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Goiás

Fieg lança programa para internacionalização de micro e pequenas indústrias

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Indústria Global, parceria com CNI e Sebrae, vai beneficiar empresas dos setores de moda, cosméticos e alimentos e bebidas

DA REDAÇÃO

A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) lança, na próxima semana, o programa Indústria Global – Rota da Exportação, com foco na internacionalização de pequenos negócios goianos. Em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a iniciativa oferece variado portfólio de serviços, que vão desde a etapa de preparação no processo de internacionalização, ampliando o grau de maturidade exportadora, até a participação dessas empresas em ações de promoção de negócios, com objetivo de aumentar o volume de micro e pequenos negócios no comércio exterior.

De acordo com a coordenadora do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fieg, Johanna Guevara, serão ofertadas dez vagas nessa primeira etapa do programa, voltado inicialmente aos setores de moda, cosméticos e alimentos e bebidas. No total, a Fieg e o Sebrae custearão mais de R$ 250 mil em consultorias, capacitações e estudos de internacionalização com objetivo de incrementar a exportação de produtos made in Goiás.

“Vamos realizar uma ampla avaliação do perfil empresarial de cada negócio, analisando a maturidade da empresa quanto às estratégias para internacionalização, gestão e inserção nos mercados internacionais. Queremos municiar os empresários com os conhecimentos necessários para essa atuação no exterior, preparando o negócio para concretizar a exportação de produtos”, avalia Johanna Guevara.

O programa prevê que as empresas beneficiadas sigam uma “trilha de internacionalização”, por meio de iniciativas que contemplam negócios que ainda estão no início do caminho para alcançar mercados internacionais.

Para o presidente da Fieg, Sando Mabel, é fundamental intensificar a cultura exportadora em Goiás. “A ação fortalece a indústria, incentiva a geração de mais empregos em nosso Estado e leva para o mundo a qualidade do produto goiano. Somos muito mais que exportador de commodities. Temos um pujante parque industrial farmoquímico e produtor de moda e de alimentos e bebidas”, afirma.

As empresas interessadas em participar do programa Indústria Global podem entrar em contato com o CIN/Fieg pelo telefone (62) 3501-0044, que também atende com mensagens pelo whatsapp. Dentre os conteúdos previstos nas capacitações e consultorias, estão: exportação na prática, marketing, logística internacional e formação de preço.

Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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