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Brasil

Custo industrial sobe 8,6% no terceiro trimestre de 2020

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Indicador de Custos Industriais (ICI) foi medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que acendeu um sinal de alerta

DA REDAÇÃO

O custo industrial subiu 8,6% no terceiro trimestre de 2020, quando comparado com o segundo trimestre do mesmo ano. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (28) e é apontado pelo Indicador de Custos Industriais (ICI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A CNI destaca que esse é o maior aumento já registrado pelo indicador desde o início da série histórica, em 2006.

Os resultados são referentes aos meses de julho a setembro de 2020. De acordo com o relatório da CNI, o aumento se explica, em parte, pelo ajuste em relação ao segundo trimestre daquele ano, quando muitos custos da indústria haviam caído de maneira transitória, em razão da crise econômica e das medidas governamentais para mitigar efeitos.  

Outro fator apontado pela CNI como determinante para o aumento em 2020 é o custo com bens intermediários. Os custos com produtos intermediários aumentaram 6,2% no segundo trimestre e voltaram a subir, em 5,3%, no terceiro trimestre. Ainda em 2020, até o terceiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2019, o custo com bens intermediários importados chegou a subir 22,3%. 

Na avaliação da CNI, a previsão é que esses custos continuem em alta no último período de 2020 e no começo de 2021, devido ao efeito gradual do aumento dos insumos em dólar e à escassez de insumos e matérias-primas.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Balanço comercial tem melhor saldo da história e bate recorde de exportações

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País exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou. Setores com maiores crescimentos foram da agropecuária e da indústria

DA REDAÇÃO

A balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou, tendo um saldo maior do que em abril de 2020 em 67,9%. As exportações no último mês somaram mais de US$ 26 bilhões e bateram recorde para todos os meses desde o início da série histórica em 1989.

No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020 as exportações caíram por causa das medidas de restrição social, portanto, além da recente alta no preço, outro motivo que levou ao aumento das exportações foi a base de comparação. Com o resultado de abril, a balança comercial acumula superávit de mais de US$ 18 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, um resultado 106,4% maior que o do mesmo período de 2020.

Os setores que mais registraram crescimento nas vendas para o exterior foram as exportações agropecuária, com 44,4%, e da indústria com aumento de 73,2% em relação ao ano passado.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Cresce o número de famílias com dívidas em atraso

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Resultado é o mais alto desde agosto de 2020. Segundo os dados da CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida

DA REDAÇÃO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira (4), dados que mostram que a parcela de famílias com dívidas em atraso cresceu para 67,5% em abril deste ano. Em março, o percentual foi de 67,3%. O resultado deste último abril é o mais alto desde agosto de 2020, quando também se registou o mesmo percentual atual.

Outro dado divulgado foi em relação à parcela de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas, atingindo 10,4%, valor abaixo do ponto totalizado no mês passado, mas acima dos 9,9% de abril de 2020. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de cerca de 6 meses, enquanto o tempo de atraso na quitação das mesmas atingiu quase 62 dias, o menor prazo desde julho de 2020.

Ainda segundo a CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida e o seu percentual de uso voltou a crescer, chegando a um novo recorde de 80,9% do total de famílias.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

IBGE: produção industrial sofre segunda queda consecutiva

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Pesquisa aponta que 15 das 26 atividades industriais tiveram queda na produção

DA REDAÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberou os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) referente à produção industrial brasileira. Os números mostram recuo de 2,4% na passagem de fevereiro para março, resultando na segunda queda consecutiva registrada neste ano.

Quinze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de fevereiro para março, sendo o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias o mais afetado, com queda de 8,4%. Também houve recuo expressivo no setor de confecção de artigos do vestuário e acessórios, caindo 14,1%.

Já entre os 11 setores com crescimento, os principais destaques foram as indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).


Fonte: Brasil 61

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