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Brasil

Vacinação contra coronavírus caminha a passos lentos no Brasil

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Especialistas destacam importância e segurança das vacinas já aprovadas

DA REDAÇÃO

Prestes a completar um mês desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 no País, muitas dúvidas ainda cercam o tema.  A ansiedade em receber o imunizante se soma à desinformação sobre o assunto, o que gera medo em parte da população. O que se sabe é que a vacinação é crucial para frear a pandemia.

Antes de chegar à população, esses produtos passam pesquisas e estudos não clínicos, incluindo testes em animais. Então, o imunizante passa por três fases de estudos, o que inclui testes em humanos. Após isso, os dados são enviados para a Anvisa, órgão que decide pelo registro da vacina.

Porém, há a possibilidade de se pedir o uso de autorização emergencial dos imunizantes, situação que ocorreu com as duas vacinas disponíveis atualmente no Brasil – CoronaVac e vacina de Oxford.  A autorização emergencial tem um prazo de 10 dias para ser julgada pela Anvisa. O registro definitivo é um processo mais demorado. 

Hemerson Luz, médico infectologista, garante que a população pode ficar tranquila quanto à eficácia das vacinas que são aprovadas pela Anvisa. “Todas as vacinas só chegam à população após diversos testes que comprovam a segurança e eficácia. A segurança é de que a vacina não pode causar mal às pessoas imunizadas. E a eficácia está relacionada à capacidade de impedir que um grande número de pessoas fique doente após a vacinação”, explica.

Não há contraindicação de imunização contra a Covid-19 em pessoas que já foram infectadas pelo vírus. A CoronaVac e a vacina de Oxford são aplicadas em duas doses, para que se alcance a eficácia esperada nos testes desses imunizantes. A CoronaVac possui eficácia geral de 50,38% e a vacina de Oxford, 82%. 

No Brasil, até a última quinta-feira (11), cerca de 4,5 milhões de pessoas tinham se vacinado contra o coronavírus, o que representa apenas 2,16% da população. 

José Cássio de Moraes, médico epidemiologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, destaca a importância da vacinação contra o coronavírus, mas ressalta que o baixo índice verificado no País dificilmente terá impactos na pandemia. 

“A nossa cobertura vacinal não chega nem a 3% da população. Com isso, não se espera nenhum impacto no número de casos e óbitos do coronavírus.  Precisamos atingir um nível de cobertura bem mais elevado, entre 60% e 70%, para se ter uma queda na incidência e mortalidade.”

Ministério

Na última quinta-feira (11), o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuelo, disse que em breve o Brasil estará entre as nações com mais imunizados no mundo. A declaração foi dada em sessão do Senado, em que o titular da pasta deu explicações sobre a atuação do governo federal na pandemia. Segundo ele, toda a população brasileira estará vacinada contra o coronavírus até o fim do ano. 

Neste momento, estão sendo vacinados trabalhadores de saúde, idosos, indígenas aldeados e pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência, conforme o Plano operacional da vacinação contra a Covid-19 definido pelo governo federal. 
 

Fonte: Brasil 61

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Brasil

Balanço comercial tem melhor saldo da história e bate recorde de exportações

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País exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou. Setores com maiores crescimentos foram da agropecuária e da indústria

DA REDAÇÃO

A balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou cerca de US$ 10 bilhões a mais do que importou, tendo um saldo maior do que em abril de 2020 em 67,9%. As exportações no último mês somaram mais de US$ 26 bilhões e bateram recorde para todos os meses desde o início da série histórica em 1989.

No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020 as exportações caíram por causa das medidas de restrição social, portanto, além da recente alta no preço, outro motivo que levou ao aumento das exportações foi a base de comparação. Com o resultado de abril, a balança comercial acumula superávit de mais de US$ 18 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, um resultado 106,4% maior que o do mesmo período de 2020.

Os setores que mais registraram crescimento nas vendas para o exterior foram as exportações agropecuária, com 44,4%, e da indústria com aumento de 73,2% em relação ao ano passado.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

Cresce o número de famílias com dívidas em atraso

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Resultado é o mais alto desde agosto de 2020. Segundo os dados da CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida

DA REDAÇÃO

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou nesta terça-feira (4), dados que mostram que a parcela de famílias com dívidas em atraso cresceu para 67,5% em abril deste ano. Em março, o percentual foi de 67,3%. O resultado deste último abril é o mais alto desde agosto de 2020, quando também se registou o mesmo percentual atual.

Outro dado divulgado foi em relação à parcela de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas, atingindo 10,4%, valor abaixo do ponto totalizado no mês passado, mas acima dos 9,9% de abril de 2020. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de cerca de 6 meses, enquanto o tempo de atraso na quitação das mesmas atingiu quase 62 dias, o menor prazo desde julho de 2020.

Ainda segundo a CNC, o cartão de crédito é utilizado como principal modalidade de dívida e o seu percentual de uso voltou a crescer, chegando a um novo recorde de 80,9% do total de famílias.


Fonte: Brasil 61

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Brasil

IBGE: produção industrial sofre segunda queda consecutiva

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Pesquisa aponta que 15 das 26 atividades industriais tiveram queda na produção

DA REDAÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) liberou os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) referente à produção industrial brasileira. Os números mostram recuo de 2,4% na passagem de fevereiro para março, resultando na segunda queda consecutiva registrada neste ano.

Quinze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de fevereiro para março, sendo o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias o mais afetado, com queda de 8,4%. Também houve recuo expressivo no setor de confecção de artigos do vestuário e acessórios, caindo 14,1%.

Já entre os 11 setores com crescimento, os principais destaques foram as indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).


Fonte: Brasil 61

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