Associação Educativa Evangélica celebrou 78 anos de fundação

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Evento foi marcado por uma série de festividades e culminou com uma solenidade religiosa

Os 78 anos de fundação da Associação Educativa Evangélica, mantenedora de um grande complexo educacional em Anápolis e várias outras cidades, inclusive de fora de Goiás, foram devidamente celebrados na noite da última segunda-feira, 31 de março. Uma solenidade no Salão Nobre Reverendo “Richard Edward Senn” marcou o final das festividades que contaram com as presenças ilustres de autoridades civis, religiosas e militares, dentre elas, o empresário e ex-ministro da Agricultura, Antônio Cabrera, que ministrou a Palavra, atentamente observada pelo público que lotou o auditório.

Antônio Cabrera destacou o pioneirismo da Associação Educativa Evangélica que, sempre, ofereceu um projeto avançado, com qualidade e responsabilidade na formação de gerações seguidas, um processo que evolui sistematicamente, o que traduz o sentimento dos fundadores da instituição há quase oito décadas.

Ao falar sobre o acontecimento, o Presidente da AEE, advogado Augusto César Ventura, destacou que a história da instituição se confunde com a própria História de Anápolis. Ele abordou o início de tudo, com a implantação do Colégio “Couto Magalhães” que começou no centro da Cidade e foi transferido para onde, hoje, está o complexo AEE. Dele, originaram-se os primeiros cursos superiores: Faculdade de Filosofia “Bernardo Sayão”, Faculdade de Direito de Anápolis e Faculdade de Odontologia “João Prudente”. Hoje são dezenas e dezenas de cursos variados.

“Somos uma instituição firme, sólida, que cresce e proporciona a formação de pessoas para a transformação do mundo”, disse Augusto César Ventura, ao abordar a evolução da AEE, com polos em várias regiões, não só de Goiás, mas, em outros estados. De acordo com ele, o objetivo é estender-se o projeto para todas as capitais do Brasil, com a oferta de um ensino cada vez mais qualificado. Hoje já existem postos avançados em Palmas, Capital do Tocantins e no Distrito Federal.

Por Nilton Pereira

Foto: UniEvangélica