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Saúde

Butantan entrega mais 1 milhão de doses da CoronaVac a ministério

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Das 46 milhões de unidades previstas até 30 de abril, 37,2 milhões foram disponibilizadas, o que corresponde a 80,8% do total

DA REDAÇÃO

O Instituto Butantan libera, nesta segunda-feira (5), mais 1 milhão de novas doses da CoronaVac ao PNI (Programa Nacional de Imunizações). O governador João Doria (PSDB) acompanha a liberação do imunizante na sede do instituto.

De acordo com o governo, foram entregues 37,2 milhões ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), o que corresponde a 80,8% do total previsto no primeiro contrato com o Ministério da Saúde – 46 milhões de doses até 30 de abril

Em março, foram disponibilizadas pelo Butantan 22,7 milhões de doses. Em fevereiro, 4,85 milhões e, em janeiro, 8,7 milhões de unidades.

O Butantan trabalha para entregar outras 54 milhões de doses para vacinação até o dia 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades. Atualmente, 85% das vacinas disponíveis no país contra a covid-19 são do Butantan.

Saúde

Ministério da Saúde distribui mais 6,3 milhões de doses de vacinas

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Campanha de vacinação no Brasil completa três meses, com quase 35 milhões de pessoas imunizadas

DA REDAÇÃO

A campanha nacional de vacinação contra a covid-19 completa três meses neste sábado (18), com quase 35 milhões de pessoas imunizadas. Nesta sexta-feira (17), o Ministério da Saúde começou a distribuir mais 6,3 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. A nova remessa será utilizada para a vacinação de idosos entre 60 a 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança, além de aplicação da segunda dose em quem já recebeu a primeira.

Dos 6,3 milhões de imunizantes, 3,8 milhões doses são da vacina de Oxford/AstraZeneca, produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), e 2,5 milhões são da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan. Todas as doses foram produzidas com matéria-prima importada.

Com a nova entrega, o governo federal já disponibilizou aos estados cerca de 53,9 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação contra covid-19, em 18 de janeiro. Até agora o Brasil registrou 34,9 milhões de pessoas vacinadas, com 25,8 milhões pela primeira dose e 9,1 milhões com a segunda dose.

Região Centro-Oeste: 430.700 Distrito Federal: 80.000
Goiás: 187.750
Mato Grosso do Sul: 77.900
Mato Grosso: 85.050

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Saúde

Grupo prioritário deve priorizar vacina da Covid, e não da gripe, diz médica

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A imunologista Lorena de Castro Diniz também revelou ser um grande desafio conciliar essas duas campanhas de vacinação

DA REDAÇÃO

A imunologista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) Lorena de Castro Diniz reforçou a recomendação médica de que a vacina da Covid-19 deve ser recebida antes do imunizante da gripe, cuja campanha de vacinação começa na próxima segunda-feira (12).

Ela explicou que a vacinação simultânea não está recomendada neste momento. “Agora precisamos estar vigilantes a possíveis eventos adversos da vacina de Covid-19 e, se isso acontecer, é difícil determinarmos com qual imunizante foi.”

Apesar de levantar a possibilidade desses efeitos colaterais, Diniz lembrou que tais “eventos adversos são muito raros, são leves e não deixam sequelas.”

A médica também ressaltou que “é um grande desafio conciliar essas duas campanhas de vacinação”, justamente pela magnitude de ambas.

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Saúde

Butantan estuda aplicação de 3ª dose da Coronavac, diz diretor médico

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O diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, também falou sobre a maior eficácia da vacina identificada em estudos

DA REDAÇÃO

O diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, revelou que há estudos sobre a possível aplicação de uma 3ª dose da Coronavac.

“Existem grandes preocupações sobre como melhorar a duração da resposta imune, e uma das alternativas que tem sido considerada é uma dose de reforço, seja com a própria Coronavac, seja com outros imunizantes”, disse Palacios.

Segundo Palacios, além do estudo de uma eventual 3ª dose de reforço da Coronavac, também é estudada a possibilidade de uma combinação de imunizantes com a própria ButanVac, vacina em desenvolvimento pela instituição que aguarda a aprovação da Anvisa para realizar testes em humanos. “Possivelmente a combinação dessas vacinas conseguirá melhorar a duração da resposta imune, dar um reforço adicional”, afirmou.

Além disso, o diretor do Instituto Butantan reforçou a recomendação médica aos serviços de saúde sobre o intervalo de 28 dias entre as doses da Coronavac, que, de acordo com um novo estudo clínico, provavelmente garante uma maior eficácia do imunizante. 

Antes, o intervalo recomendado entre as doses era de 14 dias. 

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