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Brasil

Entenda as principais diferenças entre uso emergencial e vacinação em massa

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Os laboratórios precisam passar por processo de cadastro e aprovação de estudos clínicos antes de liberação para todos os brasileiros

DA REDAÇÃO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na sexta-feira (22), a autorização temporária do segundo pedido para uso emergencial da CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan; e, anteriormente, da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além do primeiro pedido da CoronaVac.

O presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, concedeu entrevista à nossa equipe e explicou as principais diferenças entre os processos de aprovação da vacina, o uso emergencial e a vacinação em massa da população.

Como é o processo de autorização de um pedido para o uso emergencial?

Fazemos a verificação se todos os documentos necessários estão presentes, como se fosse uma triagem, por assim dizer, e, a partir daí, temos o diálogo com quem fez o pedido para que informações adicionais eventualmente necessárias sejam fornecidas. É importante frisar que foi um recorde mundial de análise de dois protocolos de vacina em apenas 9 dias. Nenhum outro país do mundo bateu essa marca.

Em que momento esses pedidos deixam de ser de uso emergencial? O que deixa de ser emergencial e passa a ser rotina?

O uso emergencial é destinado a uma população restrita de pessoas a serem vacinadas. Por quê? Porque os estudos dessa vacina estão numa fase realmente avançada, numa fase final, mas ainda não estão concluídos. Nessas fases finais, bem perto de acabar, nós já temos informações robustas, por exemplo, da segurança, temos informações da qualidade desse produtor, deste desenvolvedor, e eventualmente, algumas informações ainda podem estar faltando na parte da eficácia. Então, essas questões podem, numa análise de risco e de benefício, apontar favoravelmente a autorizar o uso para populações mais restritas, por exemplo, os profissionais de saúde que estão em contato direto com o vírus nos hospitais, as forças de segurança que também têm contato com população numerosa de pessoas, a nossa população privada de liberdade, fica também muito vulnerável. Os idosos, os cuidadores de idosos, os indígenas. É uma fase em que os estudos já estão muito avançados, perto do fim, e que já podemos vacinar, mas ainda não é adequado que o façamos com a população como um todo. A vacina para a população como um todo, ela precisa de um atesto chamado registro.

Fonte: www.gov.br

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Brasil

Balanço comercial tem melhor saldo da história e bate recorde de exportações

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País exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou. Setores com maiores crescimentos foram da agropecuária e da indústria

DA REDAÇÃO

A balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou, tendo um saldo maior do que em abril de 2020 em 67,9%. As exportações no último mês somaram mais de US$ 26 bilhões e bateram recorde para todos os meses desde o início da série histórica em 1989.

No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020 as exportações caíram por causa das medidas de restrição social, portanto, além da recente alta no preço, outro motivo que levou ao aumento das exportações foi a base de comparação. Com o resultado de abril, a balança comercial acumula superávit de mais de US$ 18 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, um resultado 106,4% maior que o do mesmo período de 2020.

Os setores que mais registraram crescimento nas vendas para o exterior foram as exportações agropecuária, com 44,4%, e da indústria com aumento de 73,2% em relação ao ano passado.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Cresce o número de famílias com dívidas em atraso

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Resultado é o mais alto desde agosto de 2020. Segundo os dados da CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida

DA REDAÇÃO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira (4), dados que mostram que a parcela de famílias com dívidas em atraso cresceu para 67,5% em abril deste ano. Em março, o percentual foi de 67,3%. O resultado deste último abril é o mais alto desde agosto de 2020, quando também se registou o mesmo percentual atual.

Outro dado divulgado foi em relação à parcela de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas, atingindo 10,4%, valor abaixo do ponto totalizado no mês passado, mas acima dos 9,9% de abril de 2020. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de cerca de 6 meses, enquanto o tempo de atraso na quitação das mesmas atingiu quase 62 dias, o menor prazo desde julho de 2020.

Ainda segundo a CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida e o seu percentual de uso voltou a crescer, chegando a um novo recorde de 80,9% do total de famílias.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

IBGE: produção industrial sofre segunda queda consecutiva

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Pesquisa aponta que 15 das 26 atividades industriais tiveram queda na produção

DA REDAÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberou os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) referente à produção industrial brasileira. Os números mostram recuo de 2,4% na passagem de fevereiro para março, resultando na segunda queda consecutiva registrada neste ano.

Quinze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de fevereiro para março, sendo o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias o mais afetado, com queda de 8,4%. Também houve recuo expressivo no setor de confecção de artigos do vestuário e acessórios, caindo 14,1%.

Já entre os 11 setores com crescimento, os principais destaques foram as indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).


Fonte: Brasil 61

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