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Goiás

Detran capacita professores para atuarem com Educação para o trânsito

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Além de contribuir para a inserção da temática nas escolas, profissionais poderão desempenhar funções como instrutores e examinadores de trânsito

DA REDAÇÃO

Uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) e o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran) irá capacitar professores da rede pública estadual dispostos a trabalharem, nas escolas, a temática de trânsito. A ação faz parte do projeto “No Trânsito, o Sentido é a Vida” e busca ampliar, em sala de aula, a abordagem do tema trânsito, contribuindo para preparar os estudantes para serem condutores conscientes.

De acordo com o gerente de Programas e Projetos Intersetoriais da Seduc, Marcos Pedro da Silva, o projeto vem para complementar o trabalho que já é realizado nas escolas da rede estadual. “A Educação para o trânsito é essencial no contexto do currículo, do processo de ensino-aprendizagem e já está contida em várias disciplinas. Mas, essa proposta é uma proposta na qual a gente vai dar um adensamento maior, aprofundar mais nesse trabalho de Educação no trânsito”, reforça.

Ao todo, serão oferecidas 120 vagas para professores efetivos ou temporários que atuam nas turmas de Ensino Fundamental II, Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para se inscrever, os profissionais deverão atender a alguns requisitos como: ter, no mínimo, 21 anos de idade; possuir carteira nacional de habilitação há pelo menos 2 anos; e não ter cometido nenhuma infração de trânsito grave ou gravíssima nos últimos 12 meses.

Oportunidade

Além de desenvolver o projeto “No Trânsito, o Sentido é a Vida” nas escolas da rede estadual, os professores que participarem da formação poderão atuar como instrutores e examinadores de trânsito, ministrando aulas nos Centros de Formação de Condutores, na Escola de Governo ou no próprio Detran, bem como participar de Bancas Examinadoras.

“A proposta é fazer uma formação em que o professor seja capacitado pela Escola Pública de Trânsito do Detran, em parceria com a Seduc. Ele vai receber uma formação que habilite a ele ser instrutor e examinador de trânsito e vai ser preparado para desenvolver o projeto na escola. Então é um ganho muito grande para nossos professores”, afirma Marcos Pedro.  

Os interessados em participar do curso poderão se inscrever a partir do dia 15 de fevereiro, através do formulário de inscrição encaminhado às Coordenações Regionais de Educação (CRE). A formação será on-line, ministrada por profissionais especialistas do Detran-GO, e terá a carga horária de 208 horas. A previsão é que a primeira turma tenha início no dia 15 de março.

Fonte: www.goias.gov.br

Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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