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Goiás

Agrodefesa recolhe sementes vindas de países asiáticos

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O presidente da Agrodefesa, José Essado, orienta que em nenhuma hipótese as pessoas façam o plantio das sementes.

DA REDAÇÃO

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), órgão do Governo de Goiás, em cooperação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), adota medidas para evitar possíveis problemas fitossanitários pelo uso das chamadas ‘sementes misteriosas’ que estão chegando à casa de consumidores vindas de países asiáticos, sem que tenham sido solicitadas.

Uma das medidas é o recolhimento de sementes nos domicílios em Goiânia, desde que a agência seja informada por aqueles que receberem o material. Na capital, o contato pode ser feito pelos telefones 99648-2956 e 98591-5886. Já no interior, as sementes devem ser entregues nos escritórios da Agência, em 238 municípios do Estado.

O presidente da Agrodefesa, José Essado, orienta que em nenhuma hipótese as pessoas façam o plantio das sementes. Segundo ele, os materiais propagativos podem conter pragas e doenças inexistentes no Brasil e em Goiás, com consequências danosas para a produção agrícola do Estado.

Avaliação técnica

Todos as sementes, tanto as recolhidas em Goiânia quanto as que forem entregues nas unidades do interior, são encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Mapa em Goiás (LFDA/GO), que foi designado para centralizar todos os estudos e avaliações dos materiais que estão chegando ao Brasil pelos Correios, provenientes principalmente de países asiáticos.

O Departamento de Sanidade Vegetal do Mapa em Brasília está atento ao problema, seguindo padrões internacionais de avaliação. Até a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) está envolvida no processo, mas, por enquanto, os órgãos federais não podem divulgar nenhum dado até que haja o cumprimento da quarentena no LFDA/GO e seja concluída a avaliação técnica das sementes. 

A aquisição de material de propagação provenientes de outros países tem sido comum nos últimos tempos, conforme relato de muitas pessoas. Essa prática é arriscada, porque em geral não há documentação fitossanitária comprovando a sanidade do produto. A compra é facilitada pela grande oferta em sites e aplicativos, onde são encontradas espécies de hortaliças, frutíferas, plantas ornamentais e gramíneas. 

Fonte: www.goias.gov.br

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Goiás

Após três meses, primeira dose da vacina da covid chegou a 14% dos goianienses

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No que se refere à segunda dose, somente 6,9% dos goianienses receberam o reforço

DA REDAÇÃO

Três meses após o início da vacinação contra a Covid-19 em Goiânia, o município conseguiu aplicar a primeira dose em 14,3% da população. No que se refere à segunda dose, o número é menor: apenas 6,9% dos goianienses receberam o reforço contra o vírus.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), do total de doses aplicadas, 216.957 são referentes à primeira dose. As outros 104.919 são referentes à segunda dose. A prefeitura informou que 390.803 doses já foram entregues na capital, mas 321.876 já foram aplicadas.

A SMS informou também que o grupo de idosos representa a maior parcela dos vacinados até então. No total, já foram destinadas 157.183 vacinas de primeira dose e 62.749 de segunda dose para pessoas idosas. Trabalhadores da saúde aparecem na sequência, com 56.097 vacinas referente à primeira dose e 41.684 referentes à segunda dose.

Situação nos hospitais

Segundo boletim da SMS atualizado neste terça-feira (20), 84,4% das UTIs da capital estão ocupadas. Nas enfermarias, esse número corresponde a 66%.

Até o momento, Goiânia confirmou 142.055 casos de Covid-19 e 4.219 óbitos pela doença.

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Goiás

À ONU, Caiado pede que Brasil possa produzir princípio ativo da vacina contra Covid

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Sugestão do governador é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties

DA REDAÇÃO

Em reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Ronaldo Caiado (DEM) pediu para que o Brasil e outros países sejam autorizados a produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) utilizado na vacina contra a Covid-19. A sugestão do democrata é que a produção ocorra mediante a pagamento de royalties. Atualmente, apenas China, Índia, Rússia e Estados Unidos têm permissão para fabricar o princípio ativo.

A reunião ocorreu na última sexta-feira (14), de maneira virtual, e teve a participação da secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e governadores de outros estados brasileiros.

Na ocasião, o democrata disse que é inadmissível que somente quatro países possam fabricar o ingrediente para bilhões de pessoas.“Isso atrasa demais o processo de vacinação. Por isso a ONU precisa intermediar esse processo e garantir que possamos produzir o IFA mediante o pagamento de royalties”, salientou no encontro.

A secretária-geral Amina Mohammed acenou positivamente à sugestão de Caiado e declarou ser necessária a ação conjunta de todos. De acordo com Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, o país será auxiliado em relação a medicamentos, vacinas e ajuda humanitária. “Vamos intensificar isso”, garantiu.

A ONU também anunciou que vai antecipar ao Brasil o repasse de quatro milhões de doses. Elas devem chegar ainda em abril. Outras quatro milhões de unidades podem vir em maio. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility.

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Goiás

Governo de Goiás quer ampliar o prazo do estado de calamidade

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Novo decreto deve ser editado, o efeito do anterior terminou no fim de 2020.

O governo enviou à Assembleia Legislativa, um pedido de prorrogação do estado de calamidade em Goiás até 31 de dezembro. Com isso, será possível que o estado use recursos para o combate à pandemia de Covid-19, que recrudesceu nos últimos meses. Na justificativa, consta que há previsão da redução das receitas públicas e que as despesas com medidas para atenuar a crise gerada pela pandemia possam aumentar e que a não prorrogação poderia paralisar consideravelmente o aparto público

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