Malária ainda desafia o Brasil: pesquisa mostra que 22% da população desconhece sintomas e formas de prevenção

Design sem nome (12)

No Dia Mundial da Malária, SC Johnson reforça importância da conscientização sobre a doença, ainda endêmica na Amazônia e transmitida pelo mosquito Anopheles

Transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, a malária continua sendo um problema de saúde pública no Brasil, especialmente na região Norte. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é endêmica na Amazônia, mas ainda pouco conhecida por grande parte da população brasileira. Uma pesquisa divulgada pela SC Johnson, fabricante de repelentes como OFF!® e Exposis®, aponta que 22% dos brasileiros conhecem a malária apenas pelo nome, sem saber como ela é transmitida, quais os sintomas ou formas de prevenção.

O nível de conhecimento sobre a malária varia entre as regiões. O Centro-Oeste tem o maior índice de pessoas bem informadas (30%), enquanto o Sul apresenta o maior percentual de desconhecimento: mais de 26% dizem conhecer apenas o nome da doença. Apesar de ser menos frequente em centros urbanos, a malária ainda impacta muitas famílias. No Norte, quase 30% da população afirma já ter tido contato direto com a doença.

Diferente do Aedes aegypti, transmissor da dengue, o Anopheles tem hábitos noturnos e é mais comum em áreas rurais e florestais. Ele deposita seus ovos em água limpa e pode transmitir o parasita Plasmodium, causador da malária. Os sintomas iniciais incluem febre alta, calafrios, suor intenso, náuseas, dores no corpo e cansaço – sinais semelhantes a outras doenças, o que reforça a importância do diagnóstico laboratorial. O tratamento é gratuito e oferecido pelo SUS.

A proteção contra picadas é essencial, principalmente durante viagens a regiões de risco. O uso de repelentes adequados, roupas compridas e mosquiteiros ajuda a reduzir o contato com o vetor. Repelentes devem ser reaplicados conforme a recomendação do fabricante e são eficazes contra diferentes mosquitos, inclusive o Aedes e o Anopheles.

A SC Johnson, por meio do Centro para Ciência de Insetos e Saúde da Família, investe em educação, ciência e inovação para promover a prevenção. Entre suas ações no Brasil estão o programa “Adeus Mosquito”, em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável, e o apoio à exposição “Aedes e Anopheles: Que Mosquitos São Esses?”, atualmente em Manaus. A iniciativa leva informação a comunidades e reforça a importância da proteção para a saúde de todos.

Fonte: Assessoria SC Johnson
Foto: Canva

Quer enviar um recado?

Em breve você poderá enviar os seu recado por aqui. Por enquanto, fale conosco pelo WhatsApp!