Terremoto no Afeganistão deixa mais de 600 mortos

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Autoridades no Afeganistão confirmam pelo menos 600 mortos após terremoto de magnitude 6,0 no leste do país, com o governo Talibã mantendo 610 mortos e mais de 1,3 mil feridos.
O sismo ocorreu a 8 km de profundidade, devastando áreas remotas que dificultam a coleta de dados precisos.
O tremor atingiu Cabul, Islamabad e regiões montanhosas vizinhas, com epicentro a 27 km de Jalalabad, na província de Nangarhar.
Regiões de Kunar e Laghman também foram afetadas, sendo sentido a até 140 km de distância.
Estradas estreitas e deslizamentos de terra atrasam os esforços de resgate e o transporte de feridos.
Helicópteros foram enviados para Nangarhar; feridos transferidos por estrada para hospitais regionais.
Autoridades civis e militares estão engajadas na resposta, com apelo por ajuda internacional.
Médico em Asadabad relata hospital lotado e influxo de pacientes a cada cinco minutos.
O Afeganistão fica em zona de falhas geológicas entre as placas indiana e eurasiana, aumentando a vulnerabilidade sísmica.
Terremotos anteriores em Herat (2023) e Paktika (2022) deixaram grandes vítimas, muitos por profundidade rasa.
A profundidade de 8 km torna o terremoto particularmente destrutivo.
Arquitetura local, com madeira e tijolos de barro, contribui para danos maiores em tremores.
Deslizamentos de terra agravaram danos, destruindo habitações e bloqueando rios.
Os deslizamentos também prejudicam o acesso a áreas remotas para resgate.
A região já enfrentava enchentes no fim de semana, aumentando a vulnerabilidade da população.
As enchentes atingiram Nangarhar e Kunar, com pelo menos cinco mortes e 400 famílias afetadas pela ONU/IOM.
A enchente interrompeu temporariamente o trânsito entre Paquistão e Afeganistão devido a deslizamentos.
As autoridades pedem cooperação internacional para assistência humanitária urgente.
As informações são compiladas de fontes oficiais locais e da BBC.
O episódio ressalta a vulnerabilidade sísmica e hidrológica da região leste do Afeganistão.

Fonte: BBC News Brasil

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