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Economia

Centro-Oeste concentra maior alta da gasolina e tem o litro mais caro do País

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Valor do litro do combustível chegou a R$ 4,610 nas bombas; região figurou com o etanol mais barato, com média registrada em R$ 3,109

DA REDAÇÃO

De acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL), a Região Centro-Oeste apresentou os valores mais caros do País para a gasolina no mês de setembro. Com o litro a média de R$ 4,610, o combustível sofreu aumento de 2,9% frente ao mês de agosto.

Já o etanol encontrado na região, foi o mais barato se comparado a todas as outras regiões brasileiras – fechou em R$ 3,109, com crescimento de 4,12% na comparação com agosto. Quando o preço do litro nas bombas da região é comparado com a média da Região Norte, por exemplo, os motoristas pagam 17% a menos para abastecer. “Mesmo com o avanço expressivo no valor do etanol frente ao mês anterior, a maior alta entre todas as regiões, o combustível segue compensando mais do que a gasolina na relação 70/30 na Região Centro-Oeste”, aponta Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.  

 O diesel e o diesel S-10 também apresentaram aumento de 2,99% e 3,44% no período, fechando em R$ 3,752 e R$ 3,821 respectivamente.

O Mato Grosso do Sul segue liderando com os maiores preços do etanol e da gasolina na região desde o mês passado. Em setembro, o estado registrou as médias de R$ 3,315 para o litro do etanol e R$ 4,723 para o litro da gasolina. Em Mato Grosso, o destaque foram os maiores preços para o diesel e o diesel S-10, sendo encontrados a R$ 3,997 e R$ 4,030. No Distrito Federal, os motoristas desembolsaram o menor valor pelo litro da gasolina, média de R$ 4,515, enquanto os postos de em Goiás concentraram a segunda maior alta para o combustível na região, avanço de 3,1%, vendida a R$ 4,615.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Ticket Log

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Economia

Bolsa Família: beneficiários com NIS final 3 recebem primeira parcela do Auxílio Emergencial nesta terça (20)

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De acordo com a Caixa Econômica Federal, o recebimento do auxílio é realizado seguindo as mesmas datas do benefício regular para quem recebe o Bolsa Família

DA REDAÇÃO

Os beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 3 vão receber, nesta terça-feira (20), o pagamento da primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o recebimento do auxílio é realizado seguindo as mesmas datas do benefício regular para quem recebe o Bolsa Família.

Para as pessoas que recebem as quantias por meio da Poupança Social Digital, os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo CAIXA Tem e na Rede Lotérica de todo o Brasil, ou ainda sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

Durante uma live que anunciou o calendário de pagamento do Bolsa Família, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que, caso haja viabilidade na distribuição dos recursos, os repasses poderão ser antecipados.

“A partir da avaliação do pagamento deste primeiro ciclo poderemos também antecipar os pagamentos dos ciclos 2, 3 e 4. Mas, exatamente como fizemos agora: primeiro pulicamos um calendário, vimos como era a dinâmica de pagamento, percebemos que estávamos muito bem e antecipamos”, destacou.

Confira o Calendário Bolsa Família 2021

Como saber o número do meu NIS?

O número do NIS pode ser encontrado nos extratos de FGTS enviados pela Caixa, no Cartão Cidadão ou na Carteira de Trabalho (CTPS), por exemplo. Outra opção é a consulta pela internet, a partir do CPF (como o portal Meu INSS) ou no portal Consulta Cidadão.

Normalmente, o NIS serve para ter acesso a programas sociais do governo federal. Com esse número, os usuários podem se candidatar aos diversos programas sociais, como por exemplo, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Garantia Safra, entre outros.

Bolsa Família e Auxílio Emergencial

De acordo com Medida Provisória 1039/2021, o Auxílio Emergencial será destinado às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja menor do que meio salário mínimo.

Outra exigência é de que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, uma vez que não há possibilidade de nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, ainda está em vigor a regra do valor mais vantajoso. Nesse caso, o beneficiário pode optar pelo maior valor entre a parcela paga no programa e a do Auxílio Emergencial.

Auxílio emergencial: quem precisa declarar Imposto de Renda?

Covid-19: Bolsonaro afirma que Fiocruz entregará 18 milhões de vacinas até o fim de abril

Segundo o professor Edgilson Tavares de Araújo, doutor e mestre em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), o Auxílio Emergencial é considerado como direito, sendo assim, não pode ser visto como “moeda de troca”. “Temos que lembrar, inclusive, que o Auxílio Emergencial não é uma benesse governamental. Ele é uma conquista da sociedade civil que é colocada no plano político”, disse.

O valor médio do benefício definido para 2021 ficou em R$ 250, podendo variar de R$ 150 a R$ 375, a depender do perfil do beneficiário e da composição de cada família.

Outras dúvidas podem ser tiradas por meio central telefônica 111 da Caixa Econômica Federal. O canal funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br.

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Economia

Beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2 recebem auxílio nesta segunda (19)

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Parcela varia de R$ 150 a R$ 375, dependendo do beneficiário

DA REDAÇÃO

Os beneficiários do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 2 recebem nesta segunda-feira (19) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. Os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, por quem recebe pela conta poupança social digital, ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.

O recebimento dos recursos segue o calendário normal do Bolsa Família, pago nos últimos dez dias úteis de cada mês. A primeira parcela começou a ser depositada na última sexta-feira (16) e será paga até 30 de abril.

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Economia

Varejo sobe 0,6% em fevereiro e interrompe sequência de 3 meses sem crescimento

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Alta foi puxada pela volta às aulas, com aumento de 15% no segmento de papelaria; resultado deixa setor no mesmo patamar de setembro do ano passado

DA REDAÇÃO

As vendas do varejo cresceram 0,6% em fevereiro na comparação com janeiro, dando fim a sequência de três meses sem crescimento, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgados nesta terça-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado deixa o setor no mesmo patamar de setembro de 2020, e com queda de 3,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados mostram a recuperação do varejo após a queda de 0,2% em janeiro e 6,1% em dezembro de 2020. Em novembro, o setor não apresentou variações. A alta de fevereiro foi puxada pela volta às aulas e o encerramento de contas extraordinárias tradicionalmente pagas no primeiro mês do ano, como IPTU e IPVA. “Temos a volta do orçamento mensal das famílias a uma maior normalidade e o retorno dos alunos às escolas, aquecendo as compras de material escolar. Assim, mesmo com o cancelamento do carnaval, que impacta, por exemplo, em menores vendas de bebidas alcoólicas nos supermercados, tivemos uma variação positiva esse mês”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Quatro das oito atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram resultados positivos. O destaque ficou com o setor de livros, jornais, revista e papelaria, com alta de 15,4% na comparação com janeiro. Vendas de móveis de móveis e eletrodomésticos (9,3%), tecidos, vestuário e calçados (7,8%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) completam os avanços do mês. No outro lado, registraram quedas os setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,5%), combustíveis e lubrificantes (-0,4%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,4%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,2%). No acumulado de janeiro e fevereiro deste ano, na comparação com o primeiro bimestre de 2020, o setor registra queda de 2,1%.

Já no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades automotivas e material de construção, o crescimento foi de 4,1% em fevereiro, após dois meses de queda. O resultado positivo foi liderado pela alta de 8,8% nas venda de veículos, motos, partes e peças, além da alta de 2% dos itens relacionados a construção e reformas. “Material de construção é uma atividade que tem crescido muito, tanto porque as pessoas, estando mais tempo dentro de casa, acabam vendo necessidade de fazer melhorias em suas residências, quanto pelo fato de que grandes obras também vendo sendo retomadas pelas construtoras”, afirma Santos. Apesar da alta, o varejo ampliado ainda apresenta queda de 1,9% na comparação com fevereiro de 2020 e fechou o primeiro bimestre com recuo de 2,5% ante os dois primeiros

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