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Goiás

Goiás registra em janeiro melhor mês em cinco anos na abertura de empresas

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Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) foram registradas 2.774 novas empresas em solo goiano no primeiro mês do ano

DA REDAÇÃO

Mesmo em meio à pandemia, Goiás conseguiu bater mais um recorde no ramo do empreendedorismo. Em janeiro, foi registrado o maior número de empresas constituídas no Estado nos últimos cinco anos. Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) divulgados na quinta-feira (04/02), foram registradas 2.774 novas empresas em solo goiano no primeiro mês do ano, ante 2.051 em 2020; 1.852, em 2019; 1.592, em 2018; e 1.619 em 2017.

O último recorde de geração de empresas no Estado foi registrado em setembro de 2020, com a abertura de 2.618 empreendimentos. E o montante acumulado de janeiro a dezembro de 2020 é o maior da série desde 2017. Foram 26.116 novos CNPJs ao todo no ano passado, contra 23.552 em 2019; 20.547, em 2018 e 20.060, em 2017. Os dados da Juceg não incluem os microempreendedores individuais (MEIs), que são constituídos de forma virtual por meio do portal do Micro Empreendedor Individual.

O resultado foi comemorado pelo governador Ronaldo Caiado, que ressalta medidas que o Estado criou no decorrer da pandemia para estimular um ambiente mais favorável à abertura e sobrevivência de empreendimentos em Goiás, como a criação da Secretaria da Retomada. “Nosso objetivo é cada vez mais preparar as pessoas para o trabalho e abrir oportunidades para o emprego”, cita.

O presidente da Juceg, Euclides Barbo, comemora o avanço da Junta 100% Digital, mesmo em tempos difíceis, como meio de facilitar a abertura de empreendimentos em Goiás. “No mês de janeiro de 2021 tivemos mais um novo e grande recorde para o nosso Estado. Este é outro bom sinal, que demonstra a gradual recuperação de Goiás após o pior período da economia do Brasil e do mundo diante da pandemia da Covid-19”, afirma.

Secretário de Indústria, Comércio e Serviços, José Vitti, acrescenta que o Governo de Goiás acertou quando investiu em ações para desburocratizar a Juceg e se valeu de tecnologia para acelerar o processo de abertura de novos empreendimentos em território goiano. “Os números de 2020 e agora de 2021 mostram que estamos no caminho certo. Este ano vamos trabalhar para superar. Aliás, superação é a palavra de ordem”, destacou Vitti. 

1° lugar no ranking nacional

De acordo com o boletim do Mapa das Empresas, do 3º quadrimestre de 2020, divulgado na última terça-feira (02/02), Goiás se destaca como a unidade da Federação mais rápida para abrir empresas, com o tempo de 1 dia e 2 horas. 

Mesmo Goiás registrando 1 hora a mais em relação ao quadrimestre anterior, ainda permanece como o Estado mais rápido para se formalizar novas empresas. Em apenas 12 meses, a Juceg saltou do sétimo para o primeiro lugar nesse quesito e assume atualmente a liderança nacional.

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Governo pretende convocar mais policiais penais do cadastro reserva

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Decisão tem sido estudada após protestos em frente ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia

DA REDAÇÃO

Após um protesto de policiais penais, ocorrido na última quinta-feira, em frente ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, a Diretoria Geral de Administração Penitenciária afirmou que apoia o fortalecimento da carreira dos policiais penais e que o governo de Goiás estuda convocar, gradualmente, os candidatos do cadastro reserva.

Segundo a Associação de Policiais Penais do Estado de Goiás, participaram do ato, policiais penais, vigilantes penitenciários temporários e candidatos aprovados que aguardam chamamento. O ato pediu a nomeação de 424 aprovados no último concurso, reajuste salarial e valorização dos vigilantes penitenciários temporários.

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Goiás

GoiásFomento libera quase R$ 126 milhões em empréstimos durante pandemia

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De março de 2020 até maio deste ano, foram realizados 3.488 contratos para microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas

DA REDAÇÃO

O Governo de Goiás, por meio da Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento), liberou R$ 125,8 milhões em empréstimos para micro e pequenas empresas, além de microempreendedores individuais (MEI), durante o período da pandemia da Covid-19, que teve início em março do ano passado. Foram 3.488 contratos operacionalizados, possibilitando o acesso ao crédito para goianos manterem seus negócios diante das dificuldades financeiras impostas pela limitação das atividades produtivas, e assim preservar empregos.

De acordo com o balanço da GoiásFomento, de março a dezembro de 2020, foram fechadas 1.574 operações, das quais 487 do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado pelo governo federal e operacionalizado pela instituição financeira goiana; e 1.087 contratos das demais linhas de crédito da GoiásFomento. O montante liberado no ano passado, nesse período da pandemia, totalizou R$ 82,9 milhões.

Já em 2021, de janeiro a maio (até o dia 14/05), os contratos de empréstimos somaram 1.914, sendo 1.638 pelo Programa Estadual de Apoio ao Empreendedor (Peame), lançado pelo Governo de Goiás em março deste ano, e que oferece taxas de juros zero e carência estendida. Foram realizados outros 276 contratos pelas demais linhas de crédito da GoiásFomento.

Nos cinco primeiros meses de 2021, os financiamentos liberados somam R$ 42,9 milhões. E os analistas de crédito da instituição financeira seguem trabalhando em regime de força-tarefa para avaliar, no menor tempo possível, o grande número de solicitações de financiamento encaminhadas pelos empreendedores goianos.

A oferta de crédito integra o pacote de ações determinado pelo governador Ronaldo Caiado como enfrentamento às dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19. “Nós oferecemos R$ 112 milhões de empréstimos com taxa de juros zero, o maior aporte do país para essa categoria”, disse ele durante o lançamento do Peame.

Já no dia 14 de abril, Caiado inaugurou a sede do programa Mais Crédito, uma ação do Governo de Goiás por meio da Secretaria da Retomada. Na estrutura, localizada na Avenida Anhanguera, nº 5.311, Setor Central, autônomos, micro e pequenos empresários têm acesso a serviços gratuitos, como informações de linhas de crédito, consulta e negociação de débitos, consultoria financeira, auxílio para abertura de microempreendedor individual (MEI), câmara de conciliação, além de oficinas voltadas para empreendedorismo e negócios.

Crescimento

Para o presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar, esses resultados demonstram a importância da instituição para a manutenção das atividades produtivas e no combate aos efeitos da pandemia na economia goiana, visando especialmente a manutenção dos empregos. “O crescimento das operações de crédito da Agência de Fomento, verificado durante a pandemia, só foi possível graças às ações implementadas para facilitar o acesso ao crédito”, complementou o presidente.

Entre as principais ações adotadas, Rivael Aguiar destaca a oferta de garantias, por meio dos fundos de aval, tais como o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) do Sebrae, o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) do BNDES e, mais recentemente, o Fundo Estadual de Equalização para o Micro e Pequeno Empreendedor (Fundeq), este último do Governo de Goiás. “Além disso, tivemos a dispensa das certidões negativas de débitos tributários, e a flexibilização do processo de análise de crédito, bem como a simplificação do cadastro”, acrescenta.

Ainda de acordo com o presidente da agência, todas essas medidas foram implementadas para que a GoiásFomento pudesse viabilizar as operações de financiamento para as micro e pequenas empresas, que dificilmente teriam acesso ao crédito nos bancos comerciais.

Retomada

O empresário Jones Matos, diretor da Cerrado Pesquisa e Eventos, empresa localizada no Jardim Goiás, região sul de Goiânia, conta que utilizou os recursos financeiros, provenientes de uma linha de crédito da GoiásFomento, para comprar equipamentos como computador e tablets, melhorando a estrutura tecnológica da empresa. “Em momento de muita dificuldade, uma linha de crédito é fundamental e ajuda as micro e pequenas empresas para a retomada no pós-pandemia”, garante.

Conforme Jones, esse recurso financeiro chegou em “momento oportuno”. Ele garante que a empresa o usará “de forma cautelosa e responsável”, e sobretudo, para melhorar e se preparar para o momento que virá depois da pandemia. “Foi muito importante esse crédito concedido pela GoiásFomento”, destaca.

Capital de giro

A microempreendedora individual Ednéia Macedo, proprietária da distribuidora de bebidas Moreira, localizada na Vila Santana, região Central de Goiânia, é enfática ao afirmar que o financiamento adquirido junto à GoiásFomento foi fundamental para ajudar a alinhar o capital de giro do estabelecimento. “Compramos mais mercadorias, estamos com um estoque excelente e também conseguimos contratar um colaborador para nos ajudar. Continuamos firmes no mercado”, comemora.

Atendimento

Para ter acesso às linhas de crédito especiais do Peame, o primeiro passo é acessar o site www.goiasfomento.com, que contém todas as informações, assim como o telefone do atendimento da Agência de Fomento, o número (62) 3216-4900, o WhatsApp (62) 3216 4999 e, ainda, os contatos telefônicos dos correspondentes de crédito, cuja lista consta no site. O Sebrae Goiás (fone 0800-570-0800) também presta apoio à instituição financeira no serviço de atendimento.

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Goiás

Em Goiás, homem mantinha mulher em cárcere privado por 10 anos

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Ele chegou a raspar a cabeça da vítima por não concordar que ela se arrumasse

DA REDAÇÃO

Um homem de 36 anos está sendo investigado pela Polícia Civil suspeito de agredir a esposa, de 32, e mantê-la em cárcere privado por cerca de 10 anos, em Abadia de Goiás. Segundo o delegado Arthur Fleury, recentemente a vítima teve o cabelo dela raspado pelo marido porque ele não aprovou que ela se arrumasse e cuidasse do cabelo com a ajuda da irmã.

O homem já foi ouvido pela polícia e que ele nega os crimes e diz que a mulher tem depressão, que tenta suicídio e por isso se machuca, mas que ele apenas tenta ajudar. Mas, familiares e testemunhas, também, foram ouvidos e em depoimento informaram que a mulher é constantemente agredida há, pelo menos, 10 anos.

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