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Brasil

Caixa disponibiliza R$ 6,5 bilhões para contratação de crédito rural

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Recursos estão disponíveis nas linhas de crédito de custeio, investimento, industrialização e comercialização

DA REDAÇÃO

A CAIXA disponibiliza R$ 6,5 bilhões para os produtores rurais no primeiro semestre de 2021 por meio de operações do Crédito Rural destinadas ao financiamento da Safra Verão 2021/2022, incluindo linhas como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) e Demais Produtores. 

Disponíveis até junho de 2021, os recursos atendem a diversas finalidades, especialmente para financiar as despesas do ciclo de produção das principais culturas do país, como soja, milho, algodão, arroz, feijão, mandioca e café, bem como atividades pecuárias.

 Safra Verão 2021/22

A CAIXA lançou, em 07 de dezembro 2020, a campanha de antecipação do custeio da safra verão 2021/2022, possibilitando ao produtor de grãos um melhor planejamento financeiro para a aquisição dos insumos.

Investimento

Com a ampliação das fontes de recursos, a CAIXA estruturou programas de investimento para o financiamento da ampliação e modernização da infraestrutura produtiva a partir da aquisição de máquinas e equipamentos novos, animais, formação ou recuperação de pastagens, construção de cercas, currais e galpões, além de programas específicos para a implantação de sistemas de irrigação e armazenagem.

O produto conta com um prazo de até 15 anos para reembolso, já incluída a carência de até 03 anos.

Pronaf

A CAIXA lançou também, no início do ano agrícola 2020/2021, a linha de crédito de custeio Pronaf, destinada ao financiamento da aquisição de insumos e pagamento de serviços, cujo público-alvo são os agricultores familiares enquadrados no Pronaf. 

A taxa parte de 2,75% ao ano e varia de acordo com o empreendimento financiado.

Pronamp

O Pronamp possui uma linha de custeio que cobre despesas da produção agrícola como aquisição de insumos, sementes, fertilizantes e defensivos. Pode ser utilizado também na atividade pecuária para cobrir despesas com animais como compra de vacinas, medicamentos, rações, além da aquisição de animais para recria e engorda, quando se tratar de empreendimento conduzido por produtor rural independente. 

Já o crédito Investimento Caixa Pronamp permite ao produtor rural financiar a implantação, ampliação ou modernização da infraestrutura de produção e a realização de serviços relacionados à melhoria da atividade agropecuária na propriedade, além de viabilizar a aquisição de bens ou serviços cuja utilização se estenda por vários períodos de produção.

CAIXA no Agronegócio

Com oito anos de atuação no crédito rural, a CAIXA possui uma carteira em evolução, por meio da qual já foram financiados mais de 52 mil empreendimentos, superando R$ 44 bilhões liberados no mercado do agronegócio e beneficiando produtores rurais, cooperativas e agroindústrias. 

Entre julho e dezembro de 2020, houve um crescimento de 73% no volume de recursos emprestados em operações de crédito rural, em comparação com o mesmo período do ano agrícola 2019/2020. 

A disponibilização dos R$ 6,5 bilhões representa um volume 20% maior que o ano agrícola anterior, o que ressalta a importante atuação da CAIXA no setor do agronegócio. 

Os produtores rurais contam também com o atendimento de uma rede de gerentes exclusivos do agronegócio, que atuam em todas as regiões, prontos para oferecer as melhores soluções de crédito. 

O cliente poderá obter mais informações no site www.caixa.gov.br ou nas agências da CAIXA.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Caixa Econômica Federal

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Brasil

Balanço comercial tem melhor saldo da história e bate recorde de exportações

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País exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou. Setores com maiores crescimentos foram da agropecuária e da indústria

DA REDAÇÃO

A balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou, tendo um saldo maior do que em abril de 2020 em 67,9%. As exportações no último mês somaram mais de US$ 26 bilhões e bateram recorde para todos os meses desde o início da série histórica em 1989.

No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020 as exportações caíram por causa das medidas de restrição social, portanto, além da recente alta no preço, outro motivo que levou ao aumento das exportações foi a base de comparação. Com o resultado de abril, a balança comercial acumula superávit de mais de US$ 18 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, um resultado 106,4% maior que o do mesmo período de 2020.

Os setores que mais registraram crescimento nas vendas para o exterior foram as exportações agropecuária, com 44,4%, e da indústria com aumento de 73,2% em relação ao ano passado.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Cresce o número de famílias com dívidas em atraso

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Resultado é o mais alto desde agosto de 2020. Segundo os dados da CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida

DA REDAÇÃO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira (4), dados que mostram que a parcela de famílias com dívidas em atraso cresceu para 67,5% em abril deste ano. Em março, o percentual foi de 67,3%. O resultado deste último abril é o mais alto desde agosto de 2020, quando também se registou o mesmo percentual atual.

Outro dado divulgado foi em relação à parcela de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas, atingindo 10,4%, valor abaixo do ponto totalizado no mês passado, mas acima dos 9,9% de abril de 2020. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de cerca de 6 meses, enquanto o tempo de atraso na quitação das mesmas atingiu quase 62 dias, o menor prazo desde julho de 2020.

Ainda segundo a CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida e o seu percentual de uso voltou a crescer, chegando a um novo recorde de 80,9% do total de famílias.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

IBGE: produção industrial sofre segunda queda consecutiva

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Pesquisa aponta que 15 das 26 atividades industriais tiveram queda na produção

DA REDAÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberou os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) referente à produção industrial brasileira. Os números mostram recuo de 2,4% na passagem de fevereiro para março, resultando na segunda queda consecutiva registrada neste ano.

Quinze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de fevereiro para março, sendo o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias o mais afetado, com queda de 8,4%. Também houve recuo expressivo no setor de confecção de artigos do vestuário e acessórios, caindo 14,1%.

Já entre os 11 setores com crescimento, os principais destaques foram as indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).


Fonte: Brasil 61

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