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A esperança de que 2021 será um Tempo de Superação

Rádio Imprensa lança campanha de fim de ano: “2021: Tempo de Superação”

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Nunca um novo ano foi tão aguardado quanto 2021. Será um ano para superar as perdas, recuperar os prejuízos, prevenir novos danos e alcançar os objetivos que foram adiados pelas circunstâncias que marcaram 2020. Essa é a esperança de todos os anapolinos, goianos, brasileiros e pessoas do mundo inteiro.

Mas não devemos expulsar o atual ano de nossas vidas, como se não pudéssemos tirar nenhum proveito dele. 2020 foi um ano de aprendizado. Aprendemos a não menosprezar ameaças que pareciam ser irrelevantes, aprendemos a nos cuidar e a cuidar do próximo, aprendemos que sempre que caímos podemos nos levantar e, talvez, ainda mais fortes; aprendemos, acima de tudo, a respeitar a fragilidade da vida e a darmos mais atenção ao que realmente importa.

Algumas pessoas afirmam que este é um ano para ser esquecido, a Rádio Imprensa acredita que é um ano para ser lembrado. Precisamos nos lembrar de tudo o que 2020 deixou de aprendizado e, assim, sermos pessoas melhores. Só depende de nós para que um ano seja melhor que o outro. E esse foi o papel de 2020, nos aperfeiçoar. Agora é tempo de superação.

Campanha de fim de ano da Rádio Imprensa

A Rádio Imprensa lançou a campanha de fim de ano “2021: Tempo de Superação”. O objetivo é reconhecer as dificuldades enfrentadas neste ano e anunciar um novo tempo, o tempo de superar as adversidades.

A campanha tem o apoio de parceiros comerciais que concordam com este ideal. São eles: Terra Food Delivery, ShineBlue Cosméticos, Supermercado Smart Reis, Marmoraria e Vidraçaria JD e Sorvetes Bagolêlê.

Confira abaixo o vídeo da campanha “2021: Tempo de Superação”.

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Programa Caoa Capacita

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A Caoa e o SENAI oferecem cursos profissionalizantes gratuitos, na modalidade EAD.

A montadora de veículos Caoa em parceria com o SENAI disponibiliza cursos profissionalizantes gratuitos à população em diversas áreas e dará prioridade na participação no recrutamento de potenciais novas vagas em sua fábrica em Anápolis, a quem concluir e for aprovado nos cursos do programa.

Cursos nas áreas:

  • Solda
  • Pintura
  • Montagem de Veículos
  • Logística

Esses cursos são voltados à comunidade e a conclusão e aprovação no curso garante a participação no processo seletivo de potenciais novas vagas, porém não garantirá a aprovação do candidato, a ser determinada através de testes, análises curriculares e entrevistas complementares.

1- O interessado precisa se inscrever através do QR Code ou do link https://senaigoias.com.br/eadcursos/senai/curso/16919/programa-de-capacitacao-caoa-capacita-a-comunidade e todos os dados devem ser preenchidos até finalizar a inscrição.

2 – Como de praxe nos cursos EaD, o sistema enviará um e-mail para o inscrito pedindo confirmação da matrícula. Ao clicar para confirmar o link do e-mail vai direcionar para a tela de confirmação no site, onde também consta o acesso a sala virtual.

3- O curso inicial é um questionário a ser respondido, um diagnóstico. Basta responder todas as perguntas e finalizar. Após isso o interessado aguarda o contato do SENAI para chamamento de matrícula no curso que o diagnóstico (que será feito pela CAOA) indicou.

4 – Sem essa triagem não há como o aluno fazer os 4 cursos propostos.

Para mais informações e inscrição, acesse senaigoias.com.br. Acesse agora e garanta a sua vaga, e aumente suas chances de inserir-se no mercado de trabalho e a possibilidade de ingressar na indústria automobilística.

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Brasil

Prazo para contestar auxílio negado termina nesta segunda-feira (12)

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Quem receber a 1ª parcela e tiver pagamento cancelado na reavaliação mensal também poderá recorrer.

DA REDAÇÃO

Os beneficiários potenciais do auxílio emergencial, ou seja, o grupo de trabalhadores que recebeu o benefício em dezembro de 2020, considerados inelegíveis têm até esta segunda-feira (12) para contestar a negativa do governo federal. Foram dez dias corridos de prazo.

Para isso, é necessário acessar a plataforma digital no endereço www.cidadania.gov.br/auxilio. Conforme o Ministério da Cidadania, caso os cidadãos listados nesse grupo acessem o site de consulta e vejam o resultado “inelegível”, poderão clicar sobre o botão “Contestar”.

A pasta explica que o sistema aceitará apenas critérios passíveis de contestação, ou seja, aqueles em que é possível haver atualização de bases de dados da Dataprev, onde são processados os auxílios, a exemplo do que já ocorria no ano passado. Veja clicando aqui.

Conforme o ministério, os critérios para receber a rodada de 2021 foram aprimorados, para atender a recomendações de órgãos de controle. O benefício é pago a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e renda mensal total de até três pisos. Trabalhadores formais continuam impedidos de solicitar o dinheiro.

Além disso, cidadãos que recebem benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família e do PIS/PASEP, não fazem parte do público que receberá as parcelas.

Após o recebimento da primeira parcela, caso o pagamento venha a ser cancelado em função do processo de reavaliação mensal, o beneficiário também poderá contestar a decisão. Além disso, as parcelas canceladas poderão ser revertidas mediante decisão judicial ou processamentos de ofício realizados pelo ministério.

Outra opção de consulta é por meio de um Chatbot no perfil do Ministério da Cidadania no Facebook. Lá, a pessoa começa uma conversa com o perfil na área de Mensagens e uma ferramenta automática permite que o usuário indique o CPF e consulte se está na lista de contemplados do Auxílio Emergencial 2021.

O ministério oferece atendimento telefônico pelo número 121 e pela Ouvidoria por meio de formulário eletrônico.

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Novidades

‘Não vai ter lockdown nacional’, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido)  a adoção de um lockdown de caráter nacional para prevenir o contágio pelo novo coronavírus.

DA REDAÇÃO

“Seria muito mais fácil atender e fazer, como alguns querem, da minha parte – porque eu posso – um lockdown nacional. Não vai ter lockdown nacional”, disse, em discurso em Chapecó, na região oeste de Santa Catarina.

Bolsonaro também descartou qualquer apoio das Forças Armadas a prefeitos e governadores que queiram adotar medidas de isolamento contra a Covid-19. “O nosso Exército brasileiro não vai à rua para manter o povo dentro de casa.”

Bolsonaro visitou o centro avançado de atendimento para casos de Covid-19 na cidade catarinense, onde reiterou ser contra a imposição de restrição de uso a remédios como a hidroxicloroquina, apesar de não mencionar o nome do medicamento, e defendeu o uso off label – ou seja, fora do previsto na bula.

Eu fui acometido de Covid. Procurei não me apavorar. Tomei o medicamento que todo mundo sabe qual foi. No dia seguinte, estava bom. Muitos fizeram isso”, afirmou o presidente.

“Agora, não podemos admitir impor limite ao médico. Se o médico não quer receitar aquele medicamento, não receite. Se outro cidadão qualquer acha que aquele medicamento não tá certo porque não tem comprovação científica, que não use. Liberdade dele”, continuou.

Para justificar esse uso não previsto de remédios, Bolsonaro citou como exemplo o caso de soldados na Guerra do Pacífico que receberam água de côco nas veias.

“Olha a questão do off label, fora da bula, é um direito [do paciente] e um dever do médico (…) Como na guerra do Pacífico. O soldado chegava ferido e não tinha sangue para transfusão. Começou-se ali a injetar água de coco na veia do ferido. E deu certo. É uma realidade ou não é?”

Os relatos, no entanto, indicam que a água de côco foi usada em substituição ao soro na hidratação de soldados e não em substituição ao sangue, como afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro também afirmou que se considera o único líder mundial que continua “apanhando isoladamente” por conta das medidas que defende contra a pandemia.

“O mais fácil é ficar do lado da massa, da grande maioria. Se evita problemas, não é acusado de genocida, não sofre ataques por parte de gente que pensa diferente”, afirmou. “O nosso inimigo é o vírus, não é o presidente, a governadora ou o prefeito. E dá para sairmos dessa.”

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