Reformas e medidas de combate à corrupção são medidas imprescindíveis para o ingresso
O convite feito ao Brasil para abrir as discussões de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi recebido como uma conquista pelo governo federal, cinco anos após a formalização do pedido para ingressar no quadro de membros da entidade. Embora trate-se, de fato, de um reconhecimento internacional, ainda há um longo caminho a ser percorrido para o país tornar-se efetivamente membro da organização.
Segundo o professor e mestre em Direito Internacional, Manuel Nabais da Furiela, em entrevista ao site CNN Brasil, “depois do ingresso, o país é considerado de boas práticas econômicas, o que vai atrair mais investimentos internacionais e empréstimos em condições favoráveis em órgãos internacionais.”
O aspecto principal é que, a partir do momento que o Brasil se organiza, e terá que fazer reformas como a tributária para ingressar, também terá de tomar medidas para combate à corrupção, dar garantias institucionais e jurídicas.”
Esses são esforços que “são interessantes para nós mesmos, ao site CNN Brasil acredita ser viável para o Brasil atingir todos os pontos e práticas “em 3 anos”. Este ano ele considera difícil para grandes reformas, já que há eleição, segundo o professor e mestre em Direito Internacional.