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Goiás

Começa hoje a segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa

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Na segunda etapa de 2020, expectativa é vacinar 10 milhões de bovinos e bubalinos. Imunização é fundamental para manter sanidade do rebanho do Estado, que há 25 anos está sem focos da doença

DESTAQUE

Começa hoje a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa em Goiás. Em Anápolis são mais de 700 propriedades cadastradas na Agrodefesa, a estimativa é de aproximadamente 2 milhões de cabeça de gado. O coordenador da Agrodefesa em Anápolis, Renan Wilian Martins, falou à Rádio Imprensa sobre a importância de manter o calendário em dia. Confira a entrevista:

Renan wilian martins – coordenador da agrodefesa em anápolis

Campanha em Goiás

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), alerta os pecuaristas goianos sobre a importância da campanha de vacinação contra febre aftosa a ser realizada no período de 1º a 30 de novembro. Trata-se da segunda etapa de 2020, que prevê a imunização de 10 milhões de bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses. 

A comercialização de vacinas vai começar no dia 31 deste mês e segue até 30 de novembro, data em que termina também o período de vacinação. As vendas devem ser feitas com emissão de Nota Fiscal Eletrônica por revendas cadastradas na Agrodefesa. 

Os pecuaristas devem usar vacina bivalente, na dosagem de 2 miligramas. As diretrizes da campanha foram definidas pela Portaria nº 516/2020 da Agrodefesa, com base nas orientações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) relativas ao Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA).

Garantia de sanidade

Presidente da Agrodefesa, José Essado destaca a importância da vacinação como forma de garantir a sanidade do rebanho goiano. Ele aponta que a pecuária é um segmento que gera milhares de empregos, renda e divisas para Goiás e conclama os produtores a vacinarem os animais para manutenção do status de área livre de aftosa com vacinação. 

“Há 25 anos, Goiás não registra focos de aftosa, resultado positivo alcançado pelo esforço do Governo Estadual, das entidades representativas dos produtores e dos próprios criadores”, enfatiza Essado.

O presidente da agência acrescenta que o próximo passo será a conquista do status de área livre de aftosa sem vacinação, com reconhecimento da Organização de Saúde Animal (OIE). Para tanto, Goiás tem cumprido todas as metas do Mapa no âmbito do PNEFA.

A Portaria 516/2020 estabelece normas também para a vacinação compulsória contra a raiva dos herbívoros (bovinos, bubalinos, equídeos, muares, asininos, caprinos e ovinos) em 121 municípios considerados de alto risco para a doença. Neste caso, devem ser imunizados todos os animais com até 12 meses de idade.

Declaração

Tão importante quanto vacinar é apresentar a Declaração de Vacinação, que é obrigatória tanto no caso da aftosa quanto da raiva. O prazo para essa providência começa no mesmo dia do início da vacinação (1º de novembro) e vai até 7 de dezembro, ou seja, cinco dias úteis após a conclusão da etapa. Além dos animais vacinados, os pecuaristas precisam declarar também todo os rebanhos existentes nas propriedades.

As declarações de propriedades que tenham acima de 150 cabeças deverão ser feitas obrigatoriamente por via eletrônica no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás – Sidago. Para isso, o produtor precisará ter login e senha do Sidago, que podem ser obtidos no ícone Sidago no site da Agrodefesa (www.agrodefesa.go.gov,br).

A declaração de vacinação contra a raiva também deve ser feita via Sidago. As propriedades com menos de 150 cabeças podem fazer a declaração também presencialmente nos escritórios da Agrodefesa, mediante agendamento prévio.

Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás – 3201-3546

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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