado desde o início da semana por falta de doses para dar sequência à campanha de vacinação. Já a aplicação da segunda dose da vacina continua avançando aqui no Estado. A segunda dose já foi aplicada em 30.583 goianos.

Compra de vacinas

O governador Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa um projeto autorizativo para destinar R$ 60 milhões de reais para comprar 1 milhão de imunizantes ao custo de R$ 60 reais cada. O projeto já foi aprovado.

Caiado também disse que vai remanejar outros R$ 60 milhões no orçamento da Secretaria Estadual de Saúde para comprar mais 1 milhão de doses, totalizando dois milhões de doses nesta primeira compra após a autonomia dada pelo STF a Estados e Municípios para comprar doses dos imunizantes.

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Goiás

Saneago deverá devolver valor cobrado por hidrômetros

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O equipamento, a instalação e a manutenção e conservação dos mesmos não deverão mais ser cobrados, além disso a empresa deverá devolver o valor cobrado aos usuários desde 2004 até a data da publicação da sentença

DA REDAÇÃO

O Ministério Público de Goiás obteve, no Tribunal de Justiça do Estado, confirmação de sentença que proíbe a SANEAGO de cobrar dos usuários os hidrômetros e os serviços de instalação, manutenção e conservação do mesmo.

A 6ª Câmara Cível do Tribunal, por unanimidade, conheceu e negou provimento a recurso interposto pela empresa e confirmou a sentença de mérito de primeiro grau, proferida em 2019.

Por esta decisão, a empresa também estará obrigada a restituir, de forma simples, os valores cobrados indevidamente pela instalação do hidrômetro, seja na fatura ou adquiridos pelos consumidores no mercado, desde 2004 até a data da publicação da sentença, acrescidos de juros e multa.

Em razão das decisões proferidas, a SANEAGO deverá custear ampla divulgação nos meios de comunicação sobre o seu teor, inclusive para possibilitar aos consumidores a sua liquidação e execução.

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