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Economia

Goiás registra mais de 7 mil novas empresas em 2017

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Presidente da Juceg, Rafael Lousa, acredita que esse número vai aumentar
A Junta Comercial de Goiás (Juceg) anunciou que de janeiro a maio deste ano o número de empresas abertas no Estado cresceu 7,7%, sendo maior do que foi registrado no mesmo período em 2016. Foram 7.989 novas empresas, contra 7.414 abertas no ano anterior.

Entre elas, 3.091 são empresas do tipo individual de responsabilidade Ltda, que tem apenas um titular. Foram abertas 2.718 do tipo sociedade empresária limitada, que possui dois sócios no mínimo. Goiás teve 2.152 novos empresários individuais, que exercem a atividade econômica em nome próprio, 14 sociedades anônimas fechadas e 14 cooperativas.

Os dados apresentados pela Juceg não contabilizam os micro empreendedores individuais(MEI`s). Goiânia teve a maioria dos pedidos de abertura de empresas, totalizando em 2.828, seguida por Aparecida com 394 e Anápolis com 363. A Junta também levantou os números de acordo com gênero, dessa forma, 70% do pedidos foram provenientes de homens e 30% de mulheres.

O presidente da Juceg, Rafael Lousa, afirma que o aumento do número de abertura de empresas indica que as pessoas estão investindo mais no próprio negócio e acredita que esse número ainda vai aumentar. “A Juceg continua a expandir e inovar na oferta de seus serviços para o empreendedor, por meio do Vapt Vupt Empresarial e do Portal do Empreendedor Goiano”, ressalta.

 

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Economia

Alimentos representaram 60% na inflação dos mais pobres em outubro

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Nos últimos 12 meses, índice saltou de 0,01% para 0,98% entre as famílias de renda mais baixa

DA REDAÇÃO

A alta no preço dos alimentos foi responsável por 60% da inflação dos mais pobres em outubro, aponta o indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). De acordo com a pesquisa, a inflação em 2020 para famílias de renda muito baixa está acumulada em 3,53%. Em 12 meses, o índice chega a 5,33%. 

Os mais pobres, de acordo com a pesquisa, são as famílias cuja renda é menor do que R$ 1650,00 mensais. Para este grupo, o setor de alimentos e bebidas teve peso importante no orçamento no último mês. As variações no preço do arroz (13,4%), da batata (17%), do tomate (18,7), do óleo de soja (17,4%) e das carnes (4,2%) se destacaram. 

Já o grupo de famílias de alta renda vem se beneficiando com a deflação acumulada de alguns serviços que têm peso importante em sua cesta de compras, como as passagens aéreas (-37,3%), o transporte por aplicativo (-22,7%), o seguro de automóvel (-9,9%) e a gasolina (-3,3%). Em outubro, a inflação para os mais ricos foi de 0,82%. 

A inflação apresentou alta para todas as faixas de renda nos últimos 12 meses. Há um ano, o índice era de 0,01% para os mais pobres. Hoje, está em 0,98%. Já para os de melhor condição financeira, o indicador passou de 0,17% para 0,82%.


Fonte: Brasil 61

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Economia

Vendas no varejo crescem pelo quinto mês seguido, mas desaceleraram em setembro

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As vendas do comércio varejista cresceram 0,6% em setembro, apesar da trajetória de crescimento, o resultado indica uma desaceleração frente às altas dos meses anteriores

DA REDAÇÃO

As vendas do comércio varejista cresceram 0,6% em setembro, esta é a quinta taxa positiva consecutiva desde maio. Apesar da trajetória de crescimento, o resultado indica uma desaceleração frente às altas dos meses anteriores. Em relação a setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%. 

As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o gerente da pesquisa, a desaceleração é natural e representa uma acomodação, porque as quedas de março e abril foram muito expressivas, o que fez com que os meses seguintes de recuperação também tivessem altas intensas.

Entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram taxas positivas na comparação com agosto: Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%); Combustíveis e lubrificantes (3,1%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%) e Móveis e eletrodomésticos (1,0%).

Por outro lado, pressionando negativamente, figuraram três setores: Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0.4%).

Já no comércio varejista ampliado, que contempla Veículos e Materiais de construção, a alta foi de 1,2% em relação a agosto de 2020, na quinta variação positiva consecutiva deste indicador. O setor de veículos, motos, partes e peças registrou crescimento de 5,2%, enquanto em material de construção, o aumento foi 2,6%.

Fonte: Brasil 61

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Economia

Economia nacional deve retrair 4,2% em 2020

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Auxílio emergencial, proposto pelo governo no início da pandemia, movimentou a atividade econômica; porém, com redução do valor, o momento é de atenção

DA REDAÇÃO

A economia nacional deve encolher 4,2% em 2020 e o Produto Interno Brasileiro (PIB) industrial deve cair 4,1% neste ano, impulsionado também pela pandemia do novo coronavírus. A previsão é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), disponível no relatório Informe Conjuntural: 3º trimestre, divulgado no final de outubro.  

Apesar do cenário não muito otimista, o relatório prevê, no terceiro trimestre, um crescimento de 9% do PIB, se comparado aos três meses anteriores, devido à fonte de recuperação da economia entre julho e setembro. O PIB industrial nesse trimestre também deve subir cerca de 10%. No entanto, segundo o documento, essa elevação não será capaz de reverter a projeção geral de queda na quantidade de bens e serviços produzidos no Brasil. 

Na opinião do presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), César Bergo, a projeção da CNI é mais animadora do que a do governo federal, que é de -5,5%. “Com o relaxamento das medidas de distanciamento social e a reabertura do comércio, a economia melhorou bastante, dando aquela impressão de que o pior já passou”, avalia. 

Apesar de uma melhora nesse terceiro trimestre, Bergo levanta um fator que pode ter contribuído para essa projeção de queda nacional. “De fato, a pandemia causou um dano enorme na economia. Por outro lado, essa política de incentivos concedida pelo auxílio emergencial ajudou um pouco no consumo. Com a redução dessas medidas, é esperado que não seja muito grande essa melhora ou crescimento da economia. O impacto que vai haver nos próximos meses será em função da redução desses incentivos que o governo criou”, destaca. 

O desafio maior, de acordo com o presidente do Corecon-DF, será a transição da recuperação para a retomada do crescimento econômico, o que envolve também o setor industrial. “Foi um momento difícil, o governo criou incentivos, tanto para pessoas físicas quanto para empresas. Com a redução desses incentivos, é necessário que haja uma transição para ver a real situação das indústrias, que se recuperaram bastante. A capacidade ociosa foi diminuída e, pelos números, podemos observar que houve um empenho muito grande de toda a sociedade para que pudesse amenizar os impactos dessa pandemia.” 

Números 

Os números da CNI, relativos à atividade econômica, mostram também queda em outros dois setores. O PIB da indústria de transformação do ano passado ficou em torno de 0,1%. A projeção para 2020 é de queda de 6,3%. O da indústria de construção passou de 1,6% em 2019 para -4,5% nesse ano. 

Para o economista do Ibmec Brasília William Baghdassarian, a queda do PIB na atividade econômica já era esperada. “Em abril e maio, a expectativa era por volta de -10%. Ao longo do tempo, as coisas foram se recuperando e, hoje, a projeção de queda já é bem menor”, lembra. 

Ele afirma que essa queda menor do que a prevista pelo governo brasileiro, e até pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), se deve a um conjunto de fatores. “Temos efeitos conjunturais e estruturais. Do ponto de vista da pandemia, assim que ela teve início, houve interrupção da atividade de comércio, indústria e serviços. Só o fato de voltar com essas atividades, o que ocorreu a partir de junho, naturalmente já vemos um grau de recuperação econômica”, avalia.  

Baghdassarian reforça que, nesse contexto, o governo foi “muito hábil” em entrar com o auxílio emergencial. “Se por um lado ele teve o objetivo de pegar aquela pessoa que trabalhava e, por uma razão de interrupção da atividade econômica, ela recebeu o auxílio emergencial, por outro lado ele também pegou muita gente que não tinha renda. Isso fez com que, de fato, a atividade tivesse uma ‘reaceleração’.”

Sobre os dados do relatório, ele concorda que a economia brasileira esteja passando mesmo por uma transição, especialmente pela redução do valor do auxílio de emergencial – que foi de R$ 600 para R$ 300. “O governo conseguiu, durante o período mais crítico da pandemia, socorrer as famílias, mas ficou ‘doente’, muito endividado. Dependendo do indicador, a dívida é entre 90% e 100% do PIB e os prognósticos são muito ruins para o futuro”, alerta. 

Dívida pública, de acordo com a literatura econômica, está associada ao baixo crescimento econômico. Na explicação do economista do Ibmec, os agentes esperam que essa dívida seja paga em algum momento, de alguma forma – seja pelo aumento de impostos ou pela redução do consumo. “Em ambos os casos, você tem menor renda das famílias e das empresas e menor capacidade de investir, o que leva a um menor crescimento econômico no futuro”, aponta. 

O empobrecimento causado pelo baixo crescimento econômico, que já vem ocorrendo de forma gradual, afeta os mais pobres, na opinião de William Baghdassarian. “Se você ganha R$ 5 mil ou R$ 6 mil e o arroz passa de R$ 20 para R$ 40, você vai reclamar, mas vai continuar comprando. Agora se a pessoa ganha mil reais e o arroz passa de R$ 20 para R$ 40, ela teve uma perda de 2% de poder aquisitivo da renda. Quando junta isso com o feijão, tomate e outras coisas, nota-se o empobrecimento, que já está acontecendo”, ressalta.

Reformas

De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, a reforma tributária poderia ajudar o Brasil na retomada da economia. Ele afirma que essa reforma é uma prioridade para a CNI e que o sistema tributário precisa ser mais simples e eficiente. “O sistema tributário brasileiro é, dentro os fatores do Custo Brasil, o que mais pesa na competitividade das empresas e do país. Sem uma reforma, esse obstáculo não será vencido”, justifica.

Ele observa que, quando foi atingida pela pandemia, a economia brasileira ainda não tinha reencontrado o caminho do crescimento e acumulava queda de mais de 6% do PIB nos anos de 2015 e 2016. Além disso, o setor tinha registrado expansão pouco superior a 1% nos anos seguintes. A produção industrial, segundo a entidade, está estagnada desde 2010.

O economista William Baghdassarian pondera em relação a reformas e ao crescimento da indústria. “Precisamos fazer, urgentemente, reformas estruturais. O debate sempre cai na reforma tributária, administrativa, previdenciária, que também são importantes. Só que há um conjunto de reformas que, na minha opinião, é muito mais urgente, que é a da produtividade. Em 1980, um norte-americano produzia até seis vezes mais do que um brasileiro. Hoje, esse número é muito maior, até 15 vezes. Como isso se explica: o norte-americano típico tem acesso a tecnologias e a formas de produção completamente diferentes da do brasileiro.”

Para ele, o pano de fundo de tudo isso está relacionado à regulação de vários setores, como o da cabotagem, de energia e de gás. “É uma série de pontos que vão fazer com que nossa indústria volte a ser pujante como era nas décadas de 1970 e 80, por exemplo”, aposta Baghdassarian. 


Fonte: Brasil 61

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