Campanha de vacinação contra a H1N1 já atinge 77% dos grupos prioritários

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A Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), informou que já foram cobertos 77% dos grupos de risco da vacinação contra H1N1 do município. Entretanto, existem mais mapas a serem digitados, o que significa que o percentual pode ultrapassar 80%. Nesta sexta-feira, 11, chegaram 27.100 doses que passarão a ser distribuídas a partir da próxima semana.

Nos dia 14, 15, 17 e 18 de maio, a vacinação acontecerá em 21 unidades. Na quarta-feira, 16, a imunização será ampliada para todas as 44 unidades de saúde do município.

A Semusa esclareceu que esta medida será tomada porque algumas unidades não possuem refrigeração adequada para armazenar as doses. Em um dia específico, a distribuição ocorrerá em todas, e as equipes levarão o estoque em caixas térmicas. Dessa forma, evitará que elas se percam por conta da temperatura. De acordo com o Ministério da Saúde, este será o último lote encaminhado para Anápolis.

O coordenador de Vigilância em Saúde, Júlio César Espíndola, explicou que a infecção pelo vírus H1N1 é comum entre os meses de maio e julho, mas neste ano, por algum motivo ainda não identificado, houve uma antecipação de casos.

A orientação é tomar medidas de precaução como evitar levar crianças pequenas, gestantes ou idosos a locais onde há aglomerações; lavar sempre as mãos com água e sabão ao voltar da rua ou sempre que tiver contato com muitas pessoas; usar lenços de papel ao tossir e espirrar; e, diante de qualquer sinal de alarme como febre alta, falta de ar e dor no corpo procurar, imediatamente, auxílio médico.

Sintomas

A febre é a manifestação mais importante e dura em torno de três dias. Sintomas respiratórios, como a tosse, dores musculares, de garganta e de cabeça, calafrio, fraqueza, espirros e coriza tornam-se mais evidentes com o avanço da doença e mantêm-se em geral por três a quatro dias após o desaparecimento da febre. Podem aparecer ainda sintomas como: pele quente e úmida, olhos avermelhados e lacrimejantes. As crianças podem apresentar aumento de linfonodos cervicais (gânglios no pescoço), diarreia e vômitos.

Grupo de risco

Alguns pacientes apresentam um risco maior de complicações após infecção pelo vírus H1N1: portadores de doenças pulmonares crônicas (asma, por exemplo); cardiopatas; portadores de doenças metabólicas crônicas, como a diabetes; imunodeficientes ou portadores de imunodepressão; crianças com menos de cinco anos; grávidas ou mulheres no período pós-parto; adultos com mais de 60 anos; pacientes debilitados e portadores de doenças renais ou hemoglobinopatia.

 

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Fonte: ASCOM

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