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Política

Cobertura eleitoral do segundo turno

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Informações atualizadas minuto a minuto, sempre que uma novidade surgir durante as eleições do segundo turno neste domingo, dia 29 de novembro

18h35 – 100% das urnas apuradas em Anápolis. Roberto Naves foi reeleito na cidade com 61,28% dos votos, Antônio Gomide teve 38,72%.

18h27 – Eleitores e cabos eleitorais de Roberto Naves já comemoram a vitória no Comitê da Campanha, gerando aglomeração.

18h26 – Com 98,92% dos votos apurados, Roberto Naves tem 61,39% e Antônio Gomide 38,61%.

18h13 – Em Anápolis são 93,54% das urnas apuradas. Roberto Naves tem 61,26% dos votos, Antônio Gomide 38,74%.

18h07 – Atualizações nos resultados da capital Goiânia:

18h04 – Mais atualizações para Anápolis, agora 80,08% das urnas já foram apuradas. Roberto está com 61,13% dos votos e Antônio Gomide com 38,87%.

17h52 – Mais de metade das urnas foram apuradas em Anápolis:

17h49 – Muitas urnas já estão no pátio da UniEvangélica para serem apuradas.

17h47 – Goiânia também tem números atualizados, Maguito Vilela tem pequeno aumento no percentual de votos.

17h45 – Nova parcial no resultado oficial divulgado pelo Aplicativo Resultados do TSE. Com 33,65% das urnas apuradas, Roberto Naves tem 62,16% dos votos e Antônio Gomide 37,84%.

17h41 – Resultado parcial em Goiânia mostra Maguito e Vanderlan praticamente empatados.

17h36 – Aumenta a movimentação da chegada de urnas ao locais de apuração de votos. Filas se formaram no Sesc do Jundiaí.

17h35 – Mais de 50 urnas chegaram à UniEvangélica, local de apuração dos votos.

17h33 – Mais uma atualização no aplicativo Resultados do TSE. Pouco mais de 13% das urnas foram apuradas. Roberto Naves segue na frente com 63,96% e Antônio Gomide tem 36,04%.

17h31 – Mais urnas chegaram ao principal ponto de apuração dos votos em Anápolis, a UniEvangélica:

17h26 – Poucas urnas chegaram ao Sesc do Jundiaí, um dos locais de apuração dos votos.

17h23 – Primeira parcial oficial do Aplicativo Resultados do TSE aponta Roberto Naves na frente com 61,15% dos votos e Antônio Gomide com 38,85%.

17h17 – Primeiras urnas começam a chegar nos locais de apuração de votos.

17h – Termina período de votação em Anápolis.

16h59 – Eleitores que estiverem na fila ao findar as eleições receberão senhas.

16h58 – Equipe de jornalismo da Rádio Imprensa está a postos para trazer o resultado em primeira mão para os ouvintes e internautas.

16h56 – TSE garante que aplicativo de resultados dos votos funcionará bem neste segundo turno. Resultados devem ser divulgados mais cedo.

16h55 – Votos serão apurados em três locais em Anápolis: Quadra da UniEvangélica, Quadra do Sesi do Jundiaí e Cartório Eleitoral. Os resultados serão divulgados nos aplicativos do TSE.

16h54 – Últimos minutos de votação em Anápolis. Os portões dos pontos de votação serão fechados às 17h.

16h41 – Candidatos a prefeito de Anápolis informaram à imprensa que vão conceder entrevista coletiva no final da apuração dos votos, cada um em seu diretório eleitoral.

16h30 – Últimos minutos de votação e as escolas municipais ainda estão com o movimento baixo.

16h10 – Poucas pessoas também no Colégio Auxílio:

16h – Movimento na Escola Municipal Jerónimo Vaz, no Conjunto Mirage:

15h55 – Poucos eleitores no Colégio Estadual Antensina Santana, no Centro:

15h50 – Movimento no Colégio Estadual Gomes de Souza Ramos, Vila Jaiara:

15h43 – Movimento no Colégio Estadual Virgínio Santillo:

15h40 – Movimento na Escola Municipal Clovis Guerra:

15h35 – Os próximos capítulos dessa história continua sendo construído pelos eleitores.

15h33 – Redemocratização: O prefeito seguinte, eleito pelo voto direto, foi Antônio Roberto Gomide (PT) que governou de 1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012. Gomide foi reeleito e ficou no posto de 1º de janeiro de 2013 até 04 de abril de 2014, quando renunciou ao cargo. Em seu lugar assumiu o, então, Vice-Prefeito João Batista Gomes Pinto que administrou Anápolis de 04 de abril de 2014 até 31 de dezembro de 2016. O último prefeito eleito de Anápolis foi Roberto Naves e Siqueira, que tomou posse em 1º de janeiro de 2017.

15h31 – Redemocratização: Em 1º de janeiro de 2001, assumiu a Prefeitura de Anápolis, eleito, também, pelo voto direto, Ernani José de Paula (PPS). Ele ficou no cargo até o dia 19 de agosto de 2003, quando teve seu mandato cassado pela Câmara Municipal. Em seu lugar, assumiu como interventor o, então, Vice-Governador do Estado, Alcides Rodrigues (PP) que ficou até o dia 30 de novembro de 2003.  Em seguida, o Vice-Prefeito Pedro Fernando Sahium (PP) assumiu o cargo e nele ficou até o dia 31 de novembro de 2004. Em seguida, Pedro Sahium se candidatou à reeleição e foi escolhido para ficar no posto até o dia 31 de dezembro de 2008.

15h28 – Redemocratização: Com a reconquista do direito de escolherem seus prefeitos pelo voto direto, os anapolinos elegeram Adhemar Santillo (PMDB), que governou o Município entre 1º de janeiro de 1986, e 31 de dezembro de 1988. Em 1º de janeiro de 1989, Anapolino Silvério de Faria (MDB) voltou a Prefeitura eleito pelo voto direto. Ele governou até o dia 31 de dezembro de 1992. Em seguida, foi eleito, pelo voto direto, Wolney Martins de Araújo (PDS), que administrou o Município do dia 1º de janeiro de 1993, ao dia 31 de dezembro de 1996. Adhemar Santillo (PMDB) voltou a ser eleito, pelo voto direto, para a Prefeitura e governou de 1º de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000.

15h26 – Intervenção Militar: Também, nomeado pelo Governo Federal, Wolney Martins de Araújo tomou posse em 24 de março de 1980, permanecendo no cargo até o dia 15 de maio de 1982, quando se afastou. Com a vacância do cargo o, então, Presidente da Câmara Municipal, Fernão Ivan José Rodrigues (PDS) assumiu a Prefeitura em 17 de maio de 1982, ficando no posto até 04 de junho daquele mesmo ano. Em seguida, o Governo Federal nomeou Prefeito de Anápolis, Olímpio Ferreira Sobrinho (PTB), que governou até o dia 29 de dezembro de 1983. O último prefeito nomeado pelo Governo Federal foi Anapolino Silvério de Faria (PMDB) que exerceu o cargo de 29 de dezembro de 1983 a 31 de dezembro de 1985.

15h34 – Intervenção Militar: No dia 09 de abril, tomou posse, como interventor na Prefeitura de Anápolis, Jamel Cecílio, que governou até o dia 19 de abril de 1978. No dia 20 de abril de 1978, assumiu o cargo Lincoln Gomes de Almeida, que ficou até o dia 26 de março de 1979. Depois foi nomeado prefeito de Anápolis Decil de Sá Abreu, que administrou a Cidade até o dia 24 de março de 1980.

15h32 – Intervenção Militar: Sob a alegação de se criar, em Anápolis, uma “área de interesse da Segurança Nacional”, o Governo Militar, com a cassação de José Batista Júnior, nomeou como interventor, Irapuan Costa Júnior (ARENA – Aliança Renovadora Nacional), que ficou no cargo de prefeito nomeado até o dia 15 de maio de 1974. Depois dele, o Governo Federal nomeou Eurípedes Barsanulfo Junqueira, que permaneceu como Prefeito de Anápolis até o dia 08 de abril de 1975.

15h29 – O mesmo Carlos de Pina (PSD) viria a ser eleito, pelo voto universal, para a Prefeitura de Anápolis, no dia 31 de janeiro de 1955 e governou até 31 de janeiro de 1959. Naquela data (31 de janeiro de 1959) foi eleito Heli Alves Ferreira (PSD), o quadragésimo segundo prefeito da história de Anápolis. Ele permaneceu no cargo até 31 de janeiro de 1961. A seguir, assumiu Jonas Ferreira Alves Duarte (PTB), que foi prefeito de Anápolis até 31 de janeiro de 1966. Em 31 de janeiro de 1966 tomou posse, como Prefeito de Anápolis, Raul Balduíno de Souza (MDB), que governou até 31 de janeiro de 1970.  Em 31 de janeiro de 1970, assumiu Henrique Antônio Santillo (MDB), que ficou no cargo até 31 de janeiro de 1973. Em seguida, foi eleito, e assumiu, José Batista Júnior (MDB) que exerceu o cargo somente até o dia 28 de agosto daquele ano (1973), quando teve o mandato cassado pelo Regime Militar.

15h26 – Prefeitos eleitos: Em 1947 Anápolis voltou a eleger prefeitos pelo voto direto. Em 08 de dezembro daquele ano, foi eleito Carlos de Pina, que ficou no governo até o dia 31 de janeiro de 1951, quando se licenciou do cargo. Entrou em seu lugar o Presidente da Câmara de Vereadores, Plácido de Campos. Ambos eram do PSD. Em 10 de fevereiro, os anapolinos elegeram Sócrates Mardocheu Diniz (PSD) que governou até 31 de janeiro de 1953, quando renunciou ao cargo. Em 07 de fevereiro de 1953, Plácido de Campos, Presidente da Câmara assumiu, novamente, a Prefeitura e ficou no poder até 1º de maio. Naquela data (1º de maio de 1953), os anapolinos elegeram João Luiz de Oliveira para um “mandato tampão”, que durou até 31 de janeiro de 1955.

15h24 – Era dos prefeitos: O trigésimo quarto prefeito de Anápolis foi Adhayl Lourenço Dias, nomeado, também, pelo Governo do Estado. Ele era da UDN (União Democrática Nacional) e ficou no cargo de 31 de março a 31 de outubro de 1947. Depois dele, assumiu Balthazar do Reis, também da UDN, que ficou no cargo de 1º de novembro a 08 de dezembro de 1947, colocando fim ao longo período de prefeitos nomeados pelo Governo do Estado.

15h23 – Era dos prefeitos: Joaquim Câmara Filho foi nomeado Prefeito de Anápolis pelo Governo do Estado e administrou a Cidade entre 16 de junho de 1943 e 23 de março de 1945, também, pelo PRP. Graciano Antônio da Silva (Coronel Sanito), agora no PL, foi nomeado Prefeito de Anápolis e permaneceu no posto entre 23 de março e 12 de novembro de 1945. Naquela mesma data (12 de março de 1945) o Governo do Estado nomeou Prefeito de Anápolis, José do Couto Dafico, do PTR (Partido Trabalhista Republicano). Ele ficou no cargo até março de 1946. Depois, o Governo do Estado nomeou para a Prefeitura de Anápolis, Plínio D’Abadia Gonzaga Jaime, do PSD (Partido Social Democrático), que ficou no cargo entre março e outubro de 1946. Naquela data (outubro de 1946) Graciano Antônio da Silva (agora no PTB) era, novamente, nomeado Prefeito de Anápolis, tendo permanecido no cargo até 31 de março de 1947.

15h20 – Era dos prefeitos: Em dezembro de 1934, elegeu-se prefeito de Anápolis o farmacêutico José Fernandes Valente (PRP), que governou até 21 de setembro de 1936, quando teve seu mandato cassado pelo Estado Novo. Naquela mesma data (21 de setembro) foi nomeado prefeito, Eliseu Jorge Campos, também do PRP, que ficou no posto até dezembro. E, em dezembro de 1936, José Fernandes Valente, que havia sido cassado, foi, novamente, nomeado Prefeito, tendo ficado no cargo até 24 de dezembro de 1940. Outro prefeito nomeado pelo Governo do Estado foi Manoel Demóstenes Barbo de Siquera. Ele que, também, era do PRP, ficou no cargo entre 24 de dezembro de 1940 e 14 de maio de 1943.  

15h18 – O vigésimo terceiro governante de Anápolis foi João Luiz de Oliveira, nomeado pela Governadoria do Estado. Ficou no cargo de 08 de novembro de 1930, a março de 1934. Era do Partido Democrático (PD). Depois dele, assumiu Irani Alves Ferreira, também, do PD e que ficou por poucos meses no cargo: de março a dezembro de 1934.

15h16 – Novos intendentes: Graciano Antônio da Silva (Coronel Sanito), que era presidente do Conselho Municipal, assumiu a intendência com a renúncia de Pacífico Alves da Cruz, que havia assumido com a morte de Braz Luiz Gomes. Governou de dezembro de 1921 a março de 1922. Depois de Graciano Antônio da Silva, Odorico da Silva Leão reassumiu o cargo e ficou na Intendência de março a novembro de 1922. Graciano Antônio da Silva assumiu a Intendência, agora eleito, em novembro de 1922 e permaneceu no cargo até novembro de 1926. E, em novembro de 1926, também pelo PRC, elegeu-se Adalberto Pereira da Silva, que governou Anápolis até 08 de novembro de 1930.

15h14 – Novos intendentes: O décimo quinto intendente de Anápolis foi Cristóvão Campos (PRC), que governou o Município de 1º de novembro de 1915, a 1º de novembro de 1918. Em seguida veio Odorico da Silva Leão, também do PRC, que ficou no cargo entre 1º de novembro de 1918 e outubro de 1919. Odorico afastou-se e quem assumiu foi Braz Luiz Gomes de Pina, que administrou entre outubro de 1919, e outubro de 1920. O intendente eleito seguinte foi Pacífico Alves da Cruz, também do PRC, que ficou no posto de outubro de 1920 a dezembro de 1921. Ele foi eleito depois da morte de Braz Luiz Gomes de Pina, que era o primeiro suplente de Odorico Leão.

15h12 – Era dos intendentes: Em 1º de novembro de 1903, os anapolinos elegeram Américo Borges de Carvalho como Intendente Municipal. Ele era do PL e ficou no cargo até o dia 1º de novembro de 1907. O próximo intendente eleito foi Joaquim Prudêncio Batista, do PL, que administrou a Cidade entre 1º de novembro de 1907 e 1º de novembro de 1911. Na sequência, foi eleito Manoel Francisco D’Abadia, do Partido Republicano Conservador (PRC), que ficou no cargo até 1913, quando renunciou. Em seu lugar, assumiu o segundo intendente, também, do PRC, Luiz Inácio de Bastos, que governou Anápolis até 02 de fevereiro de 1914. E, no dia 02 de fevereiro de 1914, foi a vez de Pedro Alexandrino da Costa, também do PRC, terceiro intendente, assumir no lugar do segundo, Luiz Inácio de Bastos que, também, havia renunciado ao cargo. Ele ficou no posto até 1º de novembro de 1915. 

15h10 – Era dos intendentes: Depois deles, foi eleito Manuel Francisco D’Abadia, que administrou Anápolis entre 09 de julho de 1887 e 09 de julho de 1899. Era membro do Partido Republicano Progressista (PRP). A seguir, foi eleito Antônio Chrispim de Souza, pelo PL, que ficou no cargo entre 09 de julho de 1899 e 24 de fevereiro de 1902.  De 24 de fevereiro a dezembro de 1902, Anápolis foi administrada por Moisés Augusto Santana, do PRP, que era Presidente do Conselho e assumiu o cargo com a renúncia do, então, intendente. Depois, foi a vez de Antônio de Souza Ramos, também, do PRP, governar Anápolis, de dezembro de 1902, a 1º de novembro de 1903, na condição de novo Presidente do Conselho Municipal.

15h07 – Era dos intendentes: O primeiro intendente (função equivalente a prefeito) eleito em Anápolis foi Lopo Santana Ramos. Ele governou de 24 de março de 1893 a 21 de maio de 1895. Integrava o Partido Liberal (PL). Antes dele, já haviam governado Anápolis José Batista da Silva (Zéca Batista), também, do Partido Liberal. Seu governo foi de 10 de março a 21 de abril de 1892, na condição de Presidente da Junta Administrativa, nomeada para administrar até a eleição do novo intendente; Theodoro da Silva Batista – outro integrante do Partido Liberal, que administrou de 21 de abril a 25 de maio de 1892. O último intendente nomeado, ainda pelo PL, foi Alexandre Batista Arantes, que ficou no cargo de 25 de maio de 1892, a 24 de março de 1893. O quinto intendente (prefeito) de Anápolis foi Antônio Pereira de Souza Dutra, do PL, que governou de 21 de maio de 1895, a 09 de julho de 1987.

15h05 – Anápolis escolhe hoje seu 41º prefeito em 127 anos. Confira nos próximos posts um pouco da história política da cidade.

15h09 – Com as votações chegando ao fim, o movimento nas escolas em Anápolis ainda é baixo. Esta é a Escola Municipal Realino José de Oliveira, no bairro Jandaia.

14h45 – Movimento tímido da Faculdade Anhanguera, em Anápolis.

14h30 – No Brasil, 37 pessoas foram presas até às 13h, segundo a Polícia Federal. Ninguém foi preso até agora em Anápolis.

14h25 – Segundo TSE, 503 mil eleitores em todo o país já justificaram a ausência do voto utilizando o aplicativo e-Título neste domingo.

14h23 – Universidade Estadual de Goiás (UEG), campus Jundiaí, com movimentação bem tranquila nesta tarde.

14h10 – Médico cardiologista, Dr. Iron Bastos, se une à equipe de jornalismo da Rádio Imprensa durante a cobertura das eleições.

Dr. Iron Bastos (à esquerda) e Nilton Pereira (à direita)

14h – Nenhum eleitor na Escola Municipal Maria Aparecida Gebrim.

13h50 – Tribunal de Justiça afirma que e-Título está funcionando normalmente hoje.

13h45 – Idoso em Goiânia que se recusou a usar álcool em gel na sessão eleitoral e acusou mesários de estarem o impedindo de votar, pode ter cometido crime de desacato a funcionário público. Mesários voluntários são funcionários públicos em exercício no período em que atuam nas eleições e devem ser respeitados como tal.

13h40 – Votar é um direito do eleitor, mas também é um dever. O voto é obrigatório. Nenhum eleitor tem o direito de deixar de votar.

13h30 – Advogado Danilo Baliza disse que faltar às urnas sem motivo justificável é um “desperdício de voto”.

13h24 – Justificativas pelo aplicativo e-Título só podem ser feitas por quem baixou o aplicativo até ontem. A partir de amanhã os eleitores faltosos poderão justificar pelo aplicativo ou presencialmente no Cartório Eleitoral, desde que apresente um documento que comprove a necessidade da ausência nas urnas.

13h10 – O assunto na Rádio Imprensa são os crimes eleitorais.

13h05 – Advogado Danilo Baliza participa agora na Rádio Imprensa com comentários sobre crimes eleitorais.

Danilo Baliza (à esquerda), Nilton Pereira (à direita)

13h – Candidato Antônio Gomide vota agora, às 13h, no colégio Galileu, no Jundiaí

12h50 – Também temos 20.626 idosos acima de 70 anos, que não são mais obrigados a ir às urnas. Eles podem fazer diferença em uma eleição, já que são 7,65% do total dos eleitores da cidade.

12h40 – O voto não é obrigatório para idosos acima de 70 anos, mas eles ainda somam um grande número de eleitores, são 20.626 pessoas nessa faixa etária. 38 deles tem mais de 100 anos de idade.

12h30 – Em Anápolis, dos 269.556 eleitores, 21.662 não são obrigados a votar, o que totaliza 8,03% do eleitorado. São 1.036 eleitores adolescentes, menores de 18 anos, que ainda não atingiram a idade obrigatória para o voto, mas que podem ir às urnas pela primeira vez. São 199 eleitores com 16 anos e 837 com 17 anos. Eles representam 0,38% do eleitorado anapolino.

12h25 – A maioria dos eleitores tem entre 30 e 60 anos. Mas é alto o percentual de jovens que irão votar. São 24,04% com menos de 30 anos.

12h20 – Dos eleitores anapolinos, 894 tem algum tipo de deficiência. A maioria, 385 pessoas, tem dificuldade de locomoção; 300 tem deficiências diversas; 228 tem deficiência visual; 98 deficiência auditiva; e 21 dificuldades para votar.

12h15 – Em Anápolis o número de eleitores aumentou em relação ao último pleito municipal. Em 2016 eram 260.567, neste ano são 269.556 eleitores.

12h10 – Colégio João Luiz de Oliveira, no Cidade Jardim, não tem nenhum eleitor presente no momento. Eleições tranquilas no local.

12h – Comércio no Centro da Cidade está aberto para dar continuidade à Black Friday.

11h50 – A Justiça Eleitoral prevê diversos momentos de auditoria para atestar a segurança, a transparência e a lisura da votação, tais como: a auditoria de funcionamento das urnas eletrônicas em condições normais de uso (anteriormente chamada de votação paralela) e a auditoria de verificação da autenticidade e da integridade dos sistemas instalados nas urnas eletrônicas.

11h47 – A urna eletrônica é exclusiva para votações e funciona somente na hora e na data dos pleitos. Neste ano, em razão da pandemia de Covid-19, a votação começou às 7h, mas, em tempos de normalidade, começa às 8h.

11h45 – Segurança das urnas: Para todo o conjunto de software produzido durante a cerimônia de assinatura digital e lacração de sistemas, são geradas assinaturas digitais e resumos digitais. Caso haja qualquer suspeição quanto à autenticidade do software da urna eletrônica, as assinaturas digitais e os resumos digitais podem ser conferidos e validados por aplicativos ou softwares desenvolvidos pelo TSE e pelas entidades fiscalizadoras. Todos os dados que alimentam a urna eletrônica, assim como todos os resultados produzidos, são protegidos por assinatura digital.

11h43 – Pr. Bertiê Adais Magalhães, presidente da Assembleia de Deus, ministério Madureira participa da programação jornalística da Rádio Imprensa:

Nilton Pereira (à esquerda), Carlos Alberto Lima (centro), Pr Bertiê Magalhães (direita)

11h37 – Segurança das urnas: Seis meses antes das eleições, o software da urna e demais sistemas eleitorais são apresentados aos representantes de partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e entidades previstas na Resolução TSE nº 23.603/2019. Na cerimônia, os sistemas eleitorais e os programas de verificação desenvolvidos pelas entidades fiscalizadoras são lacrados e assinados digitalmente.

11h29 – Segurança das urnas: Nos testes realizados antes de cada pleito, o TSE convoca especialistas para tentar quebrar as barreiras de segurança das urnas. Em cinco edições, não obteve sucesso nenhuma tentativa de quebra do sigilo de voto ou de desvirtuamento da destinação dos votos, mas todas as contribuições foram aproveitadas para incrementar ainda mais a cadeia de segurança dos sistemas.

11h26 – Segurança das urnas: As urnas têm, em média, uma vida útil de dez anos. Durante esse período, passam por vários testes entre as eleições. As baterias são carregadas quadrimestralmente. Os componentes são exercitados para não se desgastarem.

11h20 – Segurança das urnas: A urna eletrônica pode ficar ligada somente na bateria por mais de dez horas, por exemplo, no caso de faltar luz.

11h15 – A quantidade é menor que a do primeiro turno, mesmo assim, muitos santinhos foram encontrados próximos do Colégio Cesar Toledo.

11h03 – O jornalismo da Rádio Imprensa continua recebendo seus convidados. Agora no estúdio o economista Márcio Dourado, o advogado eleitoral Carlos Alberto Lima e o jornalista Nilton Pereira comentam o cenário político atual.

Economista Márcio Dourado (esquerda), advogado eleitoral Carlos Alberto Lima (centro) e jornalista Nilton Pereira (direita)

10h55 – Segurança das urnas: Embora seja eletrônica, a urna funciona de forma isolada, ou seja, não dispõe de nenhum mecanismo que permita sua conexão com dispositivos de redes, como internet e bluetooth. A urna também não é equipada com o hardware necessário para se conectar a uma rede ou mesmo qualquer forma de conexão com ou sem fio. O único cabo que ela possui é o de energia. Além disso, o sistema operacional Linux contido na urna é preparado pela Justiça Eleitoral de forma a não incluir nenhum mecanismo de software que permita a conexão com redes ou o acesso remoto. Isso inviabiliza ataque ou invasão de hackers no dia da votação.

10h50 – Cinco urnas foram trocadas em Anápolis até às 10h da manhã de hoje: Na Escola Ester de Campos Amaral, na Faculdade Anhanguera, no Sesi Jaiara, na Escola Mauá Cavalcante e no Colégio Ednê Rodrigues.

10h45 – Segurança das urnas: A Justiça Eleitoral contrata, por licitação, uma fábrica para produzir os equipamentos, acompanhando o processo e mantendo o controle total do que é feito. Os aparelhos somente são liberados após passarem por uma avaliação de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): um teste funcional que avalia, entre outros itens, a aparência e o funcionamento dos componentes, a impressão e o teclado.

10h40 – Começa a aumentar o movimento na UniEvangélica, o maior colégio eleitoral de Anápolis.

10h30 – Homem é preso dirigindo bêbado entre Anápolis e Nerópolis. Foi conduzido à Central de Flagrantes de Anápolis.

10h20 – Curiosidade histórica: A urna eletrônica pode até parecer simples, mas tem muita segurança envolvida. Desde que foi adotada no processo eleitoral brasileiro, em 1996, a urna já contabiliza 13 eleições (entre gerais e municipais) bem-sucedidas, incluindo o primeiro turno das Eleições Municipais de 2020.

10h15 – Para atender a todos os eleitores, foram convocados 2.682 mesários. 75% deles são voluntários, os demais designados obrigatoriamente para a função. O número de mesários neste ano diminuiu apesar do aumento do número de eleitores. Em 2016, eram 2.947 mesários, a queda foi de 7,33%.

10h10 – Depois que votar, evite aglomerações, mesmo que você encontre conhecidos na escola onde for votar. Diminua o tempo de permanência nos locais de votação. Assim você exerce sua cidadania e se mantem a salvo do coronavírus.

10h08 – Outras dicas podem ajudar a evitar a contaminação pelo novo Cornavírus: Leve uma caneta. Assim não vai precisar usar a caneta que outros usaram para assinar o caderno de votação; Você também poderá usar sua caneta para apertar os botões, evitando o contato com a superfície que outros eleitores também usaram; Não esqueça sua identidade ou documento com foto. Mas lembre-se, não é necessário que o mesário pegue o seu documento, basta mostrar para ele e assim evitar a transmissão do vírus; A Justiça Eleitoral vai oferecer álcool gel pra você na entrada e na saída da sala de votação. Contribua com o trabalho deles e use o álcool corretamente.

10h05 – Ao ir votar tome os cuidados sanitários necessários. Usar máscara, mantenha o distanciamento social e tenha sempre em mãos um vidrinho com álcool gel.

10h02 – Candidato Roberto Naves chega agora ao Colégio Estadual Doutor Genserico Gonzaga Jaime, no JK Industrial para votar.

10h01 – A partir de agora a votação está liberada para todos os públicos. Idosos que não votaram até às 10h ainda podem ir votar.

10h – Economista Márcio Dourado se une aos jornalistas e comentaristas da Rádio Imprensa na cobertura deste domingo eleitoral.

09h53 – Cartório Eleitoral informa que duas urnas foram substituídas em Anápolis até o momento.

09h52 – Segundo o site G1 Goiás, um eleitor ficou nervoso e gerou confusão na hora de votar, em Goiânia. Segundo os mesários, ele foi instruído a higienizar as mãos antes de pegar a caneta emprestada para assinar presença. No entanto, o idoso disse que ele estava sendo impedido de exercer o direito ao voto e que seria vítima de agressão. Um policial militar foi ao local e conseguiu resolver a situação. Em seguida, o eleitor higienizou as mãos, assinou a presença, votou e foi embora.

09h43 – Dr. Carlos Limongi, Juiz Eleitoral de Anápolis conversa ao vivo por telefone com a equipe da Rádio Imprensa. Segundo ele, o dia de eleições está tranquilo.

9h45 – Dr. Carlos Alberto Lima se une à equipe de jornalismo para comentar o dia das eleições.

9h43 – Movimento tranquilo na Faculdade Raízes, bem diferente do que foi presenciado no primeiro turno.

9h42 – Neste domingo, dia 29, o índice de abstenção pode ser ainda maior. Historicamente a quantidade de eleitores que deixam de votar no segundo turno é maior que no primeiro. Em 2016 por exemplo, a abstenção nas urnas foi de 19,11% no primeiro turno e de 23,38% no segundo.

09h40 – No primeiro turno das eleições 74.637 eleitores deixaram de ir votar em Anápolis. Eles representam 27,69% do total de eleitores da cidade. Se somarmos a esse número a quantidade de eleitores que foram às urnas no último dia 15, mas votaram em branco (6.764) ou nulo (12.028), o percentual de eleitores que deixaram de escolher um dos candidatos a prefeito em Anápolis foi de 34,66%.

09h19 – Escola Jair Ribeiro, no Guanabara, com baixo movimento na manhã de hoje.

09h17 – Todas as sessões da escola Bezerra de Menezes foram todas transferidas para Faculdade Raizes:

Comunicado fixado no portão da Escola Bezerra Menezes

09h10 – Aqui em Anápolis são 115 locais de votação. Ao todo 818 sessões, ou seja, salas de aula adaptadas para a instalação da cabine de votação. O Cartório Eleitoral destinou 900 urnas para Anápolis, o excedente será usado na substituição de urnas com problemas mecânicos.

9h08 – Fique atento ao horário de votação. Das 7h às 10h é o horário preferencial para pessoas acima de 60 anos. Se você não se enquadra na faixa etária, espere a sua vez.

9h07 – Curiosidade histórica: Desde que se instituiu a junta administrativa para dar formatação ao que, mais tarde, seria a Cidade de Anápolis, o Município teve 67 administrações, contando-se nomeações, intervenções e eleições pelo voto direto. Alguns governaram por mais de uma vez. A Cidade entra, agora, para o processo eleitoral que vai definir seu 41º prefeito.

8h58 – O jornalista Dirceu Pinheiro se une à equipe de jornalistas da Rádio Imprensa a partir de agora para comentar os principais fatos desta eleição.

Dirceu Pinheiro (direita) e Nilton Pereira (esquerda) comentam sobre as eleições deste domingo

8h52 – Cenário de tranquilidade neste domingo de eleições. Até o momento ninguém foi preso pela Polícia Federal por crime eleitoral.

8h44 – Justificativa do voto: Quem não votou no primeiro turno das eleições 2020 precisa justificar em até 60 dias após o pleito, ou seja, até o dia 14 de janeiro. Quem também deixar de votar no segundo turno deve justificar a ausência na segunda ocasião separadamente e entregá-la até dia 28 de janeiro.

8h43 – O índice de abstenção no pleito municipal é o maior desde 1996, ano em que as urnas eletrônicas começaram a ser utilizadas. Ainda assim, durante pronunciamento feito após o balaço, para o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, a desistência da votação foi pequena. “No último domingo, 15 de novembro, 113 milhões de pessoas compareceram às urnas em um nível de abstenção relativamente baixo para um pleito realizado no meio de uma pandemia. E com observância geral das regras de segurança e com os resultados divulgados no mesmo dia das eleições”, defendeu.

8h42 – Segundo o Google Trends a pergunta mais feita durante esse período das eleições foi: “quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?”. A resposta, de acordo de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é, sim. 

8h25 – Curiosidade: movimento em supermercados neste domingo está tranquilo.

8h19 – Faculdade Anhanguera também repete a cena de sessões vazias.

Faculdade Anhanguera sem filas nas sessões de votação

8h18 – Escola Jair Ribeiro, bairro Guanabara, também com baixo número de eleitores.

8h10 – Mesários aguardam eleitores comparecerem para votar no colégio Gomes de Souza Ramos.

Mesários no Colégio Gomes de Souza Ramos

8h05 – Movimento é baixo no Colégio Gomes de Souza Ramos.

Colégio Gomes de Souza Ramos

7h55 – O número de candidatos, obviamente, diminuiu do primeiro turno para este, mas para que uma eleição aconteça é preciso mobilizar muita gente antes e depois também das votações. Confira as informações.

muitas pessoas são mobilizadas para realizar uma eleição

7h51 – Colégio São Francisco, Jundiaí, sem filas:

Colégio São Francisco sem filas

7h50 – Apesar dessa quantidade de eleitores, nem todos foram às urnas no primeiro turno, pelo contrário. O número de abstenções foi muito alto. Confira na reportagem.

ABSTENÇÃO DOS VOTOS FOI ALTA NO PRIMEIRO TURNO

7h45 – Também temos 20.626 idosos acima de 70 anos, que não são mais obrigados a ir às urnas. Eles podem fazer diferença em uma eleição, já que são 7,65% do total dos eleitores da cidade.

7h44 – Em Anápolis, dos 269.556 eleitores, 21.662 não são obrigados a votar, o que totaliza 8,03% do eleitorado. São 1.036 eleitores adolescentes, menores de 18 anos, que ainda não atingiram a idade obrigatória para o voto, mas que podem ir às urnas pela primeira vez. São 199 eleitores com 16 anos e 837 com 17 anos. Eles representam 0,38% do eleitorado anapolino.

7h42 – O grau de instrução é regular. A maioria concluiu o Ensino Médio (29,49%) e o Ensino Fundamental (7,59%). Os que aparecem com a escolaridade incompleta, ou seja, ainda estão cursando ou abandonaram os estudos somam 35,04%. Também é alto o percentual daqueles que tem faculdade concluída (13,43%) ou em curso (8,56%). Os que apenas lêem e escrevem são 4,42% dos eleitores e 1,47% se declararam analfabetos.

7h41 – A maioria dos eleitores, ao todo 45,3% são solteiros, ou seja, nunca se casaram. 43,9% são casados, os outros 10,8% são divorciados, separados e viúvos.

7h40 – A Rádio Imprensa preparou alguns números sobre as eleições deste ano com dados oficiais do Tribunal Regional Eleitoral. A primeira reportagem apresenta o perfil dos eleitores aqui da cidade. Confira:

perfil do eleitor anapolino

7h35 – Movimento nas feiras é baixo hoje devido às eleições. Veja como estão as vendas no Feirão da Alexandrina:

Movimento baixo nas feiras da cidade devido às votações

7h30 – Curiosidade histórica: Em 2004 foi a primeira vez que o eleitor anapolino experimentou ir às urnas no segundo turno em eleições municipais, na época a disputa era entre Pedro Sahium e Rubens Otoni. Depois disso foram mais três eleições municipais com segundo turno: em 2008, Antônio Gomide e Onaide Santillo; em 2016 Roberto Naves e João Gomes; e, agora em 2020, Roberto Naves e Antônio Gomide.

7h25 – O horário de votação é apenas uma das alterações feitas na rotina do dia das eleições devido a Pandemia do novo coronavírus. Outras mudanças também foram feitas para evitar o contágio. Pra você chegar ao local de votação bem preparado, confira algumas dicas que a Justiça Eleitoral dá aos eleitores.

DICAS PARA O ELEITOR CHEGAR BEM PREPARADO ÀS URNAS

7h20 – Até às 10h da manhã a votação será preferencial para pessoas acima de 60 anos. Confira as informações:

HORÁRIO PREFERENCIAL

7h16 – Pela quarta vez, Anápolis escolhe seu prefeito no segundo turno das eleições. Depois da capital Goiânia, Anápolis foi a primeira cidade do Estado a ter 200 mil eleitores, o que possibilitou a realização de segundo turno em eleições municipais. Depois de Anápolis, o município de Aparecida de Goiânia também atingiu a marca. Até hoje, apenas essas três cidades em Goiás tem esse número de eleitores: Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia.

7h15 – Segundo turno das eleições. Hoje, os 269.556 eleitores anapolinos deverão voltar às urnas para escolher o próximo prefeito da cidade. A Rádio Imprensa separou algumas curiosidades sobre a história do segundo turno em eleições municipais aqui em Anápolis. Confira:

história do segundo turno em anápolis

7h11 – Nossa equipe de jornalismo preparou uma programação especial para este domingo de eleições.

Confira a programação da rádio imprensa neste domingo

7h10 – Eleitores já estão votando no Sesi da Vila Jaiara.

7h05 – No Sesi da Jaiara, os portões abriram com cinco minutos de atraso. Os eleitores já estavam ao lado de fora aguardando para votar.

07h – Começaram as votações. Hoje, 269.556 eleitores devem ir às urnas escolher o próximo prefeito.

6h42 – Hoje Anápolis escolhe o prefeito, que vai administrar a cidade nos próximos quatro anos. E a exemplo do primeiro turno, nossa equipe de jornalismo vai passar o dia aqui ao seu lado, na cobertura jornalística deste domingo de eleições. Informações serão atualizadas aqui no site da Rádio Imprensa minuto a minuto, sempre que uma novidade surgir.

Política

Reforma tributária deve ser votada até a metade de 2021

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O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) também afirmou que o colegiado pretende apresentar o texto definitivo para apreciação no Congresso até o fim de fevereiro

DA REDAÇÃO

Presidente da comissão mista que analisa a reforma tributária no Congresso Nacional, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) acredita que a proposta que mudará o sistema de cobrança de impostos no Brasil será aprovada até a metade de 2021. Em seu perfil do Twitter, o parlamentar também afirmou que o colegiado pretende apresentar o texto definitivo para apreciação no Congresso até o fim de fevereiro.

“A nossa missão é juntar tudo em um texto só. Então, combinamos que, durante o mês de fevereiro, a comissão mista conclua o seu trabalho, apresentando o relatório que vai ser dado entrada em uma das casas do Congresso Nacional, com a Câmara ou Senado, para que a gente, ainda em 2021, se possível até o meio do ano, agosto no máximo, a gente consiga entregar para o Brasil um novo sistema tributário”, projeta.  

A expectativa de Rocha foi anunciada após encontro de membros da comissão mista com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). A reunião também contou com a presença do relator da matéria no colegiado, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Ainda, segundo Rocha, a proposta precisa ser aprovada para que o País consiga avançar no processo de retomada econômica. “A reforma tributária é fundamental para melhorar o ambiente de negócios, gerar mais empregos, aumentar a arrecadação tributária e o Brasil poder respirar melhor”, disse o parlamentar.

Para o presidente do senado, Rodrigo Pacheco, o Congresso Nacional precisa ter o compromisso de estabelecer um novo sistema tributário mais justo, no qual a população também saiba exatamente o paga de imposto. Segundo o parlamentar, o atual modelo é obscuro e também dá margens para sonegação de impostos.

“O que o mercado e a sociedade esperam de nós é uma reforma tributária mais justa possível, que entregue ao país um sistema de arrecadação mais simplificado, menos burocratizado, com mais justiça social, não inibindo o setor produtivo do Brasil. Esses serão os objetivos de mérito da reforma tributária, e nos cabe definir esse procedimento e entregar as pautas da reforma tributária no Brasil”, destaca.

Convergência das PECs

Atualmente, os parlamentares analisam duas Propostas de Emenda Constitucional. Uma delas é a PEC 45/2019, em tramitação na Câmara. A outra é a PEC 110/2019, apreciada pelos senadores. Com a semelhança das matérias, a ideia é criar um único texto de reforma tributária – trabalho que já começou a ser feito pela comissão mista.

A principal convergência entre os dois projetos é a extinção de tributos que incidem sobre bens e serviços. A princípio, eles seriam substituídos por um só imposto sobre valor agregado.

A PEC 45/2019 acaba com cinco tributos. Três deles são de competência da União (IPI, PIS e Cofins). Os demais são o ICMS, que pertence aos estados; e o ISS, arrecadado pelos municípios. Além desses, a PEC 110/2019 extingue outros quatro impostos federais. São eles: IOF, salário-educação, Cide-combustíveis e Pasep.

A comissão mista da reforma tributária foi criada em fevereiro de 2020 pelos então presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia. O colegiado é composto por 25 senadores e 25 deputados, que teriam 45 dias para “consolidar o texto” da mudança constitucional sobre a mudança na cobrança de tributos.
 

Fonte: Brasil 61

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Política

Reforma Tributária pode ser votada este ano

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Durante reunião, os presidentes da Câmara e do Senado trataram sobre o cronograma para votação da pauta

DA REDAÇÃO

Nesta quinta-feira (4), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), afirmou que a reforma tributária deve ser aprovada entre agosto e outubro deste ano. Essa previsão ocorreu após um café da manhã em que o parlamentar discutiu o assunto com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL). Na avaliação do senador, a pauta “é uma prioridade para o País”.

Por isso, a comissão mista criada no ano passado para discutir a reforma vai retomar as atividades. Na avaliação dos presidentes das Casas Legislativas, o trabalho será em conjunto para que as reformas tenham discussões claras e transparente. Apesar disso, ainda é preciso definir se a proposta começa a tramitar pelo Senado ou pela Câmara dos Deputados.

Fonte: Brasil 61

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Política

Câmara dos Deputados: confira as pautas prioritárias do novo presidente Arthur Lira

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Primeiro ato do parlamentar foi estabelecer nova eleição para Mesa Diretora

DA REDAÇÃO

Arthur Lira (PP-AL) é o novo presidente da Câmara dos Deputados. Com 302 votos, seu primeiro ato foi estabelecer nova eleição para Mesa Diretora.

Durante assinatura de ato simbólico, na manhã de quarta-feira (3), juntamente com o presidente eleito do Senado, Rodrigo Pacheco, Arthur Lira apontou a prioridade das pautas econômicas e agilidade na vacinação contra Covid-19.

“Nesse momento, o foco é união de forças no combate à maior pandemia em 100 anos; a busca de alternativas legislativas pela vacina e a consequente afirmação dos compromissos das pautas, que destravarão a economia e beneficiarão – no âmbito do Brasil – os negócios, a geração de emprego e de renda e favorecimento daqueles que mais precisam”, afirmou.

Pautas prioritárias

O novo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, destacou as pautas prioritárias no Congresso Nacional, dentre elas a PEC 186/2019 ou PEC Emergencial, que cria mecanismos de controle de despesas públicas para União, estados e municípios; a PEC 188/2019, que busca descentralizar o orçamento, prestigiando a autonomia dos estados e dos municípios e a PEC 187/2019 ou PEC dos Fundos Públicos Infraconstitucionais, que vai alocar um recurso muito significativo ao Tesouro Nacional para pagamento da dívida pública.

O senador também destacou a reforma tributária como proposta prioritária das duas Casas. “Entre elas estão a reforma tributária, que tramita através de duas propostas, na Câmara e no Senado Federal, e buscaremos estipular um prazo para apresentação de um relatório final da comissão que trata da reforma tributária”, afirmou.

O presidente da Fundação Liberdade Econômica e ex-diretor da Apex, Márcio Coimbra, avalia que a postura do presidente Arthur Lira será de menos enfrentamento ao Executivo e de mais pragmatismo, uma vez que o Centrão tem uma agenda que não segue o mesmo sentido que a do ministro Paulo Guedes. Ele também aponta a pauta do Auxílio Emergencial.

“Acredito que a agenda que veremos, esse ano, do Centrão, seja a da prorrogação do Auxílio Emergencial. Porque vai atender regiões que são importantes e caras para esses parlamentares, especialmente nas regiões menos assistidas, Norte e Nordeste. E provavelmente o Centrão deve ocupar o Ministério da Cidadania, que vai distribuir esses recursos”, comenta.

Mesa Diretora

A votação da nova Mesa Diretora, que comandará a Casa pelos próximos dois anos, estava marcada para segunda-feira (1°), juntamente com a eleição do novo presidente da Câmara. Inclusive, os deputados chegaram a escolher os candidatos para os cargos. Mas assim que Arthur Lira foi nomeado como presidente da instituição, sua primeira determinação foi anular a votação da Mesa Diretora. Segundo ele, o bloco partidário de Baleia Rossi (PT, MDB, PSDB, PSB, PDT, Solidariedade, PCdoB, Cidadania, PV e Rede) só foi formalizado após o prazo estipulado e, por isso, não deveria ser considerado.

Segundo o especialista Márcio Coimbra, Arthur Lira tinha legalmente o direito de tomar essa decisão, porque o bloco de fato não foi registrado em tempo hábil. Mas politicamente, ele conseguiu articular uma pacificação da situação com a proporcionalidade da Mesa.

Após a nova votação na manhã de quarta-feira (3), os seguintes parlamentares foram escolhidos, em primeiro turno: Marcelo Ramos (PL-AM) como 1º vice-presidente; André de Paula (PSD-PE), como 2º vice-presidente; Luciano Bivar (PSL-PE), como 1º secretário; Rose Modesto (PSDB-MS), como 3ª secretária; Rosângela Gomes (Republicanos-RJ), como 4ª secretária e os deputados Alexandre Leite (DEM-SP); Gilberto Nascimento (PSC-SP); Eduardo Bismark (PDT-CE) e Cássio Andrade (PSB-PA), como suplentes de secretários. Em segundo turno, a deputada Marília Arraes (PT-PE) foi eleita 2ª secretária.

A votação foi presencial e secreta, com 21 urnas eletrônicas distribuídas pelo Plenário Uysses Guimarães e pelos salões Verde e Nobre.

O especialista Márcio Coimbra explica como a decisão do presidente da Câmara impacta no cenário político do País. “Arthur Lira será um presidente da Câmara dos Deputados, que tem autoridade, e que saberá usar o seu poder de forma muito inteligente. Há uma divisão e um co-governo, onde Jair Bolsonaro terá em Arthur Lira um Primeiro-ministro indemissível”, avalia.


Fonte: Brasil 61

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