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Política

Conheça as propostas de governo dos candidatos à prefeitura de Anápolis

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Uma série de reportagens será publicada no site da Rádio Imprensa durante esta semana apresentando o que cada candidato propões para as principais áreas de atuação do governo municipal

Por Priscila Marçal

Você conhece a proposta de governo do seu candidato a prefeito? Muitos eleitores desconhecem essa ferramenta, mas todos os candidatos a prefeito são obrigados a apresentar um plano de governo no ato de registro da candidatura. Mas qual é a importância de uma proposta de governo?

Para o advogado Carlos Alberto Lima, especialista em direito eleitoral, a Justiça Eleitoral obriga os candidatos a apresentarem um plano para nortear as ações durante os quatro anos de mandato. “O problema é que não é fiscalizado pela justiça se o plano é cumprido. Essa fiscalização fica a cargo do eleitor, que vai analisar o que seu candidato propôs durante a campanha e se ele cumpriu durante o mandato, para decidir se deve continuar votando no político”, explicou.

O advogado afirma ainda que muitos eleitores votam mais conscientemente, ou seja, analisam as propostas, escolhem o candidato com base no que cada um propõe para transformar a realidade do município.

A proposta de governo, portanto, não deve ser um documento repleto de promessas fantasiosas, que não podem ao menos ser executadas. “Deve ser um plano de ações pautado nas reais necessidade da cidade, de preferência com metas a serem cumpridas e detalhamento de como e quando cada uma dessas ações serão executadas”, analisou o especialista.

Propostas de Governo

Somando as propostas de governo dos nove candidatos à prefeitura de Anápolis, temos 242 páginas de ideias para a gestão da cidade. As propostas apresentadas são diversas e o foco de cada candidato varia de acordo com a ideologia do partido e do próprio político.

Alguns deixam claro na Proposta de Governo o foco de sua gestão. Temos, por exemplo, o candidato Delegado Federal Humberto (PSD), que destaca a Segurança Pública como principal bandeira e propõe ações e metas específicas para alcançar essa finalidade.

Já o candidato Josmar Moura (PRTB) focou em propostas para a gestão pública e desenvolvimento econômico. Afirmou na introdução do plano que elaborou as ideias com base em sua experiência de vida como empresário, agricultor e radialista.

Márcio Corrêa (MDB), explorou o slogan da campanha “Decola Anápolis” e transformou a Proposta de Governo em um “Plano de Voo”. O candidato explorou a metáfora apresentando Anápolis como “aeronave”, o candidato e o vice como “pilotos”, as metas e propostas como “destinos”, os pontos fracos da cidade como “pane” e a partir daí propôs objetivos principais e específicos para atingir cada um dos destinos vislumbrados.

Outro candidato novo na disputa política em Anápolis, que também apresentou ideias interessantes e bem estruturadas para a administração foi Douglas Carvalho. Seu plano de governo tem 41 páginas, um dos maiores. A proposta é clara e objetiva. Primeiro apresenta o cenário atual, posteriormente, as ideias para atuar nessas áreas, mudando a realidade do município.

Os demais candidatos já são conhecidos das disputas eleitorais para o cargo de prefeito. Alguns propuseram ideias completamente inovadoras. É o caso de Antônio Gomide (PT), que em 9 páginas apresentou 13 eixos estratégicos para a administração da cidade, abrangendo as principais áreas de atuação.

Roberto Naves (PP), apresentou um plano mais extenso, são 42 páginas, de ideias e propostas. Por ser o atual prefeito da cidade, o candidato conhece bem as áreas que mais precisam da intervenção do poder público, por isso cita, por exemplo, em quais bairros pretende construir escolas, creches e unidades de saúde.

O candidato Valeriano Abreu (PSL) apresentou um plano com 17 objetivos principais e se aprofundou em objetivos específicos para as principais áreas de atuação do governo municipal. Ao lado de Roberto Naves, divide o pódio de plano de governo mais extenso, também com 42 páginas. Algumas das ideias são as mesmas que apresentou na eleição de 2016, quando também disputou o cargo de prefeito, mas grande parte são ideias novas e inovadoras.

Quem também apresentou ideias semelhantes à disputa de 2016 foi o candidato João Gomes, mas acrescentou outras propostas às ideias de quatro anos atrás. O foco do candidato foi apresentar metas de eficiência, gestão e medição da execução de obras e serviços, que, segundo ele, fará Anápolis um exemplo para o Brasil e um modelo a ser seguido por administradores em todo o país.

O candidato José de Lima (Patriota), também repetiu propostas. O plano apresentado em 2016 é exatamente o mesmo apresentado neste ano. São duas propostas diferentes e poucas alterações no texto. Como não teve oportunidade de pôr em prática os projetos idealizados há quatro anos, é naturalmente normal que essas ideias sejam apresentadas novamente.

De um modo geral, podemos concluir que alguns candidatos quiseram arriscar a propor ações específicas para as áreas de atuação do poder público. Outros candidatos preferiram ficar na esfera genérica e utilizaram verbos no infinitivo (ampliar, fazer, estudar, analisar, discutir), dando a entender que preferem assumir o cargo primeiro para ter conhecimento das necessidades reais da cidade para depois propor ações específicas.

O jornalismo da Rádio Imprensa analisou as nove propostas e vai apresenta-las aos internautas durante uma série de reportagens que serão publicadas aqui no site da emissora durante esta semana.

Série Proposta de Governo

A Série Proposta de Governo faz parte do “Projeto Eleições”, elaborado pela Rádio Imprensa e executado durante a Campanha Eleitoral 2020. Durante esta semana, de 19 a 23 de outubro, será publicada uma reportagem por dia no site da emissora (www.imprensamadureira.com.br) apresentando as propostas dos candidatos à prefeitura de Anápolis para as áreas de atuação mais relevantes do governo municipal.

A reportagem de hoje é uma apresentação genérica dos planos de governo. Amanhã (20.10) a reportagem vai abordar as ideias para a Gestão Pública (funcionalismo público, orçamento municipal, tributos, administração da máquina pública); na quarta-feira (21.10) a reportagem será sobre as propostas para o bem estar da comunidade (ideias para as áreas da educação, saúde, segurança pública, esporte, cultura, entre outros); na quinta-feira (22.10) será a vez de mostrar quais são as ideias dos candidatos para melhorar a economia da cidade (geração de emprego, concessão de benefícios fiscais, implantação de novas empresas, etc); e, encerrando a série de reportagens, na sexta-feira (23.10), será publicada uma reportagem sobre as propostas para a infraestrutura de Anápolis (projetos de obras, construções, reformas, ampliações e outras benfeitorias para a cidade).

Para a elaboração das reportagens foi utilizado a Proposta de Governo que está disponibilizada no site da Justiça Eleitoral, no seguinte link http://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/municipios/2020/2030402020/92215/candidatos.

A intenção do Jornalismo Imprensa é contribuir com o processo eleitoral, munindo o eleitor das informações que ele precisa para escolher conscientemente seu candidato que deverá administrar a cidade nos próximos quatro anos.

Política

Pacheco inclui Estados e Municípios e oficializa criação da CPI da Covid

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), leu, em sessão na tarde desta terça-feira (13), o requerimento que oficializa a criação da comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Covid.

DA REDAÇÃO

A Casa investigará atuação do governo federal na pandemia e também  a destinação de verbas federais a Estados e municípios. Pacheco, que uniu duas apurações na mesma comissão, dará 10 dias para os líderes partidários indicarem os membros da CPI, a ser formada por 11 titulares e sete suplentes.

— A Presidência comunica ao Plenário que recebeu Requerimento do senador Randolfe Rodrigues e outros senadores, solicitando a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito, composta de 11 membros titulares e sete suplentes, para, no prazo de 90 dias, com limite de despesa de R$ 90 mil, apurar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados — disse Pacheco.

O presidente do Senado uniu ao requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foca o pedido de investigação na atuação do governo federal, o pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), que inclui a destinação de verbas federais a Estados e municípios na investigação.

— A Presidência determina, nos termos do art. 48, § 1º, do Regimento Interno o apensamento do Requerimento de autoria do Senador Eduardo Girão ao Requerimento de autoria do Senador Randolfe Rodrigues, por tratarem de matéria conexa — leu Pacheco.

A decisão de Pacheco ocorreu em ambiente de pressão do Palácio do Planalto e na mira da oposição. Ele escolherá ainda se a comissão será presencial ou remota.

Ao ler o requerimento, o presidente do Senado destacou que a abertura da comissão foi uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Na última quinta-feira (8), o ministro Luís Roberto Barroso determinou que Pacheco instaurasse uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para avaliar o combate à pandemia no Brasil. 

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Política

Amilton propõe criação da Frente Parlamentar da Retomada na Alego

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Mais um grande passo para garantir os empregos existentes e a geração de novas vagas de trabalho no Estado de Goiás.

DA REDAÇÃO

Esse é um dos principais objetivos da proposta do deputado estadual Amilton Filho para criação na Assembleia Legislativa de Goiás da Frente Parlamentar da Retomada.
“Essa Frente Parlamentar da Retomada irá contribuir com o processo de garantir o crescimento econômico em Goiás, que é uma preocupação minha e premente do governador Ronaldo Caiado”, destaca o parlamentar.
“Teremos a confecção de uma agenda parlamentar e executiva que realize um conjunto de reuniões regionalizadas para ouvir e propor parcerias para os empresários através dos segmentos classistas, amparar os pequenos e micro empresários, dando as mãos aos que empregam em Goiás”, destaca ainda o deputado estadual Amilton Filho.

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Política

Reviravolta no Planalto: confira quem são os novos ministros

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Presidente Jair Bolsonaro troca seis ministros em apenas um dia

DA REDAÇÃO

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez trocas em um total de seis ministérios nesta segunda-feira (29). A primeira foi a do Ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciada pela manhã. À tarde foi divulgada a troca de outro ministro, Fernando Azevedo e Silva, que estava à frente do Ministério da Defesa. Mais tarde, em nota oficial, o governo confirmou as demais trocas.

Com a saída de Fernando Azevedo, o ministro da Casa Civil, Walter Braga Neto, foi colocado na Defesa. Já o general Ramos, então na Secretaria de Governo, foi colocado na Casa Civil.

Para a Secretaria de Governo foi escolhida a deputada Flávia Arruda (PL-DF), um nome com bom trânsito no Centrão. Além disso, Bolsonaro levou o ministro André Mendonça, do Ministério da Justiça, de volta para a Advocacia Geral da União. O ministro José Levi já deixou o cargo.

Para a Justiça, foi escolhido Anderson Torres, ex-secretário de Segurança do DF. Para Relações Exteriores foi escolhido o embaixador Carlos França.

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