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A Bíblia Fala

Estudo com o Pastor Bertiê Adais Magalhães (O Pastor, Família e Igreja)

Efésios 4.11:

E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para evangelistas e outros para pastores e doutores.

INTRODUÇÃO

O pastor, um homem chamado por Deus, EF 4.11. Ele foi tirado no seio da Igreja constituída. O pastor tem a função para cumprir: Aplicar o conteúdo bíblico sob a inspiração do Espírito Santo de Deus, 2º TM 3.16, (A escritura é útil em todos os sentidos. Exige do pastor atitude correta em sua missão de ensinar: Falar a verdade e denunciar o pecado na vida do povo, inclusive de sua própria família; corrigir os erros da membresia; e ensinar como viver no caminho de Deus, ao céu de glória). O apóstolo Paulo em suas cartas paulinas dá o norte da chamada deste homem para o exercício pastoral, 1º TM 3.1-7. O pastor é uma ovelha que recebe da parte de Deus a vocação e chamada para pastorear as ovelhas de Jesus, JO 21.17, (apascenta as minhas ovelhas). A perfeita função pastoral exige aprovação no pastoreio de sua família. Porque a Igreja é constituída de famílias. Estamos vivenciando dias em que o pastor precisa encarar a realidade, viver no período designado como pós modernidade, onde incide-se em o novo modelo de família social, diferente do casamento heterossexual.

É uma tendência mundial e por força de uma minoria, vem cobrando e exigindo a inclusão social nesta virada de milênio, de um novo modelo de cidadania, um novo conceito de família, e isto tem uma base, um fundamento arguido nos chamados CONSELHOS: dos direitos da criança e adolescentes; de direitos humanos; de saúde; direitos da mulher; de educação e democracia, etc. praticamente todos conselheiros são pessoas na maioria ligada à esquerda mundial, que através dos conselhos organizados, recebem verbas públicas, direito de falar e defender as ideologias propostas, poder para agir e implantar esta nova visão de família e cidadania, e isto funciona, haja visto a busca de independência e da individualidade, como regra de vida baseado na suas escolhas pessoais, 2º TM 3.2, (os homens amarão a si mesmos). As pessoas estão vivendo com excesso de liberdade. O excesso de liberdade humana a levará ao processo de anarquia. A Igreja, o povo de Deus vai estar atentos a estas demandas, esses conselheiros são eleitos pelo voto popular. O que fazer? Buscar ao Senhor fervorosamente e procurar participar deste Conselhos para sermos sal da terra e luz do mundo nestes debates. A Igreja de Cristo é a guardiã da família. O pastor é um homem preparado e precisa ter atitude firme nestes desafios.

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I – A FAMÍLIA NUMA CULTURA DIFERENTE

O grande desafio pastoral é conduzir sua família e a Igreja do Senhor Jesus sob seus cuidados numa cultura diferente, 1º JO 2.15-17; JO 17.14-16. A família vem sendo trabalhada pelo marketing da “Unificação Global”. Unificando a Língua Gn 11.1-4, os costumes dos povos da terra, as finanças, num governo único e centralizado. Vejamos como exemplo, que quando Nabucodonosor levou cativa a nação de Judá, trocou o nome dos jovens hebreus por nomes babilônicos Dn 1.7. Estes jovens hebreus iam aprender as letras (escrita) e a língua (idioma) dos caldeus Dn 1.4, facilitando assim sua inclusão social nos moldes daquela nação pagã. O monarca impôs oficialmente a ração diária de todos eles. Era uma imposição psicológica, e através de leis, para condicioná-los ao novo modelo de vida.

A ordem do rei, não permitia mudança. Eles não podiam pensar nem raciocinar, mas obedecer absolutamente. Não sucederam assim, eles reagiram diante do problema, buscaram a Deus e foram vitoriosos, pois eram jovens livres e de boa formação. Aqueles jovens vieram de famílias e lideranças que lhes deram estrutura espiritual, moral e ética, o suficiente para discernir a vontade de Deus em suas vidas. Onde estão os filhos dos pastores? E como estão ovelhas de seu pastoreio? Se o pastor não é bem sucedido no pastoreio de seus filhos, como será no pastoreio dos filhos das outras famílias? Não será de bom alvitre deixar de pastorear e fazer uma reflexão junto a sua família revendo conceito e valores? O sábio Salomão em Provérbios nos ensina o segredo do sucesso de nossos filhos servir ao Senhor todos os dias de sua vida, PR 22.6.

a) A mudança de nome: Uma estratégia de subordinação. Os nomes dos jovens em hebraico foram trocados por novos nomes na cultura dos deuses dos caldeus. Seus nomes babilônicos era o trabalho dessa mudança e iniciava o processo de aceitação de uma nova cidadania. Sutilmente estes nomes declaravam uma nova crença, nova religião. A crença de subordinação do novo império mundial, a Babilônia. Essa nova crença abrangente não se resumia apenas ao contexto religioso, mas, filosófico, social, moral, ético, e acima de tudo um pensamento de sujeição imperial.

Porventura não estamos hoje numa nova visão, uma revolução de mundialização? Deixamos de sermos crentes, JO 20.27, para sermos evangélicos (os evangélicos topam tudo); somos a geração GOSPEL e não a geração ELEITA, SACERDÓCIO REAL, NAÇÃO SANTA E POVO ZELOSO DE BOAS OBRAS, Tito 2.14; 1º Pedro 2.9. Existe uma subordinação imperial das trevas para mudar a cultura, o modo de pensar e raciocinar do povo de Deus neste mundo, RM 12.2. O processo avança!

b) Os nomes dos cativos em família e na corte. Os nomes dos jovens hebreus foram mudados: Daniel, (Deus é meu Juiz) para Beltessazar na corte (Bel te proteja); Hananias, (o Senhor demonstra a sua graça) para Sadraque (sob o comando de Aku, o deus lua); Azarias, (o Senhor ajuda) para Abede-Nego (servo de Nego ou Nabu, o deus do da literatura); Misael (quem é como Deus?) para Mesaque (quem é como Aku?). Os nomes trazem influência na vida das pessoas: de Abrão (pai exaltado) para Abraão (pai das multidões); de Jacó (enganador) para Israel (ele luta com Deus); de Sarai (minha princesa) para Sara (princesa de todos), etc. A mudança proposta, para que estes jovens esquecessem seu Deus, seu povo, sua pátria, sua religião. Os jovens cativos agiram com liberdade na escolha de seu futuro, não abandonaram seus princípios, não esqueceram de suas raízes, não trocou o seu Deus pelos deuses e toda sorte de prazeres da Babilônia. Foram fiéis, leais a Deus em tudo, por isso venceram a força do fogo; as bocas dos leões foram fechadas; Deus foi honrado pelas vidas dos jovens hebreus.
Quem é seu Deus? Quem é seu povo? Qual é a sua religião? Nós os pastores estamos com a grande tarefa de preparar os jovens de nosso pastoreio para enfrentar a corte babilônica: A faculdade, universidade, graduação profissional, intercâmbio internacional, sucesso financeiro, intelectualidade etc. Os pastores são leais aos compromissos assumidos em sua organização? Como estão os relatórios? Como estão os dízimos que o pastor ganha de outros rendimentos, aposentadoria, etc? Como estão a contribuição financeira para com as festividades do Campo? Tem como ensinar a lealdade sendo desleal?

c) Uma nova visão de família: A Família Global. A Família como instituição divina está sendo aniquilada. A Igreja de Cristo é a guardiã da vontade de Deus na terra, na manutenção da ordem, da instituição do matrimônio heterossexual, e da comunicação da verdade. É bom lembrar que a Igreja subsiste e este meio vem do pastoreio designado por Jesus, JO 21.15-17. Jesus disse a Pedro: Apascenta AS MINHAS OVELHAS. Antes de tudo para nossa reflexão: AS OVELHAS SÃO DE JESUS. Pastores que apascentam o rebanho com amor, sabedoria e santo temor de Deus.

Só aceita pastorear a Igreja de Cristo, quem AMA a Cristo. A Igreja sofre ataques ferrenhos e o pastor enfrenta os demônios, as potestades, os principados e o mundo para defender o rebanho do Senhor Jesus que está sob seus cuidados. A Igreja só terá descanso no arrebatamento. Na mundialização, todas as famílias, as que fizerem parte da grande família global, terão que obedecer aos mesmos princípios. Já é notório em várias nações do mundo a união civil Livre. A chamada pós-modernidade é uma abertura sem precedentes em toda esfera moral da sociedade. Aquilo que estava na sombra vem para realidade: homossexualismo, lesbianismo, masturbação, prostituição sem fronteiras, violências, intrigas, corrupção, entre muitos males. Segundo a Palavra, Sodoma e Gomorra vão receber menos rigor no juízo do que as cidades de Betsaida, Tiro e Cafarnaum, que representam a geração decaída de nossos dias, Mt 11.22-24. Deus conta com pastores valentes, famílias, jovens, intransigentes, leais e submisso ao Espírito Santo de Deus, cumprindo a sua missão nos dias difíceis, 2º TM 3.1-9.

II – A FAMÍLIA ENFRENTANDO AS TORMENTAS DA MALDADE.

Os pais de famílias estão sufocados e sem meios hábeis para salvar sua família de um furacão avassalador, destruidor, aterrador, sombrio: O mal. A maldade cresce a galope, e as autoridades estão inaptas, os contingentes da segurança e da paz estão fora da realidade, da exigência atual. Não há censura de coisa alguma, a porteira abriu, foi tirada toda restrição para operação do mal. Deus os entregou RM 1.24, (Deus reteve, segurou enquanto pode, agora Ele retirou a restrição; abriu a comporta da barragem total) e o mal dominou a mente e o coração da humanidade. O mundo jaz no maligno, 1º JO 5.19. E nesse cenário conturbado está a Família, a Igreja e o pastor, cabe cada um cumprir bem a sua parte, e Deus será por nós, RM 8.31.

a) O mal na televisão. A televisão é um veículo voltado a atender o capricho dos ímpios, que visitam os lares dos crentes e dos evangélicos e os faz embriagar com a sua podridão e a lama fétida; legalizando o pecado e banalizando o ensino das Sagradas Escrituras SL 101.3,4. As programações e os entretenimentos são um atentado a fé cristã.

Sem fé é impossível agradar a Deus, HB 11.6. O pecado é a maior tragédia da humanidade. A natureza do homem ficou tendente ao prazer do mal, (Deus os entregou RM 1.24) e é por isto que a mídia trabalha buscando audiência nas tragédias, na sensualidade que culmina com o anseio do homem no pecado GN 6.3-6. Os produtos da televisão são as mortes, acidentes, roubos, derramamento de sangue, novelas para adultos, adolescentes, nudismo, jogos, folclore nacionalista, terremotos, entre tantas coisas, quase todas trágicas ou promíscuas, são impactantes. Estes males têm envolvido muitos crentes fiéis de nossos dias, que destruíram suas vidas espirituais, trocaram o maravilhoso culto ao Senhor por filmes, programas, que adentram noite afora. O pastor é o norte das famílias, em seu coração e em suas mãos está A PALAVRA DE DEUS, 2º TM 3.16, cabe-lhe: 1º ensinar e falar a verdade; 2º denunciar o pecado; 3º corrigirem os erros do povo de Deus; 4º ensinar a todos o caminho do Céu, JO 14.6. A nossa orientação, o pastor que reside nas dependências da Igreja, retire de circulação o aparelho de televisão com suas programações, no mundo espiritual é a porta de acesso de satanás a família do pastor, enfraquecendo suas convicções e zelo de Deus pelo rebanho.

b) A mídia disputando os membros da família. Em muitos lares o diálogo acabou. Os membros foram imobilizados pela camisa mediúnica da televisão e das redes sociais. O calor humano e familiar vem sendo substituído pelo entretenimento da tecnologia fria, humana e maligna. Muitos casais estão à beira do divórcio, e muitos lares estão sucumbindo sem aviso dos ATALAIAS (PASTORES). Botaram o Espírito Santo para fora, APC 3.20ª, e os espíritos demoníacos se apossaram do território familiar. Socorremos as famílias, é caso de urgência! Como socorrer se muitos ministros estão à beira do precipício e são eles que precisam do primeiro atendimento? Espírito Santo de Deus nos orienta! Tem misericórdia de nós!

c) A corrupção invadiu a terra. A família está desanimada, sem um referencial a ser seguido. Os ícones do mundo político desabaram; uns estão presos, outros tiveram cassados seus mandatos; grandes líderes evangélicos, homens de Deus, perderam o ministério no adultério; pastores que deixaram suas esposas por outras mulheres, manchando as vestes sacerdotais e a sua conduta moral; enriqueceram-se apressadamente; passam a viver em luxúria em lugar da simplicidade. O que a bíblia recomenda: “Lembrai dos vossos pastores que vos falaram a Palavra da Verdade e a fé dos quais imitai; atentando para a sua maneira de viver” (estilo de vida), I TS 4.1-8; HB 13.7. Jesus é o referencial por excelência, o alvo certo, o modelo a ser seguido. Cristo, o sumo pastor é o nosso modelo.

Em Cristo a família e toda Igreja está segura HB 12.2. Mas é bom voltar ao texto: Lembrai dos vossos pastores… foi Cristo que nos constituiu pastores para dar exemplo e conduzir suas OVELHAS.

III – A FAMÍLIA SEGUNDO O PLANO DE DEUS

Estamos contemplando ao nosso redor uma crise de autoridade em todas as esferas da sociedade. E esta crise afeta sistematicamente o pastoreio. O pastor trabalha unindo forças com a liderança familiar que são os pais. Se o pastor não contar com os pais é impossível pastorear neste século. Israel passou por crises semelhantes, JZ 17.6; 18.1 e ia de mal a pior, pois naqueles dias não havia rei em Israel, e eu pergunto: Onde estavam os pais? Hoje, embora haja chefes de família, estão desprovidos de autoridade. A bíblia ensina o dever dos filhos em EF. 6.1,2 a obedecer e submeter a autoridade paterna, é um mandamento com promessa.

a) A falsa revolução do modelo de vida da família. O filosófo Jean Jacques Rosseau, partia do princípio de que o homem é de natureza boa, e por isso deve ser protegido das influências, em particular da religião. Para ele a consciência é um guia seguro, que o chama de instinto divino, voz celeste que o torna o homem igual a Deus. Esse ateu marcou o século de seus dias e até hoje tem seus adeptos. Nos livros de Benjamim Spock, um médico pediatra e pedagogo norte americano que em seu livro “Como cuidar de seu filho”, com perigosas conclusões e conceitos acerca da autoridade, do castigo e da obediência, são inaceitáveis aos padrões bíblicos. Estes conceitos introduziram leis, divinizaram membros das famílias “adolescentes e crianças” suspenderam a disciplina, impôs ameaças aos pais, que ficam sem exercício da autoridade paterna, sujeito a ficar preso a qualquer momento pela denúncia de filhos. O que fazer? Construir mais presídios?

b) O modelo bíblico de vida familiar. A palavra de Deus descreve o modelo verdadeiro e ideal de vida familiar: A família unida à roda da mesa SL128.3. Ensinando a criança no caminho em que ela deve andar, e até quando envelhecer não desviará dele PR 22.6 (no caminho, isto é ensinando na prática, fazendo com eles o seu dever); Saber, desde a meninice, as sagradas letras II TM 3.15; Ouvir a correção do pai, PR 4.1. Ser obediente aos pais no Senhor EF 6.1-6; Não retirar a disciplina da criança, porque a fustigando com a vara nem por isso morrerá, PR. 23.13. O filho sem correção, ensino e disciplina é a vergonha de sua mãe, ou seja, da família, PR 10.1, e ainda mais, da sociedade.

c) Criando os filhos no temor do Senhor. Os filhos são aqueles criados com o devido cuidado no temor e admoestação do Senhor. Não temos responsabilidades com os bastardos e sim com os filhos. É triste, na atualidade, vermos pais com conceitos anti-bíblicos, negligenciando a disciplina alegando traumas, frustrações e resultados danosos; e ainda tendo uma geração de crianças indóceis, desobedientes, resultando numa juventude rebelde. Tudo isto acontece porque não receberam as varadas devidas, no momento certo. Muitos pais despreparados instalaram em casa uma tirania familiar. Certo é que precisamos de muita sabedoria e graça de Deus para cumprir nossa responsabilidade. Os filhos são heranças do Senhor e galardão dos pais, SL 127.3. Que tipo de herança são nossos filhos para Deus? E que tipo de galardão é eles para nós os pais?

Pastores Bertiê e Eliud Magalhães

IV – O FUNDAMENTO BÍBLICO DA FAMÍLIA

A menção da raça humana está em GN 1.27. Deus criou “macho e fêmea”, abençoou lhes e ordenou: “Frutificai, multiplicai-vos, enchei a terra, e sujeitai-a, GN 1.28a. O criador estabeleceu também o campo de ação do homem: Dominai o reino animal, GN 1.28b, o reino vegetal, GN 1.29,30. O homem recebeu poderes delegados por Deus para tudo governar, cuidar do meio ambiente, preservar com cuidado o planeta terra e desfrutar da providência divina para o bem viver. Em tudo Deus ressaltou a família, e “viu que tudo o que fizera era bom” GN 1.31. Nós somos a criação de Deus.

A) O casamento: instituição de Deus. Diz a Bíblia: “E plantou o Senhor um jardim no Éden da banda do oriente e pôs ali o homem que tinha formado” (Gn 2.8) Nos versículos de Gêneses 2.18-24 é contada a história detalhada da formação da mulher, e como foi concretizado o projeto de Deus do matrimônio heterossexual, unindo Adão e Eva como marido e mulher. A união deste casal é a prática da legalidade da moral que deve permear toda raça humana. Deus planeja a família. A sociedade é constituída de famílias e das famílias à Igreja. A instituição do casamento nos moldes bíblicos é inviolável. Parlamento algum no mundo, mesmo alegando os fenômenos sociais, poderá alterar as normas já determinadas pelo Criador. As autoridades são constituídas por Deus para cumprir sua missão e não levantar seu calcanhar contra o seu constituidor.

b) Adão e Eva: A constituição da família. De Adão e Eva, nasceram filhos e filhas. Vamos aqui citar o nome de Caim e Abel. Em Gênesis 4.1-7 temos a história narrada desta primeira família bíblica até então conhecida. Caim, lavrador, e Abel, pastor de ovelhas. Ao passar os dias Caim e Abel se apresentaram ao Senhor, Deus recebeu a oferta de Abel e não atentou para a oferta de Caim. A partir deste fato, Caim entristeceu e determinou em seu coração a morte do seu irmão. Mesmo advertido por Deus, alegando que aquele rancor era sem fundamento, e que ele deveria ter a mesma dedicação de seu irmão ao invés de querer destruí-lo, nem mesmo assim o Senhor o convenceu à mudança.

Ele vai à procura de seu irmão para assassiná-lo deliberadamente. João, o apóstolo, disse que Caim era do maligno 1º JO 3.12. O maligno entrou na família. Primeiro, o pecado achou guarida no coração dos seus pais e agora no filho. Adão cometeu a falha em assumir a responsabilidade devida e intransferível do governo familiar, por isso, o pecado e a morte entraram no mundo por um homem, RM 5.12; 1º CO 15.21.

c) Adão e Eva não tinham ideias da proporção do pecado, comendo do fruto proibido O pecado dos progenitores, abriu precedentes na família. Adão peca em não assumir seu papel de guardião do lar e Eva peca pelo agir de forma independente ao seu marido. Devia ser submissa e não estar submissa. O assassinato de Abel é uma consequência de fatos ligados a mudança de comportamento dos membros da família, o filho primeiro com o nome de Caim, ficou provocado por um ciúme doentio em relação ao seu irmão Abel. Observamos que Deus viu o que os pais não viram.

Deus estava onde os pais não estavam? Onde estavam os pais que não viram a mudança de semblante de seu filho? Que comunhão havia entre pais e filhos? Caim em vez de corrigir seus erros e humilhar e aceitar o padrão do sacrifício a ser oferecido ao Senhor, preferiu permanecer no pecado e ser um mal exemplo de rebeldia em sua geração GN 4.9-15. O pecado da rebeldia endurece o coração do homem e ele prefere fugir de Deus, GN 4.16.

d) O exemplo de Noé. A sociedade apresentava características de uma modernidade avançada, prevalecia à violência que as autoridades não podiam contornar GN 6.5,11,12; Noé vivenciava todo aquele drama social, e prevaleceu contra o sistema corrupto e maligno de sua época, conservando sua família no padrão agradável ao Senhor e salvando-a destruição do dilúvio GN 6.8; 7.1. A igreja que vive nos tempos chamado de pós-modernidade, as famílias que a compõem enfrentam o mesmo drama da violência dos dias antediluvianos e da permissividade praticada em Sodoma e Gomorra RM 1:18-32. Precisamos possuir temor suficiente como Noé, um líder autêntico, PASTOR DE SUA FAMÍLIA.

O pastor que lidera, cuida de sua família saberá cuidar da Igreja de Cristo que está seus cuidados. Jesus Cristo está chegando, manteremos nossas candeias acesas, MT 25.4,9,10; segui a paz com todos e a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor HB 12.14.

CONCLUSÃO.

O pastor a família e a Igreja enfrenta os mesmos problemas que enfrentou Noé, Daniel e Ló em seus dias. O Espírito Santo requer o devido cuidado e a vigilância submissão dos homens e mulheres que são chamados para esta santa missão e estar esperando a Jesus, nosso modelo ideal.

 

PASTOR PRESIDENTE: BERTIÊ ADAIS MAGALHÃES

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