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Brasil

Assinada MP de R$ 20 bilhões para vacinação contra a Covid-19

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A medida permitirá que as autoridades de Saúde tenham condições de adquirir as primeiras vacinas que recebam o aval da Anvisa

DA REDAÇÃO

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou, nesta quinta-feira (17), Medida Provisória (MP) que libera crédito extraordinário de R$ 20 bilhões para vacinação contra a Covid-19.

Com os recursos, o Governo terá condições de adquirir as primeiras vacinas que tenham o uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, será possível cobrir despesas com a compra das doses de vacina, seringas, agulhas, logística, comunicação e o que for necessário para imunizar a população.

“Tão logo tenhamos uma vacina certificada pela Anvisa, ela estará à disposição de todo o Brasil de forma gratuita e voluntária”, ressaltou o Presidente.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, o valor não é destinado a alguma vacina específica e poderá ser utilizado conforme o planejamento e as necessidades do Ministério da Saúde.

Plano de Vacinação

Segundo o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19, apresentado nessa quarta-feira (16), o Governo Federal adquirirá a vacina e a distribuição aos estados ocorrerá em até cinco dias após aval da Anvisa. O Ministério da Saúde informou que todos os estados serão tratados de forma igualitária, proporcional e grátis, recebendo vacinas registradas e com garantia de segurança e eficácia.

A vacinação seguirá um cronograma e começará com grupos prioritários. A expectativa é que essas pessoas sejam imunizadas até o fim do primeiro semestre de 2021.

Investimento

O Governo Federal vem trabalhando desde o início do aparecimento do coronavírus para reforçar a área de Saúde e garantir o atendimento adequado a todos os brasileiros. Para isso, vem apoiando estados e municípios em diversas áreas como compra de equipamentos e habilitação de leitos de UTI.

De acordo com o Ministério da Saúde, já foram destinados aos 26 estados e ao Distrito Federal R$ 178,1 bilhões. Desse total, R$ 133,9 bilhões foram para serviços de rotina do Sistema Único de Saúde (SUS), e os outros R$ 44,2 bilhões para o enfrentamento da Covid-19.

Foram habilitados 16.248 leitos de UTI para o tratamento exclusivo de pacientes com Covid-19 e prorrogada a habilitação de 13.314. O valor total investido pelo Governo Federal é de R$ 2,9 bilhões, para que estados e municípios façam o custeio dessas unidades pelos próximos 90 dias, ou 30 dias para unidades intensivas prorrogadas.

E o Ministério da Saúde adquiriu 12.131 novos ventiladores pulmonares para o tratamento de pacientes graves em todos os estados e no Distrito Federal. Com a compra, o SUS conta com 58.794 ventiladores pulmonares distribuídos em todas as regiões do país. Lembrando que a distribuição para os municípios e unidades de saúde é de responsabilidade de cada estado, conforme planejamento local.

Fonte: www.gov.br

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Brasil

Itália reduz em 90% a taxa de mortes por Covid-19 com vacinação

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Números foram comprovados em estudo que vinha sendo realizado desde o ano passado

DA REDAÇÃO

O primeiro estudo nacional sobre o impacto da imunização na Itália trouxe números animadores e apontou que a vacinação contra Covid-19 reduziu as mortes em 95%. Realizado no período de 27 de dezembro de 2020 a 3 de maio de 2021, ao todo, foram acompanhados cerca de 13,7 milhões de pessoas vacinadas.

A queda no risco foi progressiva a partir de 14 dias após a primeira dose, alcançando o máximo a partir dos 35 dias. O estudo apontou também queda de 90% nas internações por Covid-19 e de 80% nos casos sintomáticos. Participaram da análise homens, mulheres e pessoas de diferentes grupos etários, que tomaram as vacinas da Pfizer, da Moderna e da AstraZeneca.

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Brasil

Tire suas dúvidas sobre a declaração

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Documento deve ser entregue até 31 de maio

DA REDAÇÃO

Não deixe para a última hora para enviar a declaração do Imposto de Renda à Receita Federal. Fique de olho no prazo! A entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) relativa ao exercício de 2021, ano-calendário de 2020, termina em 31 de maio.

“Não deixem para a última hora. São muitos detalhes, muitos itens que precisam ser levados em consideração. Por exemplo, você deve colecionar, para confeccionar a sua declaração do Imposto de Renda, a sua declaração do ano passado, os informes de rendimento das suas fontes pagadoras, os informes bancários”, alertou o contador e professor de Ciências Contábeis do Ibmec Brasília, Humberto Castro. 

Quem deve declarar

Está obrigada a apresentar a declaração, a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2020:

• Recebeu mais de R$ 28.559,70 de renda tributável;

• Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil (rendimento da poupança ou indenização trabalhista, por exemplo);

• Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou fez operações em bolsas de valores e de mercadorias;

• Quem obteve receita bruta relativa à atividade rural em valor superior a R$ 142.798,50 ou pretenda compensar, no ano calendário de 2020 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2020;

• Quem teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

• Também deve apresentar a declaração, quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e, nessa condição, encontrava-se em 31 de dezembro;

• Quem optou pela isenção do Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda; e

• Quem recebeu Auxílio Emergencial para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da doença causada pelo coronavírus em qualquer valor e teve outros rendimentos tributáveis em valor anual superior a R$ 22.847,76. Neste caso, o contribuinte também deverá devolver o auxílio.

Como fazer a declaração

Existem três formas de fazer a Declaração de Imposto de Renda: de forma on-line, por meio de preenchimento no e-CAC; baixando o aplicativo para celular ou tablet; e baixando o programa “Meu Imposto de Renda” por meio de celulares e tablets Android.
Todas as informações estão disponíveis no site da Receita Federal, no link “Meu Imposto de Renda”.

Lotes de Restituição 2021

E, como em 2020, neste ano serão mantidos cinco lotes de restituição. O primeiro em 31 de maio e o último em 30 de setembro de 2021. O pagamento da restituição obedece a uma fila. Quanto mais cedo o contribuinte enviar a declaração, mais chance ele tem de receber a restituição nos primeiros lotes. Apenas os idosos, pessoas com deficiência ou doenças graves e professores não seguem a fila.
Por lei, o primeiro lote deve atender prioritariamente idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência e professores (que têm o magistério como a maior fonte de renda).

1º lote: 31 de maio

2º lote: 30 de junho

3º lote: 30 de julho

4º lote: 31 de agosto

5º lote: 30 de setembro

Estimativa de entrega

Para este ano, segundo a Receita Federal, a estimativa de entrega é de 32.619.749 milhões de declarações, mantendo a previsão do ano passado.

Multa para entrega fora do prazo

A multa para quem apresentar as informações fora do prazo estabelecido pela Receita Federal é de 1% do imposto devido por mês de atraso, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do tributo devido.

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Brasil

INSS: bloqueio de benefícios por falta de prova de vida será retomado

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Foram identificados cerca de 160 mil segurados que deveriam ter feito o procedimento em fevereiro de 2020

DA REDAÇÃO

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) irá retomar, a partir do mês de junho, a rotina de bloqueio dos créditos dos benefícios por falta de prova de vida para os residentes no Brasil. O INSS identificou cerca de 160 mil segurados que deveriam ter feito a prova de vida em fevereiro de 2020 e ainda não a realizaram.

A rotina de bloqueio terá início com os benefícios sobre os quais não houve comprovação de vida por nenhum canal disponível para tal procedimento. Estes selecionados irão integrar o primeiro lote do processo de comprovação de vida por biometria facial, instalada em fevereiro deste ano.

O procedimento para comprovar que o beneficiário está vivo deve ser realizado anualmente pelos segurados do INSS. Para evitar o bloqueio dos benefícios, os beneficiários podem realizar o procedimento de forma remota nos aplicativos Meu INSS e Meu gov.br. A prova realizada junto às instituições financeiras continua válida e pode ser realizada normalmente.

Fonte: Brasil 61

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