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Saúde

Coronavirus pode sobreviver por 28 dias em notas de dinheiro

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Telas de celular e aço inoxidável também são superfícies onde o vírus sobrevive por mais tempo

DA REDAÇÃO

O vírus responsável pela Covid-19 pode sobreviver em notas de dinheiro, em telas de celulares e no aço inoxidável por até 28 dias, segundo um estudo divulgado pela agência científica nacional da Austrália.

A descoberta sugere que o covid tem a capacidade de permanecer em superfícies por muito mais tempo do que se pensava. O estudo foi publicado na revista científica “Virology Journal”.

Os pesquisadores descobriram que, a 20 graus Celsius e no ambiente controlado do laboratório, o vírus permanece infeccioso por 28 dias em superfícies lisas, como vidro de telas de celulares e cartões plásticos.

Outros experimentos foram realizados a 30 e 40 graus Celsius, com tempos de sobrevivência diminuindo com o aumento da temperatura.

Saúde

Anvisa avalia uso de coquetel anticovid recebido por Trump

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Pedido de uso emergencial dos medicamentos biológicos casirivimabe + imdevimabe foi feito pela farmacêutica Roche

DA REDAÇÃO

A farmacêutica Roche solicitou, na noite de quinta-feira (1º), à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a autorização de uso emergencial para o coquetel desenvolvido pela empresa Regeneron, composto pelos medicamentos biológicos casirivimabe e imdevimabe para o tratamento de casos leves ou moderados de covid-19.

As drogas ganharam destaque após serem utilizadas no tratamento do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, em outubro do ano passado.

Nos EUA, os coquetel de anticorpos já tem autorização de uso emergencial da FDA, agência reguladora equivalente à Anvisa.

De acordo com o órgão brasileiro, o prazo para análise é de 30 dias, sendo que as primeiras 72 horas serão necessárias para triagem do processo e verificação dos documentos necessários. O laboratório apresentou um dossiê de 3.626 páginas, que incluem estudos já realizados com as duas substâncias.

A FDA aprovou o uso do coquetel da Regeneron para adultos e pacientes pediátricos acima de 12 anos, com pelo menos 40 kg, que tenham testado positivo para covid-19 e tenham risco de evoluir para quadros graves da doença.

Segundo a agência, os medicamentos casirivimabe e imdevimabe só podem ser usados em pacientes hospitalizados com covid-19 e que eventualmente necessitem de suporte de oxigênio, mas há limitações.

“Anticorpos monoclonais, como casirivimabe e imdevimabe, podem estar associados a piores desfechos clínicos quando administrados a pacientes hospitalizados que requerem oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica.”

Os pacientes de alto risco considerados pela agência norte-americana incluem: obesos, doentes crônicos renais, diabéticos, pacientes imunossuprimidos ou em tratamento com medicamentos imunossupressores, maiores de 65 anos ou maiores de 55 anos com hipertensão, doença cardiovascular ou doença pulmonar crônica.

Os dois medicamento são aplicados juntos em uma infusão intravenosa logo após o teste positivo de covid-19.

A emissora de TV norte-americana CBS estimou que o custo do tratamento com o coquetel da Regeneron nos EUA pode variar entre US$ 1.500 e US$ 6.500 (R$ 8.560 e R$ 37.100).

No entanto, uma vez liberado pela Anvisa, os medicamentos teriam preço definido pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).

Este é o segundo pedido de autorização de uso emergencial de coquetel de anticorpos submetido à Anvisa.

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Saúde

Sancionada lei que obriga distribuição de EPIs a todos os trabalhadores durante a pandemia

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O fornecimento dos equipamentos de proteção aos profissionais se justifica pela grande exposição a situações de risco a que são submetidos neste momento

DA REDAÇÃO

O governador Ronaldo Caiado sancionou a Lei Estadual nº 20.871, de 8 de outubro de 2020, que dispõe sobre a aquisição e a distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) a todos os trabalhadores em Goiás durante o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. A matéria tem origem no Projeto de Lei nº 2307/20, de autoria do deputado Delegado Eduardo Prado, e foi apensada ao Projeto de Lei nº 2023/20, de autoria de Humberto Aidar, de mesmo conteúdo. 

Segundo a Lei, todos os estabelecimentos, assim como os comerciantes, fornecedores ou prestadores de serviço no Estado de Goiás, deverão obrigatoriamente fornecer máscaras, álcool em gel a 70% e outros materiais imprescindíveis para prevenção de contágio pelo novo coronavírus, além de orientação aos trabalhadores e colaboradores sobre a obrigatoriedade e o uso adequado dos equipamentos.

A distribuição de EPIS aos profissionais se justifica pela grande exposição a situações de risco pelas quais eles passam neste momento, e também para que eles possam atuar de modo preventivo, colaborando para que o maior número possível de vidas seja preservado. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o uso de máscaras por todas as pessoas onde houver transmissão ampla da doença e em situações em que o distanciamento social não é possível, como no transporte público. Antes de usar a máscara, a pessoa deve lavar as mãos com água e sabão ou passar álcool em gel. A máscara deve ser colocada de forma que cubra a boca, o nariz e o queixo.

Em Goiás, o uso individual de máscara de proteção facial é obrigatório desde o dia 19 de abril deste ano, quando o governador Ronaldo Caiado publicou o Decreto nº 9.653, impondo a medida para qualquer pessoa que saia às ruas em todo o Estado. 

Vale ressaltar que pessoas doentes com sintomas da Covid-19 devem permanecer em casa e consultar um médico. Pessoas com diagnóstico confirmado devem ser isoladas e tratadas em uma unidade de saúde, e as pessoas com quem teve contato devem ser colocadas em quarentena. Pessoas que cuidam de uma pessoa infectada em casa devem usar máscara enquanto estiver no mesmo cômodo que a pessoa doente, e os profissionais de saúde devem usar máscaras médicas e outros equipamentos de proteção ao lidar com pacientes suspeitos ou confirmados de Covid-19.

O não cumprimento da Lei acarretará em multa de R$ 5.000 (cinco mil reais) ao responsável pelo estabelecimento, para cada ocorrência. Em caso de reincidência, a multa será duplicada.  Os recursos obtidos com as multas serão revertidos ao Fundo Estadual de Saúde (FES).

Fonte: www.goias.com.br

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