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Goiás

Força-tarefa prevê novas medidas para conter aglomerações

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Goiás Turismo vai se reunir com Ministério Público, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, prefeituras e empresários para avaliar a força-tarefa realizada no feriado prolongado

DA REDAÇÃO

O Governo de Goiás irá avaliar os resultados da força-tarefa realizada no feriado prolongado do Dia da Padroeira do Brasil com objetivo de traçar novas medidas para conter aglomerações nos municípios turísticos. Segundo o presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, o último feriado foi mais tranquilo em relação ao de 7 de setembro, quando foi registrado um grande número de pessoas em alguns destinos.

A força-tarefa teve o objetivo de garantir o cumprimento dos protocolos sanitários adotados para conter a propagação do coronavírus. A atividade envolveu Goiás Turismo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Ministério Público do Estado de Goiás, Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) e prefeituras municipais.

Fabrício Amaral informou que houve problemas pontuais, como em Caldas Novas e Pirenópolis, que logo foram resolvidos. Ele destacou a importância da atuação da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, que destinaram um efetivo de mais de 400 militares nas barreiras sanitárias, além do comprometimento das prefeituras e empresários. “Agora iremos avaliar e rediscutir as ações com o Ministério Público, Polícia Militar, Bombeiros e prefeitos. Esse trabalho continua em todos os feriados até que tenhamos uma vacina”, assegurou.

Balanço

Além das barreiras sanitárias em 11 localidades (Aruanã, Britânia, Buriti Alegre, Aragarças, São José dos Bandeirantes, Pirenópolis, Caldas Novas, São Simão e Alto Paraíso, distritos de Itacaiú e Luiz Alves), a Polícia Militar informou que foram realizadas 885 abordagens a pessoas e 681 a veículos até esta terça-feira (13/10), quando foi encerrada a força-tarefa.  

Segundo dados das prefeituras, repassados à Goiás Turismo, Caldas Novas registrou 90% de ocupação das reservas liberadas em hotéis e pousadas. No geral, a avaliação foi positiva. Um único clube descumpriu os protocolos, a fiscalização foi enviada e o parque foi autuado por não adotar medidas contra aglomerações de visitantes. Em Rio Quente, as autoridades locais informaram que não houve tumulto.

No município de Três Ranchos, a movimentação foi intensa, principalmente de famílias que possuem residências no município. Na cidade de Goiás, houve fechamento de ruas e a ação de fiscais na entrada do município inibiu aglomerações.

Já em Pirenópolis, muitos turistas foram barrados logo na entrada porque não tinham reservas em hotéis. No sábado (10/10), houve registro de aglomeração da Rua do Lazer, que, em pouco tempo, foi contida.

Em Aragarças, registro de poucas pessoas na praia do município e na avenida beira-rio. A Prefeitura comemorou a maior conscientização dos turistas neste feriado, e as barreiras sanitárias e a fiscalização inibiram os excessos.

A Prefeitura de São Miguel do Araguaia também informou que não houve tumulto no município e no distrito de Luís Alves. Ao contrário de 7 de setembro, Alto Paraíso registrou dias tranquilos no feriado prolongado de 12 de outubro.

Já o município de Alexânia contabilizou grande número de turistas no distrito de Olhos D’Água e no lago Corumbá. Houve início de aglomeração na noite de sexta-feira (09/10), que foi controlado. Em Formosa, no Parque Municipal do Itiquira, a quantidade de pessoas foi reduzida com o controle de entrada e saída dos visitantes.

Transporte de passageiros

A AGR também intensificou a fiscalização nas rodovias que dão acesso aos municípios turísticos para garantir a segurança dos usuários. Ao longo do feriado, foram autuadas duas empresas interestaduais por transporte irregular de passageiros em trechos no território goiano. O gerente de Transportes da AGR, Delano Pádua Pacheco, considerou o trabalho tranquilo. “Os fiscais constataram baixo fluxo de transporte por fretamento para o turismo e um grande número de veículos de passeio”, apontou, ao apresentar o balanço da operação.

No total, AGR realizou 57 abordagens, promovidas pelas três equipes que trabalharam em conjunto com a Polícia Rodoviária Estadual. Somente no sentido de Caldas Novas, foram 34 paradas de veículos para fiscalização, em seguida vieram a região do rio Araguaia (14) e Pirenópolis (9).  

Em Pirenópolis, a equipe da AGR trabalhou na barreira sanitária à entrada do município e no Ponto de Apoio ao Turista, em conjunto com a Secretaria de Turismo e a Polícia Rodoviária Estadual. Nenhuma irregularidade foi constatada no transporte realizado durante a operação com destino à cidade turística.

Fonte: www.goias.gov.br

Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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